sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Katie Holmes




É provavelmente uma das mulheres mais belas de mundo e uma actriz de talento infindável.
O seu nome já nos soa a familiar, o que é natural devido a uma carreira que, apesar de curta, já mostra provas do seu talento. Mas é no futuro que temos de estar de olhos postos. Por aqui está uma das futuras divas de Hollywood...

Katie Holmes é de facto uma das menina prodigio da representação. Começou no teatro, deu o salto para a televisão, onde se consagrou na série Dawson´s Creek, e hoje é um valor seguro no cinema. O prodigio de hoje é a estrela de amanhã, mas vamos por partes.

Nasceu de parto prematuro a 18 de Dezembro de 1978 em Toledo, no Ohio. A tipica menina do Midwest cresceu a sonhar com os palcos. Foi no liceu local que começou a desenvolver as suas capacidades de actriz, que foi aperfeiçoando em teatros locais. Ao mesmo tempo a sua enorme beleza levava a ter uma carreira paralela nas passerelles onde venceu alguns prémios como jovem modelo.
Um dia, um produtor de cinema viu-a e encorajou-a a tentar a sua sorte em Los Angeles.

Ao chegar a LA a sorte grande bateu-lhe à porta. Em vez de esperar meses, como a maior parte dos actores recém-chegados, o seu primeiro papel surgiu logo na sua segunda audição. Foi no filme Ice Storm de Ang Lee que a jovem deu os primeiros passos no grande ecrãn.
Entusiasmada com o seu sucesso inicial, Katie começou a enviar a todas as produtoras, cassetes com as suas audições. Por sorte o produtor Kevin Williamson gostou tanto da sua interpretação que a convidou de imediato a tentar o papel principal na serie Dawson´s Creek.

Dawson´s Creek foi o confirmar deste enorme talento que acabava de despontar. 
A partir de 1998, Katie Holmes tornou-se no icone da serie e aos olhos do grande público ela era a filha que todos os pais queriam ter, a amiga que todas as amigas sonhavam e a namorada porque todos os rapazes ansiavam. A personagem de Joey Potter acentava-lhe que nem uma luva e o passaporte para o sucesso estava garantido.
Ainda a trabalhar na serie, Katie Holmes teve tempo para se dedicar ao cinema. Apesar de ter perdido o papel de Wicked para Julia Stiles, de ter tido que recusar o papel em 40 Days and 40 Nights, e de ter sido suplantada por Sarah Michelle Gellar como Buffy, The Vampire Slayer, por ser demasiado jovem, o facto é que a sua carreira no cinema não teve problemas em arrancar.
Fez Disturbing Behaviour em 1999 e Go no mesmo ano, vencendo vários prémios como "rookie" do ano. No ano seguinte esteve no filme Wonderboys, a tentar seduzir Michael Douglas. Com esse filme as suas personagens tornaram-se ainda mais maduras.

Com 22 anos Katie Holmes entrou no seu primeiro papel dramático no filme The Gift, onde protagoniza cenas escaldantes com o protagonista Giovani Ribisi. As suas cenas de nus neste filme de Sam Raimi despertaram a atenção do público masculino. Surgiram vários convites de revistas para que a jovem posasse nua, e as imagens das cenas do filme espalharam-se pela internet. Afinal, a menina bonita de Dawson´s Creek era mais mulher do que muitos pensavam.

Depois de um 2001 dedicado à serie, foi no ano seguinte que a carreira de Katie Holmes se instalou definitivamente no cinema. Protagonizou o filme Abandon, a primeira vez que tal sucedeu na sua ainda curta carreira. Nesse mesmo ano esteve no notável Phone Booth e continuou a chamar à atenção pela sua beleza estonteante e o seu talento cada vez mais latente. 
Com o final da serie em 2003, o cinema tornou-se na prioridade de Holmes. Assim não admirou ninguém que no primeiro ano sem comprissos televisivos, a jovem desse um recital de interpretação em Pieces of April - pelo qual chegou a vencer alguns prémios independentes - e ainda em The Singing Detective.

Hoje o futuro desta actriz está marcado a ouro. A jovem que está de casamento marcado com Chris Klein (American Pie) está neste momento a rodar Batman Begins, a sua primeira participação num filme de grande orçamento. Ao mesmo tempo estará ao lado de Michael Keaton, como filha do Presidente dos EUA em First Daughter.
Talentosa como poucas, bela como quase ninguém, Katie Holmes é hoje uma estrela a seguir na constelação imensa de Hollywood. Apesar de não ser uma estrela cadente, quando entra em cena quase que dá vontade de lhe pedir um desejo. Sussurrado ao ouvido.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Jessica Biel



Desde sempre que as pessoas viam nela a filha perfeita. Quando chegou a altura de dar o salto, rompeu por completo com a sua imagem e mostrou que poderia ser a rapariga mais despudorada do Mundo.
A sociedade puritana dos EUA ainda não aceita bem este tipo de pessoas mas Jessica Biel já mostrou que não tem medo de nada...

Jessica Biel nasceu a 3 de Março de 1982 no Minesotta, mas cresceu no estado do Colorado. Começou a sua carreira ainda jovem, não como actriz mas sim como modelo fotográfica. 
Só aos 13 anos decidiu entrar no mundo da representação, ao ser escolhida para um dos papeis de destaque na serie televisiva 7th Heaven.
A serie deu-lhe destaque junto da comunidade jovem e durante alguns anos tornou-se uma das verdadeiras "wannabes" da juventude norte-americana.

O salto para o cinema deu-se com apenas 14 anos no aclamado Ulee´s Gold que valeu uma nomeação ao óscar de Peter Fonda.
A sua fidelidade à serie 7th Heaven, impediu-a de fazer carreira no cinema como outras colegas jovens, tendo tido apenas uma passagem pelo filme I'll Be Home for Christmas, em 1998.
Apesar do sucesso e exposição que a serie lhe deu, Jessica Biel esteve para abandoná-la, quando perdeu o papel de filha de Kevin Spacey em American Beauty para Thora Birch. Os produtores não queriam uma actriz que tivesse fama de "menina boazinha" e por isso recusaram a sua candidatura ao lugar. Isso enfureceu a actriz, que desde então se tem tentado libertar do epiteto de menina-bonita.

O primeiro passo aconteceu mal fez 18 anos. Pronta a criar o escândalo junto da comunidade de admiradores, mas também de produtores de cinema, aceitou posar nua para a revista Gear Magazine.
A polémica à volta das fotos levaram-na a rescindir o contracto com a serie, partindo assim para a carreira no cinema que tanto ambicionava.
Em 2001, já solta de compromissos, entrou no filme Summer Catch, que não foi um sucesso, nem da critica, nem da bilheteira. Só no ano seguinte teria um novo papel, em The Rules of Atraction, mas a sua carreira teimava em não descolar.
Curioamente, teve de voltar várias vezes à série que antes deixara como convidada especial para manter-se activa.
Em 2003 finalmente um papel digno de destaque no filme The Texas Chainsaw Massacre. O publico gostou e a critica reconheceu-lhe finalmente o valor que havia negada desde o polémico incidente das fotos nua, altura em que foi acusada de tentar vender o seu corpo à frente do seu talento.

