domingo, 19 de março de 2017

Aviões e camelos na despedida de solteiro de David Hasselhoff


David Hasselhoff, que se prepara para casar pela terceira vez, revelou pormenores sobre a sua despedida de solteiro, que não será centrada no álcool, "mas sim na adrenalina".

"Uma despedida de solteiro à minha maneira não se centra no álcool, mas sim na adrenalina". À edição impressa da revista "Heat", David Hasselhoff revelou detalhes sobre a festa que está a preparar, em antecipação do seu casamento com Hayley Roberts, de 36 anos, com quem namora desde 2011 e de quem está noivo desde maio.

O ator de 63 anos, que se prepara para casar pela terceira vez, promete uma despedida de solteiro em grande. "Sou conhecido por dar festas incríveis na minha casa, mas desta vez quero algo com mais ação. Irá envolver aviões, descidas de rio com rápidos, corridas de carros, paraquedismo, corridas de camelos. Já tenho pessoas a ligarem-me de Abu Dhabi e do Dubai a oferecerem-me aviões e coisas assim", frisou Hasselhoff.

O ator falou recentemente sobre o noivado à revista "Hello!". "Eu tenho uma máxima: 'Não te casas porque queres viver com alguém, casas-te porque não consegues viver sem essa pessoa'. E é isso que eu sinto. Percebi que seria verdadeiramente infeliz sem ela", explicou.

David Hasselhoff, que ficou famoso pela sua participação em séries como "O Justiceiro" e "Marés Vivas", já é pai de duas meninas, Taylor, de 26 anos, e Hayley, de 24.

Informação retirada daqui

sábado, 18 de março de 2017

Jennifer Garner brilha na antestreia de "Nine Lives" em Hollywood


Jennifer Garner centrou em si as atenções na antestreia do filme  "Nine Lives" em Hollywood.

Aos 44 anos, a ex mulher de Ben Affleck, mostrou a sua excelente forma física num vestido curto encarnado.

No filme "Nine Lives", a atriz interpreta Lara Brand, a mulher de um empresário encarnado por Kevin Spacey, que vai, num golpe de magia, transformar-se num gato...

Espreite também o trailer do filme:


Informação retirada daqui

sexta-feira, 17 de março de 2017

Willow e Jaden Smith criticam atitude dos "jovens famosos" nas redes sociais


Os filhos do ator Will Smith apontam o dedo às "jovens celebridades instagrammers" que se escusam a utilizar a sua influência e mediatismo para "alertar consciências"

Willow e Jaden Smith partilham mais de cinco milhões de seguidores na rede social Instagram e assumem-se como fonte de inspiração para outros milhões de jovens em todo o mundo, com um constante discurso de intervenção já se revelou marca característica dos irmãos. Agora, apontam críticas à atitude de milhares dos mais novos nas redes sociais.

Em entrevista à Interview, os filhos do ator Will Smith apontam o dedo às "jovens celebridades instagrammers", que se tornaram famosos nesta rede social e que se escusam a utilizar a sua influência e mediatismo para "alertar consciências".

A primeira tacada crítica partiu de Willow, que aos 15 anos manifesta incompreensão para com os jovens famosos que "pintam uma imagem deles próprios que está a milhas de distância daquilo que eles realmente são. Como se estivessem a utilizar a pele de outra pessoa". Jaden Smith, de 18 anos, acompanha a posição da irmã e alerta: "Na maior parte das vezes, as pessoas tentam ser felizes da maneira incorreta - com dinheiro ou outras coisas que não representam o verdadeiro significado de felicidade".

A imagem que estes jovens transmitem da própria vida, acrescenta o adolescente, cria a ilusão de que "as pessoas só conseguirão ser felizes quando tiverem muito dinheiro, ou conseguirem comprar um determinado carro".

Na entrevista conduzida pelo cantor Pharrell Williams, os filhos de Will e Jada Pinkett Smith revelam ainda: "A vida era muito mais divertida antes de recebermos a atenção dos media. Testávamos todos os limites porque não tínhamos ninguém a olhar para nós", concluem.

