sábado, 29 de abril de 2017

Walt Disney

Walt Disney nasceu em Chicago, no dia 5 de Dezembro de 1901. Era um dos 5 filhos de Elias Disney e Flora Call Disney (4 rapazes e uma rapariga).
 Rato Mickey
Depois do nascimento de Walt, a família Disney mudou-se para Marceline, no Missouri, onde Walt viveu a maior parte da sua infância.
Walt demonstrou, desde muito novo, interesse pela arte. Para fazer dinheiro extra vendia, com frequência, desenhos aos seus vizinhos.
Estudou arte e fotografia, tendo ingressado na High School de McKinley, em Chicago.
Em 1918, Durante a primeira grande guerra, Disney tentou alistar-se no serviço militar mas foi rejeitado devido a ter, na época, apenas 16 anos de idade. Walt ofereceu, então, os seus préstimos à Cruz vermelha, tendo sido enviado para França, onde permaneceu um ano guiando uma ambulância a qual, em vez de ostentar uma camuflagem normal, estava coberta por desenhos seus.
Após o seu regresso de França, iniciou, com uma pequena companhia chamada Laugh-O-Grams, a sua carreira em arte comercial. Devido ao pouco sucesso que obteve com esta empresa, resolveu rumar a Hollywood e aí começar de novo.
Em 1928, surge a sua primeira personagem, o rato Mickey, à qual se seguem, nos anos seguintes, inúmeras outras: Donald, Pateta, Pluto, tio Patinhas, Minnie...
Em 1937, realiza a sua primeira longa metragem de animação: Branca de Neve e os 7 Anões.. Seguiram-se inúmeras outras produções, umas com imagens animadas, outras com imagens reais, outras, ainda, fundindo os dois géneros como Mary Poppins (1964).
Para além de estúdios cinematográficos, o vasto império criado por Walt Dysney inclui diversos parques temáticos (Disneylândia, Eurodisney...), inúmeros canais de televisão e elevados rendimentos originados na venda directa de filmes e livros e nos direitos de utilização por outras entidades das imagens dos personagens.
Walt Disney transformou-se numa lenda, tendo criado, com a ajuda da sua equipa, todo um universo de referências no imaginário infantil de sucessivas gerações. As suas histórias facilmente compreensíveis, reflectem os valores médios da tradição americana.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Maria Magdalene von Losch Felsing - Marlene Dietrich

Actriz norte-americana de cinema de origem alemã, naturalizada norte-americana, nasceu em Berlim. Começou por fazer cinema mudo e o seu primeiro sucesso data de 1930, quando o realizador Josef Von Strenberg que lhe deu o papel de Lola, uma cantora de cabaré no filme "Anjo Azul".Viveu em Hollywood e rodeou-se de uma aura de vedeta. Perfeccionista com um rosto fora do vulgar, extremamente fotogénica e detentora de umas pernas perfeitas que foram, com as sobrancelhas finas e em arco a sua imagem de marca. Dos filmes em que foi vedeta salientam-se "A sede do mal" de Orson Wells, "Marrocos" (1939), "Expresso de Xangai" (1932) e "Cidade Turbulenta" (1939). Com Greta Garbo encarnaram as "divas" supremas do cinema dos anos 40.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Claudette Colbert pseudónimo de Lily Cauchoin (1903-1996)

Actriz de origem francesa, emigrou com a família para os EUA, em 1910. Começou no teatro e em 1928 com a sua representação na peça "Dynamo" de Eugénio O' Neill ganhou fama imediata. Inicia a sua carreira cinematográfica em 1929 vocacionada para a comédia, tendo recebido, com Clark Gable, o Óscar da Academia em 1934, no filme de F. Capra, no papel de uma menina mimada e fugitiva em "Aconteceu numa Noite". Fez digressões teatrais pela Europa, bem como peças para televisão e talk shows. Trabalhou com grandes realizadores como C. B. de Mille e Georges Cukor. Participou em mais de 60 filmes.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Natália Correia