Em 2004 vai protagonizar o filme It´s a Digital World, estando também já com vários projectos para o final do ano.
Será uma das actrizes do ansiado Cellular, ao lado de Kim Basinger e William H. Macy, por um lado, e por outro vamos vê-la no igualmente esperado Blade Trinity.
No entanto 2005 também promete ser um ano de fartura com presenças já garantidas em dois titulos, Stealth e o prolifero Elizabethtown, onde vai surgir ao lado de estrelas como Orlando Bloom e Susan Sarandon.

Actriz versátil, Jessica Biel tem feito da necessidade de mudar de estilo de representação uma cruzada pessoal. Da menina bonita de 7th Heaven, já pouco parece restar. Hoje Jessica é uma mulher madura, sem qualquer pudor e pronta a aventurar-se em áreas onde os seus primeiros fãs nunca imaginariam vê-la. Por vezes a qualidade de um actor vê-se na sua capacidade de correr riscos. Se for assim, temos aqui um valor seguro para o futuro.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Jessica Alba

Californiana de nascimento, cidadã do mundo por origem. Tem sangue latino, indiano, dinamarquês e britânico nas veias, uma verdadeira mistura do melhor que o mundo tem para oferecer.
Já tem dez anos de carreira, divididos entre o cinema e a televisão, mas não parecem haver dúvidas que ali está um nome que vamos ouvir durante muito tempo...

É assim Jessica Alba, a jovem que nasceu a 28 de Abril de 1981 em Paloma, uma pequena localidade da Califórnia.
Desde os cinco anos apaixonou-se pela representação e aos 12 começou a ter aulas de representação. Não durou muito para ser escolhida pela primeira vez para entrar num filme. Estavamos em 1993 e o filme era Camp Nowhere. Curiosamente a jovem actriz era apenas uma figurante, mas quando a actriz principal desistiu, teve a oportunidade que tanto ambicionava. E tudo isso apenas porque a sua cor de cabelo era igual à da anterior protagonista.


Depressa foi escolhida para participar em vários anuncios e estreou-se na televisão em 1994 na serie da Nickleodeon The Secret World of Alex Mack. Voltou ao cinema no ano seguinte ao entrar no filme de sucesso Fliper. O filme foi um sucesso e originou uma serie televisiva que a manteve ocupada durante todo o ano de 1995. O sucesso da serie fez com que a sua participação se extendesse até 1997. Em 1998 ainda na televisão fez, ao lado de Randy Quaid, P.U.N.K.S. e apareceu em Brooklyn Souht, chegando mesmo a aparecer em episódios de The Love Boat e Beverly Hills 90210.


Em 1999 surgiu ao lado de Drew Barrymore em Never Been Kissed e no mesmo ano fez ainda Idle Hands. No ano seguinte estreou-se na serie de James Cameron, Dark Angel que a tornou extremamente popular nos Estados Unidos. A sua popularidade fez com que surgisse no 1º lugar da lista das 100 raparigas mais sexys para a Maxim, isto com apenas 20 anos de idade.
Enquanto a sua popularidade aumentava, sendo eleita por várias revistas e sites como a jovem mais bela do universo hispânico, Jessica Alba rejeitava as suas origens latinas, definindo-se como "norte-americana".
Quando a serie Dark Angel foi cancelada pela Fox, após duas temporadas, a jovem Jessica preparou para voltar em grande ao cinema no filme Honey. O sucesso comercial e a publicidade à volta do mesmo pelo canal MTV reforçou ainda mais o seu papel de destaque junto da comunidade jovem.


A sua carreira já tem muito que se lhe diga mas para Jessica Alba o céu parece não ter limites.
Para 2004 tem já vários projectos em mão. Será uma das estrelas de The Fantastic Four bem como de Sin City, o filme de Robert Rodriguez. Além disso vamos poder vê-la em Into The Blue.
De facto, com uma ficha técnica admirável, Jessica Alba é já vista como uma das mais promissoras actrizes norte-americanas. Fala-se dela para Spiderman 3, mas a verdade é que devem haver poucos produtores em Hollywood que não queiram contar com os seus serviços.

sábado, 23 de setembro de 2017

Januray Jones

É uma das actrizes secundárias mais promissoras da nova vaga. Tem como imagem de marca a sua beleza mas já nos surpreendeu pelo talento que, aos poucos, vai conseguindo mostrar. Só falta mesmo darem-lhe uma oportunidade...

Nascida a 5 de Janeiro de 1978 no sul dos Estados Unidos, a jovem January Jones tem vindo progressivamente a mostrar-se ao mundo.
Ainda não a vimos num grande papel é certo, mas os pequenos momentos que lhe concedem em filmes - habitualmente comédias românticas - são já suficentes para mostrar que é uma jovem com verdadeiro talento.


Começou a sua carreira em 1999, aparencendo no filme All the Rage. No ano seguinte passou para a televisão onde trabalhou na serie Sorority. Em 2001 estaria em destaque ao entrar em dois filmes, The Glass House e ainda Bandits. Por essa altura no entanto era já capa de revistas, não pelas suas prestações, mas pela relação com o actor Aschton Kutcher. Relação muito falada mas que acabaria depressa quando o jovem actor de Dude Where´s My Car, a decidiu trocar por Demi Moore. Chegou mesmo a ser considerada uma das jovens mais sexys do EUA, sendo convidada para posar para a Playboy e a Maxim. Só aceitou o segundo convite.
Foi nessa altura que a sua carreira começou a dar o salto.


O ano seguinte viria a confirmar a tendência de 2001 e Januray Jones surgiria em destaque no filme Full Frontal. No ano seguinte deu finalmente o salto. Entraria em Love Actually, juntamente com uma vasta serie de belas actrizes, e também em American Wedding e Anger Management, duas das comédias mais rentáveis do ano.
Este ano começou bem para Januray Jones. Recuperou da crise amorosa em que se instalara e para gáudio das revistas, tem uma relação aparentemente saudável com o músico Josh Groban. Ao mesmo tempo já teve um desempenho interessante em Dirty Dancing 2 enquanto se prepara para estrear na televisão a serie Love´s Enduring Promise.
Januray Jones é uma daquelas actrizes que tem talento, mas que peca por ser menos aproveitada do que de certo devia. Provavelmente se algum realizador lhe der uma oportunidade como elemento principal, as nossas suspeitas de que ali há talento se confirmem.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Amanda Bynes

O trono de rainha de teen-queens tem sido alvo de grande luta no último ano e meio. Amanda Bynes é uma das mais fortes candidatas. A pequena actriz de What a Girl Wants, é hoje uma das mais promissoras actrizes de Hollywood. 
Tem a vantagem de se apresentar como uma rapariga normal, sem vicios e com uma enorme vontade de trabalhar. É a miss maturidade que vem do outro lado do Atlântico...