Cresceram rodeados de celebridades e iluminados pelos holofotes de uma fama que lhes foi imposta por serem filhos de Will Smith. No entanto, Willow e Jaden Smith aproveitam a sua influência internacional para lançar rasgos de inspiração, intercalados com alertas dirigidos a todas as crianças, em particular, às que partilham com eles o estatuto de celebridades.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 16 de março de 2017

Renée Zellweger. Uma mulher feliz, realizada e sem filhos



"Nunca pensei muito sobre isso [ser mãe] nem sobre outros aspetos da minha vida, sinceramente", explicou em entrevista à "ExtraTV"

Depois de ter feito uma pausa de seis anos, Renée Zellweger está de volta com o filme Bridget Jones's Baby. A atriz norte-americana tem-se desdobrado em entrevistas para promover o seu mais recente trabalho, mas a conversa acaba por recair invariavelmente na sua vida pessoal.

Aos 47 anos, Zellweger não tem filhos e não parece estar preocupada com isso. E nem mesmo o facto de a sua Bridget Jones ser mãe no grande ecrã influenciou a posição da artista, que prefere não fazer planos e deixar-se levar pelo que a vida lhe vai oferecendo.

"Nunca pensei muito sobre isso [ser mãe] nem sobre outros aspetos da minha vida, sinceramente", explicou em entrevista à ExtraTV. "Tenho estado sempre aberta ao que vai surgindo, curiosa para saber o que vai acontecer a seguir. Não tenho feito planos na minha vida nem deliberado aquilo que me pode fazer feliz", acrescentou.

Ainda em agosto, Renée Zellweger decidiu escrever uma carta aberta no jornal Huffington Post, na qual negou ter feito uma cirurgia plástica, conforme chegou a ser noticiado. "Ninguém teve nada que ver com isso, mas eu não tomei a decisão de alterar a minha cara nem fiz nenhuma cirurgia nos meus olhos", justificou a atriz, negando a especulação gerada em 2014, que surgiu durante a cerimónia de entrega dos prémios Women in Hollywood, da revista Elle, que se realizou em Los Angeles, EUA.

Agora, foi a vez de a atriz que veste a pele de Bridget Jones afirmar que não precisa de ter filhos para ser uma mulher feliz. Foi também ao Huffington Post que a atriz Jennifer Aniston mostrou a sua revolta pelo facto de estar constantemente a ser alvo de notícias que dão conta de uma alegada gravidez. "Para que fique claro, não estou grávida. Apenas estou farta", desabafou a atriz, também de 47 anos.

Há um ano, Kim Cattrall já tinha colocado o dedo na ferida ao criticar o estigma que existe em torno das mulheres que nunca foram mães. "Parece que somos menos porque nunca tivemos filhos", lamentou a artista, de 60 anos.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 15 de março de 2017

Atriz de "Anatomia de Grey" hospitalizada devido a agressão


Melissa George deu entrada num hospital de Paris, França, onde vive, com ferimentos no rosto, dores e fraqueza.

A atriz australiana, que vive na capital francesa com o marido, Jean-David Blanc, dirigiu-se a uma esquadra de Paris às três da manhã. Apresentava ferimentos no rosto e queixava-se de dores e fraqueza. A polícia francesa encaminhou-a para o hospital.

De acordo com o "site" de celebridades "Purepeople", Melissa George foi vítima de violência doméstica. "De acordo com o depoimento, a atriz foi agredida pelo companheiro e pai dos seus dois filhos. A polícia foi chamada a intervir esta noite [desta quarta para quinta-feira] no centro de Paris. Melissa George tinha a cara inchada e queixava-se de dores, náuseas e tonturas", acrescenta o canal M6info.

Melissa George, conhecida por integrar os elencos de séries como "Anatomia de Grey" ou "Alias", conheceu Jean-David Blanc na festa que se seguiu à entrega dos prémios Bafta de 2011. Têm dois filhos em comum: Raphael, de dois anos, e Solal, que celebra um em novembro.

Informação retirada daqui

terça-feira, 14 de março de 2017

Natalie Portman anuncia gravidez na passadeira vermelha





A atriz Natalie Portman está à espera do seu segundo filho, fruto do casamento com o realizador Benjamin Millepied. A "barriguinha" já se notou no Festival de Cinema de Veneza.

