segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Emma Watson lança vídeo pela igualdade de género


A atriz Emma Watson, embaixadora da Boa Vontade das Nações Unidas, divulgou um pequeno filme de apoio à campanha Global Goals, que apela à luta pela igualdade de género.

Temporariamente afastada da representação, Emma Watson tem-se dedicado, de corpo e alma, ao seu papel de embaixadora da Boa Vontade das Nações Unidas. Alguns dias depois de ter discursado na Assembleia-Geral da ONU, a estrela da saga cinematográfica "Harry Potter" divulgou um pequeno filme de apoio à campanha Global Goals, que apela à luta pela igualdade de género.

O vídeo de dois minutos é narrado pela atriz de 26 anos, com a música "Chandelier", de Sia, como pano de fundo. Dele fazem parte imagens de arquivo da corrida feminina de barreiras nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964, servindo de metáfora aos obstáculos que as mulheres continuam a enfrentar, hoje em dia, para terem os mesmo direitos que os homens.

Informação retirada daqui

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Dakota Johnson conquistou Taylor Swift


A atriz Dakota Johnson, estrela da saga "50 Sombras de Grey", juntou-se ao grupo de amigas de Taylor Swift, que inclui Lena Dunham, Selena Gomez, Lorde ou Cara Delevingne.

É colecionadora de prémios, a celebridade mais em paga à escala global - com ganhos de 151 milhões de euros nos últimos 12 meses, diz a "Forbes" -, uma das pessoas mais influentes do mundo e também uma das mais solidárias (em dois anos doou 220 mil euros). Mas, além disso, Taylor Swift é também uma feminista assumida, que gosta de se rodear de outras mulheres, igualmente famosas e igualmente belas.

A sua "entourage" inclui a atriz Lena Dunham, as cantoras Selena Gomez, Zendaya e Lorde e as manequins Lily Aldridge e Cara Delevingne. Amigas próximas que abraçam agora um novo elemento: a atriz Dakota Johnson. A estrela da saga "50 Sombras de Grey" juntou-se ao clã de amigas de Swift, como mostra uma imagem partilhada nas redes sociais por Delevingne, na qual esta e Dakota conversam com Taylor Swift através de videochamada.

Recorde-se, no entanto, que enquanto a cantora de 26 anos fez uma nova amiga, também perdeu outra. Demi Lovato censurou Swift por ter escrito a música "Bad Blood", de 2014, com base num conflito com Katy Perry e criticou-a por, no respetivo videoclipe, ter promovido uma "falsa imagem corporal". "Acho que ter uma canção e um teledisco para humilhar Katy Perry não é uma forma de feminismo", lamentou Lovato.

Informação retirada daqui

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Jodie Foster ouviu cantar o fado em Alfama


A atriz norte-americana Jodie Foster passeou-se pelas ruas de Lisboa e visitou lojas locais.

Jodie Foster está em Portugal para participar na inauguração da exposição da mulher, a fotógrafa Alexandra Hedison. O casal tem aproveitado para passear pelas ruas de Lisboa e também de Cascais, onde a mostra se inaugura esta sexta-feira à tarde, no Centro Cultural da vila, e onde estará patente até 8 de janeiro do próximo ano.

Depois de terem assistido ao espetáculo que o brasileiro Ney Matogrosso deu na terça-feira, dia 4, no Casino Estoril, Foster e Hedison renderam-se aos encantos da Lisboa antiga. Passaram, entre outras, pela casa de fados Parreirinha de Alfama, por onde já se ouviram vozes como Amália Rodrigues, Lucília do Carmo, Alfredo Marceneiro, Berta Cardoso, Tristão da Silva, Celeste Rodrigues, Maria da Fé e Beatriz da Conceição. "Hoje, na Parreirinha de Alfama, tivemos a visita da atriz Jodie Foster", lê-se na página oficial do estabelecimento, que publicou uma imagem da intérprete de filmes como "Taxi Driver", "O Silêncio dos Inocentes" ou "Contacto".

Jodie Foster junta-se ao grupo de celebridades que têm o nosso país como um dos seus destinos de eleição. Recorde-se que no início de julho foi a vez de Harrison Ford e a mulher, Calista Flockhart, visitarem Portugal. Já em maio o ator Eddie Redmayne, vencedor de um Óscar pelo seu desempenho em "A Teoria de Tudo", passou pela nossa capital.