Californiana de gema, Amanda Bynes veio ao mundo a 3 de Abril de 1986 em Thousand Oak, uma localidade não muito longe de Hollywood, onde hoje brilha a grande altura.
Ao contrário de muitas das meninas-prodigios que abundam na "meca do cinema", Amanda começou na televisão e não no teatro, quando com 7 anos rodou um anúncio para a marca Nestlé. Mas, de facto, representar estava na sua natureza. Cedo entrou em várias peças de teatro locais, sendo por várias vezes elogiada pela crítica, especialmente aquando da sua representação do clássico To Kill a Mockingbird. Com apenas 9 anos foi convidada a entrar no elenco de All That, uma serie de TV de bastante sucesso. Ainda hoje a jovem Amanda diz que as pessoas têm dificuldade em assumir que ela cresceu, mas quem olha para a Amanda de hoje nunca teria essa dúvida!


O grande salto deu-se quando a jovem Amanda tinha apenas 13 anos. Foi aí que lhe deram a oportunidade de ter o seu próprio show de TV, o "The Amanda Show". A sua personagem tinha tido tanto sucesso na serie de TV que o estúdio achou que um show só dela seria bom para as audiências. Foi de facto bom para o estúdio, mas essencialmente para Bynes. 
No entanto, ao contrário de algumas potenciais "rivais" na corrida ao trono de modelo da juventude feminina norte-americana, Amanda era o mesmo fora e dentro do ecrãn. Aluna de 20´s, terminou o liceu com facilidade e sempre assumiu que preferia seguir o modelo que os pais lhe tinham ensinado, a deixar-se corremper pela vida de luxo de Hollywood.


Em 2002 deu o salto para o cinema no filme Big Fat Liar, onde entra ao lado de Frankie Muniz, outra estrela ascendente na cidade. O filme foi um sucesso e rapidamente choveram convites para novas comédias ligeiras. Foi aí que surgiu a hipótese de Amanda ser a estrela de What a Girl Wants, o filme que a catapultou definitivamente para o estrelato. Nesse filme, em que ela protagoniza, tendo como "pai" o actor Colin Firth, a jovem representa a all-american jovem que descobre que o pai é um politico inglês que está a concorrer a umas eleições. Surge o dilema de encontrá-lo, destruindo assim a sua candidatura, ou esperar a altura certa. O filme foi um grande sucesso e Amanda Bynes foi nomeada para vários prémios.


Hoje a sua carreira avança a passos largos. Não só entra na serie What I Like About You, como se prepara para entrar em dois projectos aliciantes. Em Robots, um filme animado, dá a voz a uma das personagens principais, enquanto que em Lovewrecked, é de nova a estrela de uma comédia romântica com o habitual happy-end.
A sua vida pessoal, tal como a sua carreira, tem sido muito bem gerida. Longe de entrar em escândalos, que já destruiram algumas carreiras promissoras de jovens da sua idade, Amanda mantem um low-profile admirável. Até há bem pouco tempo abriu uma excepção ao divulgar publicamente um namoro relampago com o colega de serie, Nick Zano, mas passado poucas semanas já tudo tinha terminado.
O seu low-profile tem-lhe custado, segundo muitos, pontos na corrida contra nomes como Lindsay Lohan ou Hillary Duff, mas a jovem não parece querer voltar atrás na sua decisão: ser uma actriz madura e nada mais!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Alison Lohman

Apesar de parecer ainda uma jovem, Alison Lohman leva na bagagem alguns anos de experiência e muitas provas dadas do seu talento. A sua beleza quase angelical e a sua capacidade de se desmultiplicar em personagens de diferentes idades, fazem dela uma das mais requisitadas actrizes do momento. E qual sereia, aqueles que ela capta com aquele olhar de anjo perdem-se para todo o sempre...

Quem diria que Alison Lohman nasceu em Setembro de 1979 e tem portanto 25 anos de idade? Pelo menos não aqueles que a viram como a filha de 14 anos de Nicholas Cage em Matchstick Men. Nem os restantes. Alison Lohman não aparenta, nem de longe nem de perto, a sua verdadeira idade. Para aqueles que ainda a vêm como a adolescente com cara de anjo, informa-se que Lohman tem já uma carreira bem lançada, tendo entrado, para além no filme de Ridley Scott, no fenómeno de Tim Burton que foi Big Fish. Mas vamos por partes.


Lohman nasceu em Palm Springs na Califórnia. Começou a representar aos 9 anos de idade, e venceu o primeiro prémio de representação quando tinha apenas 11 anos. No entanto a jovem também sabia cantar e dançar, o que lhe abriu diversas portas no mundo do espectáculo. Recebeu vários prémios ainda quando andava no secundário, ganhando mesmo uma bolsa de excelência que recusou, por preferir uma aventura no mundo do cinema, em Hollywood. A sua experiência como cantora ajudou-a a pertencer a coros que acompanharam nomes como Frank Sinatra ou Bob Hope nos últimos albums.


Estreou-se no cinema em 1998, com 17 anos no filme Kraa! The Sea Monster. Foi rapidamente descoberta pelos caça-talentos e o ano seguinte foi em cheio para a jovem californiana que entrou em 3 diferentes peliculas. Em The Thrirteen Floor, The Auteur Theory e Planet Patrol. Apesar de nenhum destes filmes ser um titulo facilmente reconhecível aos espectadores, foi essa experiência de base que lhe deu um estatuto importante.
O ano seguinte foi igualmente de muito trabalho, tendo entrado na sua primeira serie de TV, Tucker. Além do mais entrou em The Million Dollar Kid, o seu filme mais importante do ano. O ano seguinte foi em tudo igual a 2000, com a participação na serie Pasadena a valer-lhe um casting para o filme de Kevin Costner Dragonfly. No filme Lohman fez de uma jovem com cancro e teve de rapar o seu longo cabelo loiro. No final as cenas acabaram por não entrar no filme mas obrigaram-na a usar uma peruca no seu projecto seguinte, o primeiro grande sucesso que teve: White Oleander.


Nesse poderoso drama, Alison Lohman pode trabalhar pela primeira vez com nomes consagrados como Michelle Pfeifer e René Zellweger. O seu papel foi largamente elogiado pela critica e acabou por ser decisivo na escola de Ridley Scott, que procurava uma rapariga que pudesse passar por 14 anos, embora nãos os tendo. Alison tinha 22 mas de facto não parecia e o realizador não teve pejo em dar-lhe o papel de Angela, a filha do vigarista representado por Nicholas Cage. O filme foi um sucesso e no final todos os que o viram sairam da sala com a bela Alison na cabeça. 