Natalie Portman anunciou que está grávida pela segunda vez sem o uso de qualquer palavra. A atriz de 35 anos surgiu na passadeira vermelha do Festival de Cinema de Veneza, esta quinta-feira, com uma "barriguinha" já proeminente.

A estrela de Hollywood é casada desde 2012 com o realizador e ator Benjamin Millepied, de 39 anos, com quem já tem um filho, Aleph, de cinco anos, e com quem trabalhou diretamente no filme "Cisne Negro", que lhe valeu o Óscar para Melhor Atriz Principal. O casal está de volta a Los Angeles, depois de terem vivido, nos últimos tempos, em Paris.

Natalie Portman, que tem sido destacada na imprensa como uma das mais elegantes no festival de cinema até agora, usou uma criação da Dior para a estreia do seu mais recente filme, "Planetarium", e mostrar ao mundo a sua segunda gravidez.

Informação retirada daqui

segunda-feira, 13 de março de 2017

Marido de Cotillard condena rumores "estúpidos"


O marido de Marion Cotillard, Guillaume Canet, reagiu aos rumores de que a sua mulher se teria envolvido com Brad Pitt. Condenou a "fúria dos tabloides" e as "acusações estúpidas e sem fundamento".

Dias depois de Marion Cotillard ter desfeito rumores de um romance com Brad Pitt, o seu marido, Guillaume Canet, sentiu a mesma necessidade de se pronunciar sobre o assunto. "Eu não costumo falar da minha vida privada, que até agora protegi com cuidado... Mas a fúria dos tablóides, a estupidez de pessoas que gostam de se chamar jornalistas e os 'haters' que se sentem mais corajosos atrás de um teclado, levam-me a falar", começa por explicar o ator e realizador francês, numa publicação no Instagram.

Junto de uma imagem de um sinal de perigo, Canet defende "o orgulho, amor, respeito e admiração" que sente por Marion, assegurando que continuam "fortes perante todas estas acusações estúpidas e sem fundamento".

Dirigindo-se diretamente à comunicação social, o cineasta de 43 anos invocou ainda as palavras da sua mulher, que desejou "rápidas melhoras" a quem a tem julgado. "Tal como a Marion disse e bem, espero que melhorem e que aspirem a algo mais na vossa vida para além de escreverem constantemente m...".

A intervenção de Canet surge dias depois de Cotillard, também no Instagram, ter quebrado o silêncio, aproveitando para se declarar ao parceiro de há oito anos e anunciar que está à espera de um segundo filho seu.

Recorde-se que, esta semana, Angelina Jolie pediu o divórcio a Brad Pitt, alegando "diferenças irreconciliáveis". De entre os motivos apresentados pela imprensa internacional para justificar a rutura destacam-se ainda divergências no que diz respeito à educação dos filhos. Pitt foi, entretanto, acusado por alegada violência "verbal abusiva" e "física" para com uma das crianças e poderá ser alvo de uma investigação do FBI.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 8 de março de 2017

Alfred Hitchcock

O mestre do suspense é um nome incontornável na história do cinema. Nos EUA sempre o viram como mais um excêntrico inglês, mas foi na Europa que o seu valor como um dos mais notáveis cineastas de todos os tempos, foi consagrado. Alfred Hitchcock fez-nos ver o que era de facto o medo!

Estava o século XIX a dar os últimos suspiros quando pela primeira vez respirou aquele que viria a ser o maior génio do cinema britânico. Alfred Hitchcock nasceu em Leytonstone, um bairro na cidade de Londres.
Teve uma educação segundos os principios vitorianos da época e sempre esteve destinado a seguir uma profissão popular, como o seu pai que era merceeiro.
No entanto, nos anos 20 Alfred descobriu o cinema e nunca mais o largou.
Nesse ano foi contratado como desenhador de titulos, uma profissão que desempenhou durante dois anos. Em 1923 o realizador do estúdio ficou gravemente doente e o director mandou Hitchcock acabar as filmagens. O filme era Always Tell Your Wife e o seu desempenho como realizador impressionou de tal forma os responsáveis que a partir desse momento Alfred Hitchcock se tornou oficialmente realizador do estúdio. Só que no mês seguinte o estúdio abriu falência e o jovem de 24 anos teve de ir trabalhar como assistente de direcção para Michael Balcon.