Nasceu na ilha em Ponta Delgada, ilha de São Miguel em 1923 e faleceu em Lisboa em 1993. Personalidade intelectual versátil, dedicou-se a vários géneros, além de marcar a sua presença na política e na imprensa. Sua produção abrange a poesia, o romance, o teatro, o ensaio, memórias, relatos de viagem, organização de antologias e colaboração em vários jornais e revistas. Embora tenha começado pela literatura infantil (A Grande Aventura de um Pequeno Herói, 1945) e pelo romance (Anoiteceu no Bairro, 1946) foi na poesia que encontrou a expressão mais depurada de seu temperamento a um só tempo lírico e irónico, características acentuadas a partir de Dimensão Encontrada (1957) e em suas obras dramáticas. Dentro dessa linha, que a tendência surrealista da poesia portuguesa pós-1950 vem sublinhar, compôs grande parte de sua obra poética, revelando um discurso lírico insólito e singular a oscilar entre a linguagem alegórica e a voz interventora. Estão neste caso, por exemplo, Passaporte (1958), o longo poema Cântico do País Emerso (1961) e mais tarde Mátria e Maçãs de Orestes (1970). Em seu livro Poemas a Rebate, publicado em 1975, chama, na introdução, ao conjunto de seus “poemas indóceis” de “pentagrama de indignação”. Indignação constante é o que não falta á obra de Natália Correia seja motivada pela censura que a amordaçou por longo tempo, seja por uma insurreição natural a todos os engodos ideológicos da organização social. A capacidade de abranger, contudo, várias expressões líricas, bem como sentimentos e visões aparentemente opostos, entre a subjectividade romântica e a objectividade realista, levaram-na à composição, nos dois últimos anos, de Sonetos Românticos (1991, Grande prémio da Poesia APE/CTT), na poesia, e ao romance As Núpcias (1992). No primeiro, parece voltar à primeira fase de sua expressão em virtude da abstraccão do objecto lírico, não obstante, agora, mais intelectualizada, beirando certo misticismo da criação poética, da escrita, da expressão verbal. Por isso, define o soneto como “misterioso nó que em sacra escrita / cimos e abismos une”. Abismos, que enfim, de onde sempre procurou garimpar a sua “aurífera” poesia. 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Beatriz Costa

Actriz de revista e cinema portuguesa, de grande sucesso, nasceu na Charneca do Milharado, perto de Mafra. Teve uma infância sem grande ambiente familiar, de um lado para o outro com a mãe, que viveu ao sabor dos amores de ocasião. Começou na revista "Chá e Torradas", como corista, no Éden Teatro e seguiu depois para o Brasil, onde residiu até 1926. A "Menina da Franja" como ficou conhecida estreou-se no cinema no filme "O Diabo em Lisboa", que não teve distribuição comercial. A "Canção de Lisboa" é o seu grande sucesso, onde faz o papel de "menina Alice", filha de António Silva. Entra em "Aldeia da Roupa Branca", onde canta com a sua voz esganiçada. Tinha trinta anos. Voltou ao Brasil e casou, em 1947, mas separou-se dois anos depois. Entre Lisboa e Rio de Janeiro Beatriz Costa fez uma carreira de cheia de sucessos. Quando se retirou da vida artística decidiu escrever livros biográficos «Sem Papas na Língua», 1975 e «Quando os Vascos eram Santanas», 1977. Figura acarinhada e querida em todo o país, viveu no Hotel Tivoli, em Lisboa, até ao fim dos seus dias. Divertida e risonha, manteve sempre o seu ar irreverente e um humor saudável. Mafra homenageou-a dando o seu nome ao Teatro Municipal Beatriz Costa. Os filmes em que é vedeta são constantemente exibidos na RTP Memória com enorme sucesso de audiências.

sábado, 15 de abril de 2017

Carmen Dolores Cohen Sarmento

Actriz e encenadora, nascida em Lisboa, em 1924. As suas interpretações granjearam-lhe o apreço unânime da crítica. Aos 80 anos que cumpriu em 2004 deu entrevistas e a sua serenidade e beleza são ainda motivo de júbilo para quem a vê no palco, na tela ou na televisão. Estreou-se no cinema em «Um Homem às Direitas» (1944), «A Vizinha do Lado» (1944), «Camões» de Leitão de Barros (1946). Subiu ao palco em 1945, integrada na Companhia "Os Comediantes de Lisboa", no Teatro da Trindade, depois foi somando sucessos. Casou em 1947 e em 1951 passou para o palco do Teatro Nacional de D. Maria II, dirigido por Amélia Rey Colaço e marido com diversos sucessos de que se destaca Fei Luís de Sousa de Almeida Garrett. Em 1959 ganhou o Prémio de Melhor Actriz na peça «Seis Personagens à procura de um Autor», de Pirandello. Criou, com outros actores, o Teatro Moderno de Lisboa, no palco do Império, tendo desenvolvido um projecto que levou à cena novas encenações de peças de autores consagrados como Dostoievski, Steinbeck, Shakespeare, Strindberg José Cardoso Pires. Viveu sete anos em Paris, e de regresso continuou uma série de grandes interpretações. No cinema vimo-las em «A Mulher do Próximo» de Fonseca e Costa. Carmen Dolores foi agraciada, em 2004, com a Ordem do Infante Dom Henrique no grau de Grand

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Maria de Lurdes de Almeida Lemos conhecida apenas por "Milu" (1926-2008)