A sua carreira tinha finalmente começado. Ainda os espectadores a lembravam pelo filme de Scott e já ela surgia de novo, agora no poético papel de Sandra, a paixão de Ewan McGregor no filme Big Fish. Apesar de isso não ser muito comum na filmografia de Burton, a verdade é que a luz que irradiava do olhar de Lohman tornou-se um dos pontos altos do filme. A jovem actriz recebeu o merecido aplauso da crítica e prepara-se agora para continuar a sua evolução ao lado de um outro talento em potência, Gabriel Garcia Bernal e Sam Shepard em The King.

domingo, 17 de setembro de 2017

Hilary Duff

Acusada de viver eternamente no universo dos filmes para jovens adolescentes, Hilary Duff levou a extremos a imagem de teen-queen. A maior parte dos cinéfilos concorda que a sua carreira ficará eternamente presa às personagens que a actriz cultiva constantemente, mas alguns avisam que quando Hilary Duff der o salto, se tornará numa actriz muito interessante...

É jovem, muito jovem, mas soube gerir até agora a sua carreira de tal forma que já é uma das actrizes mais ricas de Hollywood. A vida tem corrido de facto muito bem para Hilary Duff.
Com 17 anos, nasceu a 28 de Setembro de 1987 no estado do Texas. Começou a carreira com 6 anos no mundo do teatro infantil, mostrando desde cedo capacidade não só para representar, mas igualmente para dançar e cantar, o que a tornou numa jovem bastante versátil. Surgiu pela primeira vez junto do grande público em 1997 na serie True Women, mas só em series como Casper Meets Wendy e The Soul Colector, no ano seguinte, é que conseguiu alguma notoriedade.


O grande salto foi dado quando venceu o casting para apresentar um programa no canal Disney. O programa era The Lizzie Maguire Show e foi um sucesso imenso, tornando-se num dos programas mais vistos nos canais por cabo em todos os estados norte-americanos. Rapidamente Hilary Duff colou-se à personagem Lizzie Maguire, indo agora na terceire serie de episódios. Para reforçar ainda esta associação protagonizou as aventuras da jovem adolescente no cinema, num filme, The Lizzie Maguire Movie, que estreou no último Verão, tendo curiosamente sido um dos grandes exitos da estação quente, contra todas as expectativas.


No entanto, apesar do sucesso da sua personagem,Hilary Duff entrou também em várias outras comédias para adolescentes - há quem diga mesmo para pré-adolescentes - como Agent Cody Banks, Cadet Kelly e Cheaper By the Dozen. 
Já neste ano protagoniza mais um dos sucessos de Verão, em The Cinderella Story e prepara-se para apresentar também Raise Your Voice, The Perfect Men e Outward Blonde.


No entanto nem só da representação vive a jovem Hilary que em 2002 lançou o seu primeiro album, Methamorphosis que saltou de imediato para o top de vendas com o êxito So Yeasterday a dominar nas tabelas de singles. A versatilidade de Hilary Duff tem compensado, já que criou uma verdadeira gama de produtos à sua volta, consumidos furiosamente pelos mais jovens adolescentes da América. Um modelo para as jovens americanas, que vêm nela a amiga e sincera Lizzie Maguire, e uma das mulheres mais desejadas para os jovens americanos, que destacam mais depressa as evoluidas curvas do seu corpo - há quem fale em operações plásticas para o aumento dos seios da jovem actriz/cantora - em detrimento do seu talento.


Mas a polémica estala quando se fala no que é de facto Hilary Duff. Os mais criticos rotulam-na apenas como um produto de marketing, criado à volta da marca Disney, tal e qual como aconteceu com Britney Spears. Os criticos dizem que será incapaz de dar o salto para personagens maturas, e ficará eternamente colada em papeis de menina adolescente.
Os seus apoiantes indefectiveis dizem apenas que com 17 anos ela tem tempo. Para já deve preocupar-se em fazer o que gosta e quando surgir a oportunidade de saltar para um outro nível, ela não desiludirá.
A verdade só virá com o tempo.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Alexis Bledel

Alexis Bledel é uma adolescente atípica num país em que a beleza fisica se sobrepõem a qualquer outro critério. Não deixa de ser bela, mas é na representação onde encontramos a verdadeira aposta da sua carreira. Alexis é um nome a memorizar até porque o Hollywood tem a certeza que ainda ouviremos falar muito dela.
Que melhor actriz para começar a nossa rúbrica do que uma mistura explosiva de beleza e talento como Alexis Bledel...

Nascida no Texas, esta jovem actriz de apenas 22 anos (16/9/82) tem vindo a conseguir encontrar o seu espaço na Meca do Cinema. 
De ascendência hispânica (pai argentino e mãe mexicana) a jovem Alexis teve o espanhol sempre como primeira lingua. Só aprendeu inglês quando chegou á escola. Isso contribuiu para fazer da pequena Alexis uma rapariga muito timida. Foi a pensar nisso que os pais insistiram para que entrasse com apenas 8 anos numa peça de teatro local. A sua performance foi muito bem conseguida e não tardou em ser recrutada para o mundo da Moda, tendo desfilado em Nova Iorque e Toquio.
Foi apenas com 19 anos que chegou a oportunidade de passar das passereles para a representação, a sua verdadeira paixão.


Em 2000 foi convidada para fazer o piloto da serie Gilmore Girls. Ficou com o papel de protagonista e rapidamente criou grande empatia com o público tendo sido uma das razões para o sucesso da série.
Depois de ter sido a estrela de Gilmore Girls (a maior parte da nova vaga de actrizes tem as series de TV como uma escola importante), a jovem Alexis entrou no filme Tuck Everlasting em 2002. A actriz já vinha rotulada de menina-bonita e no filme de Jay Russell, brilhou ao lado de um elenco de luxo que contava também com William Hurt e Sissy Spacek. O filme não só a consagrou definitivamente com actriz com potencial, como aumentou ainda a sua fama junto do público, que continuava a segui-la na serie Gilmore Girls. 
A sua fama esteve de tal forma em alta que nesse ano a revista People designou-a uma das 25 actrizes mais sensuais com menos de 25 anos em Hollywood.


No entanto quando todos esperavam que a jovem Alexis aproveitasse a onda da fama, ela surpreendeu meio mundo. Durante dois anos dedicou-se de corpo e alma á serie de TV, granjeando um estatutode destaque dentro da Warner Bros que já considera como hipótese viável criar uma sitcom só para ela, como aconteceu com outras teen-actresses.
Só em 2004 é que voltaria ao cinema no filme DysEnchanted, uma comédia em que sete heroinas se reunem uma vez por semana para fazerem terapia. Alexis representava Goldilocks nesta interessante comédia e foi aplaudida no festival de Sundance. 