Foi preciso esperar até 1925 para que na Gainsborough Pictures lhe dessem finalmente a oportunidade de realizar um filme. The Pleasure Garden foi o título que o acabaria por lançar para a ribalta do cinema britânico. 
Em 1927 chega o seu primeiro grande sucesso, The Lodger. O filme seria também o primeiro de uma série infindável em que o próprio realizador fazia um pequeno "cameo" no início. Tornar-se-ia uma das suas imagens de marca.
Outra seria revelada a François Truffaut numa entrevista concedida nos anos 60. O realizador chamou-lhes "MacGuffins", ou seja o engodo para a narrativa. Todos os filmes do realizador se passaram a distinguir dos demais filmes de suspense exactamente devido aos MacGuffins.
Com Blackmail em 1929, The Man Who Knew To Much em 1934, The 39 Steps em 1935 e Sabotage em 1936, Hitchcock tornou-se no mais reputado realizador inglês. Não surpreendeu ninguém que em 1940 tentasse uma aventura em Hollywood. A principio todos os estudios o rejeitaram dizendo que seria incapaz de fazer um filme à maneira de Hollywood. Até que David Selznick lhe ofereceu um contrato para realizar Titanic. O filme não se fez e em vez disso Hitchcock realizou Rebeca. O seu primeiro filme americano seria coroado de sucesso e seria mesmo o vencedor do óscar de Melhor Filme. O que era para ser uma aventura, acabou por se tornar um mito.


Apesar de Rebeca ter sido o grande vencedor da noite dos óscares, o realizador nunca ganhou nenhum. Algo imperdoável para muitos, incluindo para o próprio que, quando em 1980 recebeu um óscar honorário, sarcasticamente agradeceu com um simples "thank you".
Mas a verdade foi que é a partir de Rebeca que o mito do mestre do suspense inicia.
Em 1941, Suspicion é de novo um sucesso o mesmo se passando com o notável Shadow of a Doubt no ano seguinte. Em 1945 Spellbound voltou a ser um exito imenso tal como Notorious em 1946. Mesmo os seus filmes menos célebres se tornavam clássicos, como o próprio chegou a dizer.
Em 1948 com o filme Rope, inicia uma relação de grande cumplicidade com James Stewart que se vai estender durante a década de 50 em mais três filmes: o remake de The Man Who Knew To Much (1956) , Rear Window (1954) e a sua obra-prima, Vertigo (1958).
Também Cary Grant cedo se tornou um dos seus actores fetiches. Depois de entrar em Suspicion e Notorious, foi a estrela de To Catch a Thief (1955) e North By Northwest (1959) .


Mas quem conhece Hitchock sabe que nos seus filmes o papel principal cabe às mulheres. Mulheres sempre misteriosas com algo a esconder mas profundamente sensuais. Normalmente loiras, foram várias as que fizeram parte da vida e filmografia do realizador. Desde Madaleine Carrol a Tipi Hedren, passando pelas inevitáveis Ingrid Bergman, Grace Kelly, Kim Novak ou Janet Leigh. As mulheres eram a sua perdição e a dos seus personagens principais, mas eram também um objecto com que o realizador jogava habilmente. Como chegou a dizer, para ele o interessante nas mulheres era que se podiam "comportar como senhoras, mas depois serem umas verdadeiras putas quando a porta se fechava". O próprio Hitchcock chegou a dizer que actrizes como Marilyn Monroe ou Brigitt Bardot não lhe interessavam porque tinham o "sexo na cara".


Ao entrar na década de 60, chegaram as suas últimas grandes obras. Em 1960 o mitico Psico, em 1963 The Birds, Marnie em 1964 e Torn Curtain em 1966. 
No entanto, depois destes poucos foram os projectos que o realizador acabou por levar até ao fim. A doença começava-o a atingir gravemente e, cada vez mais debilitado, o realizador acabou por sucumbir finalmente em 1980.
Mesmo na hora da morte o seu humor caústico esteve presente na inscrição que queria colocar na lápide "É isto que acontece a meninos que se portam mal"!.