Informação retirada daqui

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Amal e George Clooney compram apartamento em edifício mítico



George Clooney e a mulher Amal adquiriram um apartamento no One Hundred East Fifty Third Street.

O ator e a advogada vão mudar-se para um dos edifícios modernos mais luxuosos do bairro de Manhattan, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. O edifício, projetado pelo arquiteto Norman Foster e em construção desde 2008 e estará pronto para ser habitado no próximo ano.

De acordo com o "New York Post" (NYP), o casal comprou um apartamento no 49º andar, com tetos de 3,35 metros de altura e piso em carvalho branco americano. Estes arranha-céus revestido a vidro é composto por uma torre de 63 andares, com 216 metros de altura, e uma base com nove andares.

George e Amal desembolsaram 13,3 milhões de euros (14,75 milhões de dólares) pelo apartamento. Uma quantia modesta perto dos 58,9 milhões de euros (65 milhões de dólares) que teriam de pagar se quisessem viver na penthouse de dois andares. Um restaurante e um supermercado "gourmet" comandados pelo "chef" francês Joël Robuchon, piscina, sauna, sala de ioga, sala de Pilates, biblioteca, um elevador "supersónico" e um gerente de "lifestyle" são algumas dos serviços encontrados no One Hundred East Fifty Third Street

Fonte próxima do casal explicou ao NYP que a escolha deste edifício teve não só que ver com a qualidade da sua construção e com o seu "design" mas também com o facto de se situar a apenas dois quilómetros da sede das Nações Unidas, onde Amal Clooney desenvolve o seu trabalho de advogada.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Atriz vítima de assédio sexual: "A sociedade permite-o"



A atriz britânica Minnie Driver falou pela primeira vez sobre o crime de que foi vítima durante umas férias na Grécia. Tinha 17 anos.

Uns dias de férias na Grécia transformaram-se numa experiência traumática para Minnie Driver. A atriz britânica tinha 17 anos quando um rapaz a agarrou "pelo cotovelo" e lhe disse: "Vais dançar comigo". "Respondi-lhe que não e afastei-me dele. Ele puxou-me pelo cabelo, eu tentei libertar-me e ele esmurrou-me", contou em entrevista ao programa "StandUP! With Pete Dominick" da estação de rádio norte-americana Sirius XM.

A atriz e cantora, hoje com 46 anos, quis apresentar queixa junto das autoridades gregas, mas não foi bem-sucedida, já que foi a si que atribuíram a culpa. "A forma como a polícia colocou os acontecimentos foi a seguinte: "Este rapaz estava apenas a divertir-se e se você tivesse concordado com ele tudo teria corrido bem. Se tivesse apenas dançado com ele não estaria na situação em que se encontra agora", contou.

Minnie Driver acredita que são casos como o que experienciou, em que o dedo é apontado às vítimas, que fazem com que muitas mulheres que sofrem de assédio sexual se remetam ao silêncio. E acusou a sociedade de não culpabilizar os homens quando estes "chegam junto das jovens e lhes tocam, e lhes colocam as mãos no fundo das costas".

"É algo que temos de suportar", desabafou a britânica. "As mulheres podem ser molestadas e tocadas. Quando uma jovem diz alguma coisa sobre isso, é desprezada", criticou.

A intérprete de "Good Will Hunting" referiu que é por isso que não conhece "uma única mulher que não tenha sido sexualmente assediada em algum momento da sua vida". "Conheço até demasiadas mulheres que passaram por isso".

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

"Sexo e a Cidade" acabou com o casamento de Kim Cattrall


Kim Cattrall, a eterna Samantha Jones, contou que, na altura em que gravava a série, "trabalhava entre 18 e 19 horas por dia".

Casada com Mark Levinson entre 1988 e 2004, Kim Cattrall admitiu, de forma emocionada, que a causa da sua separação foi a série televisiva "Sexo e a Cidade", que protagonizou ao lado de Sarah Jessica Parker, Kristin Davis e Cynthia Nixon e que esteve no ar entre 1998 e 2004.