Actriz de cinema e teatro de revista portuguesa. Estreou-se, aos doze anos, no filme "Aldeia da Roupa Branca" ao lado de Beatriz Costa. Extremamente bonita e fotogénica, encantou gerações de portugueses e portuguesas, podendo, sem favor, ser comparada às "estrelas" de Hollywood. Foi também uma presença assídua na rádio, onde começou aos dez anos a cantar. Em 1942, é a "Luisinha" no filme "O Costa do Castelo", de Artur Duarte, e a sua voz imortalizou a música "Minha Casinha" mais tarde reinterpretada pelo conjunto musical "Xutos e Pontapés", com enorme sucesso. Outro sucesso foi "Cantiga da Rua". Casou, pela primeira vez, em Dezembro de 1943, aos dezassete anos. Lisboa despovoou-se para ir ver a noiva à igreja de São Sebastião da Pedreira. Interrompeu a sua carreira artística, mas os e as fãs obrigaram-na a regressar. E mais sucessos se seguiram, numa das épocas mais criativas do cinema português: "Cantiga da Rua","O Leão da Estrela", em 1947, "O Grande Elias", em 1950, entre outros. Foi sem sombra de dúvida "a namoradinha de Portugal". As revistas de cinema e quase todas as outras escolhiam-na para capa, pois a sua beleza deslumbrava. Fez teatro de revista no Teatro Avenida, nomeadamente em "Ó Rosa Arredonda a Saia" e no Teatro Variedades com "A Vida é Bela" e entrou em alguns filmes em Espanha, nos anos de 1943 e 1946. Casou, pela 2ª vez, em 1960 e viveu no Brasil até 1968, tendo actuado esporadicamente na televisão brasileira. A sua última aparição em cinema foi em "Kilas o Mau da Fita", de José Fonseca e Costa, em 1980. Faleceu a 5 de Novembro de 2008.

Biografia retirada daqui

terça-feira, 11 de abril de 2017

Biografia de Elvira Sales Velez Pereira

Actriz de teatro e cinema portuguesa, nascida em Lisboa, estreou-se apenas em 1913, no Teatro Moderno, mercê de grande insistência junto da família, que não via com bons olhos a hipótese de se dedicar à vida artística. Em 1914 já faz parte do elenco do Teatro de S. Luís com companheiros como Ângela Pinto e Chaby Pinheiro e mais tarde com outras "estrelas" dos palcos nacionais como Adelina Abranches, António Silva, Aura Abranches, Maria Matos, Vasco Santana, Brunilde Júdice, entre outros. Também trabalhou com a "grande" Palmira Bastos. Fez digressões ao Brasil e foi uma excelente actriz no género comédia. Na revista distingui-se em "Agora é que são elas" e "Abril em Portugal". Também esteve no elenco da película "Aldeia da Roupa Branca". Fez teatro radiofónico e a sua voz era conhecida de todos os portugueses. Recebeu o Prémio Lucinda Simões para Melhor Actriz, em 1970, no papel da "Titi" na peça "A Relíquia", de Eça de Queiroz, vários meses no Teatro Maria Matos. Recebeu diversas condecorações entre elas a Ordem de Santiago da Espada. Foi mãe da actriz Irene Velez, casada com outro homem da rádio e política, Igrejas Caeiro.

Biografia retirada daqui

domingo, 9 de abril de 2017

Biografia de Adir José Curi, o Alberto Cury

Locutor, noticiarista, narrador e apresentador brasileiro de rádio e televisão nascido em Caxambu, Estado de Minas Gerais, que atuou como noticiarista e chefe dos locutores na rádio Jornal do Brasil e foi um dos mais laureados locutores do rádio brasileiro. Filho do comerciante José Kalil Curi e de Maria Curi, tinha sete irmãos, entre eles os saudosos narrador esportivo Jorge Curi e o grande cantor Ivon Curi. Começou no rádio (1944), na vaga de seu irmão Jorge, que havia se transferido para o Rio de Janeiro com o fim de assinar contrato na Rádio Nacional. No final da década seguinte (1958), também chegava ao Rio, contratado como locutor pela mesma emissora que o irmão. Sete meses depois, transferiu-se para a Rádio Jornal do Brasil, onde ficou por 13 anos (1959-1972). Paralelamente foi contratado pela Agência Nacional do Governo Federal, pela qual transmitiu as importantes cerimônias oficiais realizadas no Brasil, especialmente durante o período dos governos militares e com os diversos presidentes da República, e também o Ato Institucional N.º 5, irradiado em cadeia nacional de rádio e televisão. Participou de inúmeros programas de TV, entre eles Grandes reportagens e Diário de um repórter, crônica diária escrita por David Nasser e apresentada antes do famoso Repórter Esso, e o Programa Flávio Cavalcanti. Foi diretor da Rádio Tupi AM e, aposentado (1993), voltou para sua cidade natal e faleceu em Caxambu, Minas Gerais.


Noticia retirada daqui
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