A perda de Alfred Hitchcock foi uma das maiores perdas que o cinema já teve de suportar. Nunca nenhum realizador conseguiu fazer o público sofrer tanto, e de uma forma quase masoquista, porque é raro encontramos um filme dele que não tenha sido coroado de sucesso, quer económico quer cinematográfico. 
O mestre do suspense deixou-nos, mas o seu fantasma ecoará para sempre nas salas de cinema, onde soube ser criar uma atmosfera única!

terça-feira, 7 de março de 2017

Abel Gance

Cineasta, poeta e dramaturgo francês nascido em Paris, lançador da tela panorâmica e do som estereofónico, tornando-se um dos mais ilustres cineastas do período situado entre as duas guerras mundiais. Começou no cinema como ator em Molière, de Leonce Perret (1909), foi roteirista de Paganini e fundou uma produtora, para a qual dirigiu La Digue (1911), Le Nègre blanc (1912) e La Folie du docteur Tube (1915). O sucesso veio com Mater Dolorosa (1917) e La Dixième Symphonie (1918). Sua obra-prima e um dos clássicos do cinema foi Napoléon (1926), que levou quatro anos para ser rodado. Parou de dirigir filmes (1963) e morreu em Paris. Em sua longa filmografia citam-se La Digue (1911), Le Nègre blanc-le Masque d'horreur (1912), Un Drame au château d'Acre (1914), La Folie du Docteur Tube (1915), Le Fou de la falaise (1916), Le Droit à la vie (1917), La Dixième Symphonie (1918), La Roue (1923), Napoléon (1927), Marines et Cristaux (1928), La Fin du monde (1930), Mater Dolorosa (1932), Le Maître des forges (1933), Poliche (1934), Le Roman D'Un Jeune Homme Pauvre (1935), Lucrezia Borgia (1935), The Queen And The Cardinal (1935), Un Grand amour de Beethoven (1936), Le Voleur De Femmes (1936), Louise - Paradis perdu (1938), J'Accuse (1939), Louise (1939), Four Flights To Love (1940), La Venus Aveugle (1941), Le Capitaine Fracasse (1942), La Captaine Fracasse (1943), La Tour de Nesle (1954), La Tour De Nesles (1955), Magirama (1956), Austerlitz (1959) e Cyrano Et D'Artagnan (1963).

Biografia retirada de NetSaber

segunda-feira, 6 de março de 2017

Leni Riefenstahl


Actriz, bailarina, fotógrafa e realizadora de cinema alemã, foi a mais controversa realizadora do século XX, por ter sido escolhida por Hitler para filmar os Jogos Olímpicos de 1936, com o título "Olympia", uma obra-prima onde usou vários tipos de máquinas. Foi duramente criticada, em 1945, no fim da Guerra e esteve presa por isso, mas a sua longevidade deu-lhe oportunidade de mostrar o seu inegável talento. 

Os seus filmes a preto e branco são hoje já memoráveis. Extremamente bonita começou como bailarina e entrou em filmes nos anos 30, passando pouco depois a realizadora cinematográfica. Na segunda metade da década de 70 dedicou-se a produzir livros sobre uma tribo africana, bem como a filmar, com perto de oitenta anos, as profundezas dos oceanos. 

Deixou uma obra assinalável e muito se tem escrito sobre ela. Se filmou a propaganda nazi, também é certo que nunca foi do partido e asseverou que nunca tinha tido um romance com o ditador. Alguém disse que "o seu talento foi a sua tragédia", por ser escolhida pelo ditador para realizadora oficial da propaganda do regime nazi. Acabou os seus dias bem com a sua consciência. Deixou o seu nome escrito na 7ª Arte.

Informação retirada daqui

domingo, 5 de março de 2017

Biografia de Fritz Lang

Realizador de origem austríaca, naturalizado americano.
Nasceu em Viena de Áustria, em 5 de Dezembro de 1890, e morreu em Beverly Hills, California, nos Estados Unidos da América, em 2 de Agosto de 1976.

Filho de um arquitecto, Lang estudou muito brevemente arquitectura na Universidade Técnica de Viena, e depois de ter viajado um pouco por todo o Mundo de 1910 a 1914, estabeleceu-se em Paris, por algum tempo, sobrevivendo como pintor.