De facto foi só este ano que Bledel entrou definitvamente no cinema. Depois do sucesso de DysEnchanted, a actriz entrou em mais dois filmes que se encontram em pós produção - Bride and Brejudice, realizado pela autora de Bend it Like Beckham, e também The Orphan King. 
Para além disso o próximo ano também promete novidades. Além de estar no fabuloso elenco de Sin City, a aventura de Robert Rodriguez, Frank Miller e outros nomes de culto, em Sisterhood of the Travelling Pants a actriz tem lugar de destaque assegurado.


Reservada, Alexis Bledel tem uma caracteristica pouco comum nesta nova vaga de raparigas sensuais: a vida privada é mesmo privada.
O seu nome não surge nas revistas ao lado de novos companheiros desde que começou uma relação com o seu colega de Gilmore Girls, o actor Milo Ventimiglia. Já teve ofertas de revistas como a Maxim ou a QG para posar, mas recusou sempre. Diz ela que ser actriz é a sua vocação e que não vê necessidade desse tipo de exposição. Um modelo de vida ou uma mensagem ás suas potenciais rivais que disputam o trono de teen-star nos EUA, uma guerra mais tensa que a disputa de rainha no baile de finalistas.


Na verdade Alexis Bledel é quase um inicio atípico para a nossa rúbrica. Apesar de extremamente bonita, a jovem prima mais pelo seu talento do que pela exuberância fisica. Bledel tem todas as hipóteses de ser aquele tipo de actriz que acaba mesmo por singrar pelo seu talento, em vez de pela sua beleza. E como todos sabemos isso tem as suas vantagens, porque a carreira de actriz é para uma vida inteira. Algo de que muitas jovens actrizes ainda não parecem ter-se apercebido.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Eva Green

Fez apenas um filme até ao momento mas já é uma celebridade em França e uma das maiores promessas do cinema europeu.
Destacou-se no seu filme de estreia por ter passado mais tempo nua que vestida, mas mostrou ter pujança de actriz. Afinal é preciso ter caracter para mostrar tudo. E foi o que ela fez. Sem preconceitos...

Nasceu em Paris a 5 de Julho de 1980 e é filha de Marlene Jobert, uma das actrizes mais respeitadas em França. 
Começou a sua carreira no mundo do teatro onde venceu o prémio Moliere de 2002 para a melhor estreante. Foi a primeira vez que o mundo ouviu falar de Eva Green. Primeira, mas definitivamente não a última.


Ainda em 2002 fez o casting para o filme que marcava o regresso de Bernardo Bertolucci. O filme era The Dreamers e ficou com o papel de imediato. O realizador apreciou a sua forma, mas também o seu ar de mulher emancipada. Tinha apenas 22 anos.
Quando o filme estreou, era o seu nome que andava na boca do mundo. Não é que logo no primeiro filme, a jovem actriz tinha tido o despudor de surgir diante das camaras, durante a maior parte do filme, completamente despida, sem qualquer pudor em esconder zonas mais intimas? 
A principio foi o escândalo claro. Mesmo em França onde a nudez no cinema é habitual, o nivel de nudez - e a temática - deste filme, foi criticado com severidade. Mas no final, tendo o corpo sido esquecido e a actriz relembrada, todos estiveram de acordo: havia actriz.


Eva Green deu assim os primeiros passos no cinema. Como as suas compatriotas Luduvine Saigner, Virgine Ledoyan, Sophie Marceu, Emmanuelle Beart ou Isabelle Adjani, sabe aliar o talento à sua enorme beleza, o que é sempre um trunfo. Trunfo que lhe permitiu saltar para o cinema norte-americano. O seu próximo projecto é Kingdom of Heaven, o filme que Ridley Scott quis fazer sobre as cruzadas. Não se espera ver de novo Eva Green tão despida, nem aí nem em Arsene Lupin, o seu próximo filme em francês. Aliás, é natural que esta polémica desapareça com o tempo.
Mas que foi uma estreia diferente, lá isso foi.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Evan Rachel Wood

Apelidada como a mais talentosa e bela actriz jovem de Hollywood, o seu desempenho em Thirteen trouxe o nome de Evan Rachel Wood para a ribalta. A jovem que se tornou conhecida na serie Once Again, continua a surpreender pela qualidade das suas prestações. Não admiraria que aqui estivesse uma verdadeira estrela em potência...

Menina bonita do sul dos Estados Unidos, Evan Rachel Wood nasceu a 7 de Setembro de 1987 em Raleigh na Carolina do Norte.
Apesar da sua tenra idade - 17 anos apenas - é actriz profissional desde os seus 7 anos, altura em que entrou no mundo da televisão. 
Mas curiosamente poderia ter-se estreado no mundo do cinema, se não tivesse perdido para a sua rival Kirsten Dunst, o papel de jovem no filme Interview with the Vampire. Mas por vezes os grandes nomes começam com uma derrota para aprenderem com ela e foi exactamente isso que aconteceu com a jovem actriz.


Depois de ter perdido o seu primeiro papel, Evan Rachel Wood preferiu rumar à televisão, e logo no seu primeiro ano como profissional surgiu em duas séries, Search for Grace e In the Best of Families.
No ano seguinte, acentuando esta sua tendência para preferir a tv, apesar de já ter convites para rumar a Hollywood, surgiu em Father for Charlie e Death in Small Doses. No ano seguinte, ainda não tinha chegado aos 10 anos e já acumulava participações em mais series, incluindo The Barbara Mandrell Story.


O salto para o cinema surgiu em 1998, quando tinha 11 anos de idade. O filme foi Digging to China, e apesar de não ter sido um sucesso acabou por ser um interessante ponto de partida. 
Até 1999 ainda entrou em mais dois filmes - Pratical Magic e Profiler - e numa serie de televisão chamada Down Will Come Baby. 
Foi ao chegar a 1999 que a jovem teve a oportunidade de dar o salto para o estrelato, ainda na TV, ao entrar na aclamada serie Once and Again.
A serie de grande qualidade, deu-lhe uma maior projecção do que se tivesse adoptado por uma carreira de pequenos filmes em Hollywood, e consagrou-a como uma das maiores sensações entre a representação juvenil. 


Só a partir de 2001, e já com nome feito na praça, é que Evan Rachel Wood adoptou definitivamente o cinema como a sua área de eleição.
O seu primeiro filme com algum destaque foi Litlle Secrets, seguindo-se de imediato Simone, um filme muito interessante onde teve a oportunidade de trabalhar ao lado de Al Pacino. Já em 2003 Evan Rachel Wood explodiu definitivamente ao protagonizar o filme Thirteen. Ao lado de Holly Hunter, que acabou por ser nomeada ao óscar, a jovem actriz faz um desempenho notável e mostra que para a sua tenra idade - tinha 16 anos - têm um talento notável.
Nesse mesmo ano entrou igualmente em The Missing, ao lado de Cate Blanchett e Tommy Lee Jones. 