""Sexo e a Cidade" acabou com o meu casamento", disse a atriz, de 60 anos, ao "site" australiano News.com.au. "Nunca estava em casa e o meu marido ficou solitário, chateado e competitivo. Foi muito difícil, foi realmente duro", acrescentou.

A eterna Samantha Jones contou que, na altura em que gravava a série, baseada num livro com o mesmo nome de Candace Bushnell, Scott B. Smith e Michael Crichton e diversas vezes premiada, "trabalhava entre 18 e 19 horas por dia" e passava mais tempo com a sua "família do "Sexo e a Cidade" do que com a família real".

Cattrall explicou que fez este tipo de concessões "por querer ser uma atriz profissional" e, apesar de esse período lhe ter custado o casamento com Levinson, o balanço final foi "magnífico".

Além da televisão, "Sexo e a Cidade", produzida pela HBO, teve duas sequelas no cinema, em 2008 e 2010 - com uma receita de bilheteiras conjunta superior a 200 milhões de euros. Esta semana, Sarah Jessica Parker, uma das protagonistas da história, admitiu um regresso da trama, com uma terceira sequela, ao grande ecrã.

Em declarações ao programa "Sunday Morning", do canal CBS, a eterna Carrie Bradshaw admitiu que uma terceira longa-metragem "está em banho-maria". "Não está em cima da mesa, mas está razoavelmente perto disso", contou.

Alguns fãs e órgãos de comunicação social especulam que um terceiro filme seja preparado para 2018, de forma a coincidir com os 20 anos da estreia da primeira temporada da série e uma década desde o primeiro filme.

"Sexo e a Cidade" ajudou a mudar a forma como as personagens femininas são tratadas na TV, mostrando sem preconceitos e pudores a relação de quatro mulheres com o amor, a amizade e o sexo. Foi eleita pela "Time" como uma das 100 melhores séries de sempre.

Informação retirada daqui

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Meryl Streep ajudou a filha a preparar-se para papel de ativista


Grace Gummer contou com o apoio da mãe para interpretar uma ativista pela igualdade de género. Meryl Streep, que conheceu a mulher que inspirou a personagem da filha, aconselhou Grace.

Depois de interpretar Dominique "Dom" DiPierro, uma agente de FBI na série "Mr. Robot", Grace Gummer tem em mãos um novo e importante desafio e nada melhor do que a mãe, Meryl Streep, para a aconselhar neste novo papel em "Good Girls Revolt", a nova série da Amazon que se estreou na semana passada.

Baseado no livro escrito por Lynn Povich "The Good Girls Revolt: How the Women of Newsweek Sued their Bosses and Changed the Workplace" -, a série retrata um caso verídico ocorrido no início dos anos 1970 e que envolveu um grupo de mulheres que processou a publicação "Newsweek" por discriminação de género.

Naquele período conturbado, a hierarquia da revista norte-americana era clara: os homens eram repórteres, as mulheres faziam as investigações, mas não eram autorizadas a escrever e publicar os artigos em nome próprio. Em vez disso, eram incumbidas de servir cafés aos seus superiores e com alguma sorte podiam sugerir os títulos de alguns textos jornalísticos.

É neste contexto que surge a personagem de Grace Gummer, Nora Ephron, uma jornalista da publicação fictícia "News of the Week", que integra o grupo de mulheres prestes a desencadear um autêntico tumulto na luta para serem tratadas de forma justa no seu local de trabalho.

Para a construção da sua personagem, Gummer contou com o apoio da mãe, a veterana atriz Meryl Streep, que conheceu Nora Ephron na vida real. "A minha mãe conhecia-a. Eram próximas. Deu-me algumas dicas sobre Nora e de como era a sua personalidade, mas fui eu que fiz grande parte da pesquisa", disse à revista "Instyle".

Uma preparação que Grace não encarou de ânimo leve. "Li muito do seu trabalho e vi muitas das suas entrevistas. Visionei várias vezes um discurso que ela fez na universidade de Wellesley nos anos 90", explicou a atriz, que admite ser "difícil" interpretar uma pessoa "que é tão amada [pelo público]", confidenciou à mesma publicação.

Informação retirada daqui
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