Participou na Primeira Guerra Mundial, enquanto oficial do exército austro-húngaro, tendo sido gravemente ferido em Junho de 1916. Durante a convalescença começou a escrever guiões para filmes, sobretudo de suspense e de horror, que o fizeram ir para Berlim após o fim do conflito para trabalhar com o produtor alemão Erich Pommer. Parte do guião do Gabinete do Dr, Caligari (1919), de Robert Wiene foi escrito por Fritz Lang.

Fritz Lang é um dos expoentes do Expressionismo, um estilo que tentava descrever emoções subjectivas e as reacções que os objectos e os acontecimentos provocam, e não a realidade objectiva, e que se caracterizou na Alemanha por ter um estilo duro, arrojado e visualmente muito intenso. O primeiro filme de sucesso que realizou foi Der müde Tod (1921), mas a série de filmes que realizou em 1919-1920 com o título Die Spinnen, já o tinham tornado conhecido enquanto realizador. O filme seguinte, Dr. Mabuse, der Spieler (1922) estuda um criminoso de génio; Die Nibelungen (1924), baseado no romance medieval alemão redescoberto em 1755 e celebrizado por Wagner, conta a história de uma vingança auto-destrutiva; Metropolis (1926) possivelmente o mais importante filme de ficção científica alguma vez realizado, é uma visão expressionista do futuro, baseado no livro da sua mulher Thea von Harbou, com quem se casou em 1922, e que tinha conhecido quando ambos escreveram o guião de Der müde Todt (1921); e M (1931), o seu filme alemão mais famoso, e o seu primeiro filme sonoro, mostra um assassino de crianças que confessa o seu comportamento criminosos compulsivo.

O filme Das Testament des Dr. Mabuse (1932), onde um louco descreve a filosofia nazi, foi proibido em Março de 1933 pelo chefe da propaganda nazi Joseph Goebbels, dois meses depois do partido nacional-socialista ter tomado o poder, mas o que não o impediu de convidar Lang a supervisionar a indústria cinematográfica alemã, e a realizar filmes de propaganda. Lang abandonou Berlim nesse mesmo dia, indo viver para Paris, onde realizou um filme com Charles Boyer, tendo-se mais tarde estabelecido nos Estados Unidos, de que se tornou cidadão em 1935. Entretanto a mulher pediu o divórcio e aderiu ao Nazismo.

O seu primeiro filme americano, Fury (1936), estudo de uma multidão que realiza um linchamento, é considerado o seu melhor da fase americana. Outros se lhe seguiram de 1937, em que realizou You Only Live Once até 1956 data do seu último filme Beyond a Reasonable Doubt.

Em 1956 Lang, farto de produtores metediços e controladores, abandonou a América indo viver para a Alemanha. Em 1959 realizou, em alemão, dois filmes na Índia, e em 1960 realizou na Alemanha o seu último filme Die Tausend Augen des Dr. Mabuse. Em 1964, quase cego, presidiu ao Festival de Cannes.


Fontes: 
Enciclopédia Britânica

Biografia retirada daqui

sábado, 4 de março de 2017

Biografia de Luchino Visconti

Realizador de cinema italiano do século XX.
Nasceu em Milão em 2 de Novembro de 1906;
morreu em Roma em 17 de Março de 1976.

Luchino Visconti di Morone nasceu em 2 de Novembro de 1906 em Milão, «quando a cortina subiu no Scala», como ele próprio dizia. Filho de Giuseppe Visconti, duque de Modrone, e de Carla Erba, herdeira de uma ffortuna feita na indústria química, sendo um dos sete filhos do casamento, que durou até 1924, tendo tido uma infância bastante privilegiada. 

Durante sua juventude contactou com importantes intelectuais e artistas, como o maestro Toscanini, o compositor Puccini e o escritor D'Annunzio. Como é natural, interressou-se desde cedo pela música e pelo teatro, mas também pelos cavalos, que se tornaram uma paixão. Tendo feito o seu serviço militar em 1926 na arma de cavalaria, passou a criar cavalos puro-sangue destinados às corridas de cavalos, logo que foi desmobilizado, de 1928 a 1936, não pensando em muito mais do que isso. Quando este interesse começou a  esmorecer, e depois de ter realizado uma viagem à Alemanha, foi viver para Paris tornando-se amigo de Coco Chanel. A costureira apresentou-o ao realizador Jean Renoir com quem trabalhou brevemente no filme Une Partie de campagne, realizado em 1936, experiência que fez com que se interessasse seriamente pelo cinema. Nesta época, em que a Frente Popular governou em França, Visconti, que tinha sido um apoiante do fascismo, aderiu ao comunismo. 