Evan Rachel Wood é de facto um nome que iremos ouvir nos próximos tempos. Para o próximo ano tem já preparado três projectos distintos. Entrará ao lado de Edward Norton em Down in the Valley, será uma das estrelas de Pretty Persuasion e também de The Upside of Anger.
Tida como um valor já confirmado, Evan Rachel Wood tem ainda muito que caminhar até chegar ao estrelato. Mas nos anos de carreira que já leva, deu sempre provas do seu valor. Ninguém espera que isso deixe de acontecer nos próximos tempos.

sábado, 9 de setembro de 2017

Gene Tierney

Actriz notável mas essencialmente uma das mais belas mulheres que alguma vez entrou num filme. O seu nome acabou por ficar esquecido por muitos, mas aqueles que ainda se recordam do seu primeiro plano no filme Laura sabem que Gene Tierney nasceu para ser uma estrela.


Nascida a 19 de Novembro de 1920 em Brooklyn, desde pequena que Gene Tierney estava fadada para brilhar mais alto que todas as mulheres. E durante algum tempo de facto, assim o foi.

Educada junto da elite da costa Leste, desde cedo que ser actriz estava nos planos da jovem rapariga. Representava para os pais e amigos e tinha já aquele jeito que acabaria por celebrizá-la em Hollywood: o olhar de pequena menina mimada.
Depois de ter ido estudar para a Europa, como era comum à época, Gene passou a frequentar a Broadway começando mesmo a entrar em algumas peças. Ganhou destaque imediato pela sua beleza fisica, e rapidamente deu o salto para o cinema.


Foi Darryl Zanuck, produtor da Fox com olho para descobrir beldades, quem a levou para Hollywood. O seu primeiro papel de destaque surge logo em 1940 no filme Hudson´s Bay. No ano seguinte ia surgir ao lado do já consagrado Henry Fonda em The Return of Jesse James. Nesse ano fez ainda mais 5 filmes, o mais celebre tendo sido Belle Star. As suas interpretações eram elogiados por toda a critica que exigia à Fox que apostasse nela para um filme de destaque.


Foi preciso esperar por 1943 para isso acontecer. O realizador Ernst Lubitsch estava á procura de uma actriz talentosa e bonita para completar o elenco do seu O Céu Pode Esperar - Heavan Can Wait. Tierney foi a escolhida e a sua interpretação tornou-se um dos aspectos mais importantes do filme. Mais uma vez teve a critica a seus pés. 
O ano de 1944 foi o da sua consagração como actriz e estrela. Foi o ano de Laura, filme de Otto Premminger em que ela é uma mulher cobiçada por três homens, um detective, o seu mentor e um artista. A cena em que ela surge pela primeira vez, depois de já a termos visto através de um quadro enorme, é de tal forma forte, que ainda hoje é a imagem de marca do filme. 
No mesmo ano surgiu a consagração ao conseguir a sua nomeação para o óscar de Melhor Actriz pelo seu papel de mulher fatal e maquiavélica em Leave Her To Heaven. Não ganhou mas o nome de Gene Tierney tinha ganho o seu lugar na elite de estrelas.


The Ghost and Mrs Muir, o filme em que contracena com Rex Harrison é mais um a juntar ao leque de grandes titulos com a actriz, à altura tida como a mulher mais sensual de Hollywood. Não espantou portanto que se tivesse envolvido com um senador pouco conhecido mas com um futuro marcante: J.F. Kennedy.
Durante a década de 50, Gene Tierney continuou a brilhar em filmes como The Left Hand of God, Night and the City ou Plymouth Adventure, voltandoa ser nomeada aos óscares, sem no entanto nunca ter ganho.


Só que havia um lado obscuro para lá de todo este glamour.
O casamento falhado com Oleg Cassini e o nascimento em 1943 de uma filha deficiente mental, levou Tierney a tomar doses excessivas de compridos. Entregou-se então à devassidão, tendo múltiplos amantes, sendo mesmo conhecido na altura como a mulher mais fácil de Hollywood. Rapidamente caiu em depressão e foi hospitalizada.

Quando tentou um come-back em 1962, falhou por completo. A sua grande arma, a beleza, começava a desaparecer e os sinais de depressão ainda estavam na cabeça de todos. O último filme que acabou por fazer foi em 1964 em The Pleasures Secrets. Nunca mais voltou a um filme, tendo no anos 80 aparecido em algumas series de TV como actriz convidada.


Apesar das sucessivas depressões e internamentos, Gene Tierney viria apenas a morrer em 1991, com 71 anos de idade, resultado de um enfizêma.

Apesar de hoje não ser uma das actrizes que mais depressa vem à cabeça dos cinéfilos, talvez por não ter tido a mesma propaganda que outras suas rivais à época Gene Tierney foi uma das maiores actrizes de sempre do cinema norte-americano. E se isso não bastasse, podemos dizer que foi igualmente uma das mais belas.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

James Stewart

James Stewart é hoje reconhecido como um dos maiores actores de todos os tempos. No entanto, durante os seus mais de 30 anos de carreira ele nunca foi visto como uma estrela. Foi sempre uma pessoa humilde e resoluta, muito semelhante às personagens que representou. Não havia homem mais digno para abrir a rúbrica Hall of Fame.

Nascido na pequena cidade de Indiana a 20 de Maio de 1908, James Stewart viria a ser uma das maiores lendas do cinema americano.
Mas na sua juventude estava longe de o saber. Gostava de brincar como mágico, e cedo pensou que a sua vocação era a arquitectura. Foi então estudar para Princeton, uma das mais reputadas faculdadades norte-americanas. Lá conheceu Joshua Logan, mais tarde realizador de vários filmes de sucesso entre os quais estão Picnic e Bus Stop, que o convenceu a juntar-se à University Players. Lá descobriu muitos dos grandes talentos da sua geração e começou uma amizade que duraria até à morte com Henry Fonda.
Margaret Sullavan, mulher de Fonda, deu-lhe o primeiro empurrão para entrar no cinema onde Stewart começou por fazer papeis em musicais e vaudeville. No entanto o seu jeito algo desengonçado de rapaz honesto de provincia vinha mesmo a calhar num período em que, fruto do New Deal, era importante recuperar a auto-estima do americano comum, que encontrava no cinema o escape de uma vida de tristeza.
Foi assim que começou, de um momento para o outro, a relação mais espantosa que o cinema já conheceu entre um realizador e um actor. Frank Capra, à altura presidente da Academia e conceituado realizador viu em Stewart o seu molde de homem: honesto, capaz de suportar com todos os problemas, ajudar os amigos e mesmo assim sair vencedor no final.


Em 1938 Stewart consegue o seu primeiro papel de destaque em You Can´t Take It With You. No filme Stewart era o filho honesto de um milionário sem escrúpulos, e acaba por apaixonar-se por uma rapariga pobre de uma família um pouco "alternativa". A notável interpretação, se bem que ainda secundária, recebeu elogios de todos os lados. Capra gostou do que viu e lançou-o às feras no ano seguinte no seu Mr Smith Goes To Washington. Neste belo filme, um dos melhores de sempre, Stewart é mágica na forma como dá vida a Jefferson Smith, um jovem idealista que se torna congressista apenas por ser vist pelo manda-chuva do seu distrito como alguém fácil de domar. No entanto, com a ajuda da sua secretária, o jovem congressista consegue perceber a podridão que se tinha instalado em Washington. O filme arrebatador num duelo um contra todos que ficou para a história, consagrou definitivamente Stewart, que nesse ano ganhou vários prémios pela sua interpretação. Na cerimónia dos óscares era o grande favorito mas a vitória acabou por sorrir a Robert Donat. Injustamente clamaram todos.


De uma forma ou outra a sua carreira estava lançada. As suas personagens, que eram quase o reflexo da sua forma de estar, cativavam o público. Foi assim em The Shop Around the Corner de Ernst Lubitsch e em Philadelphia Story, ao lado de uma dupla de luxo: Cary Grant e Khatarine Hepburn. A Academia, como recompensa pelo óscar perdido em Mr. Smith, declarou-o vencedor, num ano em que Stewart afirmou que deveria ter sido o seu amigo de sempre, Henry Fonda, a triunfar.


Quando a 2º Guerra Mundial chegou aos EUA, Stewart foi o primeiro actor a alistar-se. Era tão amado que o exército recusou a inscrição por ter medo que algo lhe acontecesse. James foi teimoso e conseguiu fazer parte das hostes Aliados. Durante a 2º Guerra foi um exemplo de comando e liderou várias missões com grande sucesso. Acabou a guerra no posto de tenente-coronel, e conquistou a estima de todos os soldados.
Quando voltou a Hollywood, em 1945, tudo tinha mudado. As personagens que agora cativavam o público eram duras e cínicas, inspiradas no modelo imposto por Humphrey Bogart. Parecia já não haver espaço para os homens honestos e cheios de principios que Stewart normalmente encarnava.
Mesmo assim, foi dele quem Frank Capra se lembrou (como conta deliciosamente na sua biografia O Nome Sobre O Título), para o papel principal em It´s a Wonderful Life. Stewart aceitou de imediato e viveu aqui a sua maior personagem, naquela que ficará para a história como a maior personagem de sempre: George Bailey.
Neste filme, puramente capriano, Stewart foi sublime na pele de um homem que abdica de tudo em prole dos outros, e que, quando perde a vontade de viver, tem a possibilidade de ver como seria o mundo se nunca tivesse nascido. Num filme que é um hino à poesia cinematográfica, James Stewart conseguiu a melhor interpretação da sua carreira. Só que o público parecia não ir em contos de fadas e It´s a Wonderful Life foi o maior falhanço do ano. Seria mais tarde ressuscitado pela televisão e hoje é um dos titulos mais aclamados de sempre.


Foi o canto do cisne para Frank Capra, mas não para Stewart. O actor, agora com 40 anos, percebeu que se o público tinha mudado, então também ele deveria mudar.
Começou então a promover alterações nas personagens que escolhia. Do tipico americano honesto passou a desempenhar papeis de homens duros, cinicos, mas com um bom coração que no final os levava pelo caminho certo
Seguindo esta nova abordagem, começou a sua associação com outro mestre do cinema, Alfred Hitchock. Em 1948 brilhou no filme Rope. Voltaria a trabalhar com o mestre do suspense mais três vezes. Mas lá chegaremos.
Em 1948 casa com Gloria Hatrick McLean e decide passar a negociar os contractos com uma percentagem dos lucros dos filmes em que entra. Isso provou ser uma boa medida porque até meados dos anos 60 todos os filmes em que entrou provaram ser um sucesso.


No início da década de 50 o novo Stewart provou ser tão cativante como o antigo. Em Harvey consegue mais uma nomeação ao óscar, e no mesmo ano protagoniza Winchester 73. Seria o seu primeiro western ao lado de Antonhy Mann. Em 1953 seria a estrela do notável Naked Spur e três anos depois protagonizaria The Man From Laramie. Stewart continuou a fazer westerns mas desta feita ao lado de John Ford que viu nele o complemente perfeito para John Wayne. Em 1962 Ford conseguiu um dos seus melhores filmes com esta dupla de actores em The Man Who Shot Liberty Valance. Ganharia mais uma nomeação ao óscar, a sua 7º e última.
Pelo meio tinham ficado três obras-primas ao lado de Hitchcock, em Rear Window, The Man Who Knew To Much e acima de tudo Vertigo, uma das maiores obras primas do cinema. Aí Stewart iria representar ao nível da perfeição e seria elevado a estrela pelo grupo francês do Cahiers do Cinema, à época num processo de revalorização de estrelas do cinema americano deixadas de lado pelo star-system. Stewart, que nunca mais voltou a vencer um óscar, apesa de por três vezes ter sido o melhor do ano, viu assim o seu talento ser reconhecido do outro lado do oceano.


Mas para o Stewart homem isso não era relevante. A importância que dava a prémios era tal que, depois de em 1940 ter recebido o óscar, o enviou para o pai em Indiana que a expôs na sua barbearia. E aí continuaria até à morte do pai do actor. 
Jimmy Stewart começou a deixar o cinema nos anos 60, logo após Liberty Valance. Voltaria em ocasionais papeis mas nunca orquestrou um "come back" como muitos actores fizeram. Viveu a sua vida tranquilamente com a sua esposa e os seus dois filhos (a mulher tinha dois filhos de um casamento anterior e foi a morte de um, no Vietname, que mais marcou a vida de Stewart depois de ter deixado o cinema), e manteve-se como um exemplo de humildade, coragem e integridade.
Quando Gloria Stewart faleceu em 1994, a sua vida começou a deixar de fazer sentido. Jimmy estava a ficar doente e, sem a companheira de sempre perdia a vontade de lutar. Finalmente, no Natal de 1997, o cancro derrotou-o e tirou ao mundo um dos seus maiores vultos.