Em 1937, Visconti passou por Hollywood antes de regressar a Roma. Já Itália participou no filme de Renoir La Tosca, que terminou com o auxilio do assistente do realizador francês, devido ao regresso deste a França com o começo da Segunda Guerra Mundial. A partir de 1940 ligou-se ao grupo do  jornal Cinema. Para financiar o seu primeiro filme vendeu algumas jóias da família. Ossessione de 1942, uma adaptação não autorizada do livro de James M. Cain O carteiro toca sempre duas vezes, teve dificuldades com a censura fascista, mas o resultado foi um enorme sucesso em Itála. No fim da Segunda Guerra Mundial Visconti permitiu que seu palácio fosse utilizado como centro de comando secreto por membros da resistência comunista, e participou em acções armadas contra os ocupantes alemães. Estas actividades fizeram com que fosse preso pela Gestapo em 1944, durante um curto período de tempo. Vingou-se do tempo passado na prisão quando filmou a execução do chefe da policia política italiana Pietro Caruso, para o documentário realizado em 1945 - Giorni di gloria. 

O partido comunista italiano encarregou-o de produzir uma série de três filmes sobre pescadores, mineiros, e camponeses da Sicília, mas só o La Terra Trema - Episodio del mare foi realizado, em 1948. Este filme, juntamente com Rocco e i suoi fratelli, de 1960, que documentam as dificuldades das classes trabalhadoras, foram censorados pelos sucessivos governos de direita que dirigiram a Itália no pós-guerra. Mas, a partir dos anos sessenta, os filmes de Visconti tornaram-se mais pessoais. Talvez os seus trabalhos mais importantes sejam Il Gattopardo [O Leopardo], de 1963, e a Morte a Venezia [Morte em Veneza], de 1971. A adaptação exuberante do romance de Giuseppe di Lampedusa, saído em 1958, que retrata o declínio da aristocracia siciliana durante o Risorgimento, era um assunto que lhe estava próximo devido à história da sua família. 

Não sendo o mais fácil dos diretores (a actriz Clara Calamai afirmou que era «um senhor medieval com chicote»), Visconti granjeou mesmo assim o respeito dos seus actores. Apesar de ser  conhecida a maneira como tratou Burt Lancaster durante a rodagem do Leopardo, este actor afirmou que Visconti era «o melhor director com quem trabalhei até agora ... um sonho para um actor". 

Luchino Visconti encenou diversas peças de teatro, incluindo obras de Jean Cocteau e Tennessee Williams. Era tão famoso como director de ópera como o era como realizador de cinema, sendo reconhecido o seu trabalho com Maria Callas, que afirmou que fora Visconti que a ensinara a representar. 

Abertamente bisexual, como o seu pai, os filmes de Visconti têm poucas personagens explicitamente homosexuais, embora haja frequentemente nos seus filmes um erotismo encapotado de teor homosexual. Favoreceu sempre actores principais atraentes, tais como Alain Delon, e a sua  obsessão no fim da vida foi pelo actor austríaco Helmut Berger que dirigiu no filme La caduta degli dei  [A queda dos deuses] (1969), Ludwig (1972) e Grupo di famiglia in un interno (1974). 

O seu hábito de fumar (até 120 cigarros por dia) provocou-lhe um ataque de coração, que lhe debilitou bastante a saúde, mas recuperou o suficiente para fazer L'Innocente antes de morrer em Roma em 1976. O funeral de Luchino Visconti teve a presença do presidente italiano Giovanni Leone e do actor Burt Lancaster. Houve quem ridicularizasse o estilo de vida de Visconti - opulento é o mínimo que se pode dizer -, já que era reconhecidamente marxista. Salvador Dali afirmou sarcásticamente que o realizador «era um comunista que só gostava do luxo». Visconti explicou a um repórter americano em 1961, que «eu acredito na vida, isso é o essencial ... e acredito numa sociedade organizada. E penso que tem hipóteses».

Fonte:Enciclopédia Portuguesa e Brasileira de Cultura;Encyclopedia Britannica
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Recomendamos