James Stewart como actor foi um exemplo a seguir. Os seus papeis marcaram a letras de ouro a história do cinema. Mas o James Stewart homem ficará bem mais presente na mente dos homens. A humildade e a sua forma de encarar a vida eram e serão sempre, o exemplo a seguir.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Emmy Rossum

Talento e beleza não lhe faltam, mas o mais curioso é saber que com apenas 17 anos, Emmy Rossum é já uma das actrizes mais pretendidas pelos estúdios de Hollywood. E não é para admirar porque detrás daquela face ternurenta, está uma actriz já feita...

Nasceu em 1986 em Nova Iorque e desde pequena esteve ligada ao mundo da representação. Aos 12 anos deu o salto para a televisão onde fez várias séries, entre as quais Only Love, A Will of Their One, Grace and Glorie e Genius. 
O talento já lá estava, em forma de pequena beldade, e por isso não surpreendeu ninguém que Emmy Rossum saltasse para o cinema tão rapidamente. Foi em 2000 no filme Songcatcher. Saiu-se bem, e sem o saber, deu inicio a uma carreira que promete ser fulgurante.


O seu primeiro grande papel no entanto surgiu quando voltou a trabalhar na televisão, em 2001. Fez de Audrey Hepburn enquanto jovem, numa adaptação da vida da actriz, e as semelhanças entre ambas saltaram de imediato à vista. Os estúdios de Hollywood puseram logo os olhos em cima da jovem que se parecia tanto com uma das mais iconicas actrizes de Hollywood, que nesse mesmo ano fez mais dois filmes: American Rhaposody e Happy Now.


Depois de só ter feito um filme em 2002 - Passionada - Emmy Rossum teve em grande destaque no ano de 2003. Foi a filha de Sean Penn no notável Mystic River e a protagonista de Nola, um excelente filme de Alan Hurska, uma especie de conta-de-fadas moderno.
Em 2004 pudemos voltar a ver a jovem actriz ao lado de Jake Ghyllenhall em The Day After Tomorrow.


Para o futuro esperamos vê-la na adaptação de Joel Schumacher do mitico Phantom at the Opera, onde vai estar ao lado do talentoso Gerard Butler, e fala-se nela também para entrar no próximo filme de Jurassik Park. Mas a verdade é que apesar da sua folha de serviços não ser cravejada a ouro, os seus 17 anos - faz 18 em setembro - dão-lhe uma margem de progresso inimaginável. E nós cá ficaremos à espera para ver.

domingo, 3 de setembro de 2017

Adriana Esteves

Adriana Esteves (1969) é uma atriz brasileira da Tv Globo com grande currículo em novelas na televisão. É casada com o ator Vladimir Brichta. Adriana Esteves Agostinho Brichta nasceu no Rio de Janeiro. Começou a sua carreira na TV com a novela “Top Model”(1989), depois de tentar a profissão de modelo.
A partir de então, participou de uma sucessão de novelas, sempre com atuações elogiadas pela crítica: “Pedra sobre Pedra” (1992), “Renascer” (1993), A “Indomada” (1997) “Torre de Babel" (1998), nesta última, ganhou destaque interpretando a vilã Sandra. Na novela “O Cravo e a Rosa” (2000), fez par com ao ator Eduardo Moscovis e teve atuação elogiada em mais um papel humorístico. Depois, trabalhou na novela “kubanacan” (2003), grande sucesso no horário das 19 horas.
Em “Coração de Estudante” (2002), contracenou com o ator Vladimir Brichta, com quem é casada e teve um filho, Vicente, nascido em 2006. Adriana Esteves atuou no cinema, com destaque para os filmes "O Trapalhão e a Luz Azul” (1999) com o humorista Renato Aragão e “Trair e Coçar é Só Começar” (2006). Em seriados na televisão, teve a sua melhor atuação em “Dalva e Herivelto - Uma Canção de Amor”, quando interpretou a cantora Dalva de Oliveira. Por esta atuação, foi indicada ao Prêmio Emmy Internacional, em 2010. Em 2012, Adriana Esteves ganhou o papel principal, interpretando a vilã Carminha na novela “Avenida Brasil”.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Angelina Jolie

Assumidamente a grande sex-symbol deste início de século, Angelina Jolie é também uma das actrizes mais promissoras da sua geração. A filha do também grande actor Jon Voight, foi já galardoada com um óscar e tem uma carreira de sucesso pela frente. Resta saber se Angelina Jolie vai saber equilibrar os filmes da "sex-symbol" com os filmes da actriz...

Nascida de uma estrela, a jovem Angelina Jolie Voight soube, também ela e a seu tempo, tornar-se numa.
Viu a primeira luz da vida a 4 de Junho de 1975, e tudo indicava que o seu futuro seria guiado pelas estrelas mais brilhantes. Na verdade, com apenas 29 anos, Angelina já fez de tudo um pouco. Teve alguns dissabores na vida mas, para compensar, alcançou o estrelato bem mais cedo do que muitos prognosticavam quando deu os primeiros passos no mundo do cinema.
Apesar de ter sonhado em ser directora de uma casa mortuária quando jovem - Angelina é também conhecida pelas suas extravagâncias - o facto de pertencer a uma familia completamente ligada ao cinema acabou por ser decisiva na escolha do seu futuro. Não só o pai, Jon Voight era um actor consagrado, como também a sua mãe Marcheline Bertrand, e os seus padrinhos - Maximillian Schell e Jacqueline Bisset - eram nomes de vulto da 7º Arte. 


O primeiro papel de Angelina surgiu logo quando esta tinha 7 anos de idade, em 1982 no filme Looking to Get Out, ao lado dos pais. No entanto o divórcio dos pais, levou-a a afastar-se de Hollywood, não estranhando que aos 14 anos iniciasse uma carreira de sucesso no mundo da Moda, sendo uma das princesas das passerelles do final dos anos 80. Entretanto Angelina mostrava o seu caracter multi-facetado. Não só terminou brilhantemente o liceu com apenas 16 anos, como era uma habitual auxiliar do irmão, o realizador James Heaven. Curiosamente, "Angie" - como é tratada pelos amigos - tatuou um H na coxa direita, em homenagem ao irmão e também ao namorado da época, o actor Timothy Hutton. A sua relação profunda como James, chegando ele a ser o seu habitual parceiro em cerimónias, levou mesmo a que se colocasse a hipótese de ambos terem uma relação incestuosa, o que foi categoricamente negado por ambos.


Depois de ter tirado um curso na escola Lee Strasberg - a mais conceituada escola de representação cinematográfica - a jovem modelo virou definitivamente actriz. Em 1993 entrou no filme Cyborg2. Foi no entanto 2 anos depois que finalmente deu-se a conhecer ao mundo em Hackers. O filme foi um relativo sucesso e um bom ponto de partida para o desenvolvimento da sua carreira. No mesmo ano fez ainda Whitout Evidence, e em 1996 seria uma das muitas caras bonitas de Love Is All There Is. A primeira vez que uma interpretação sua criou polémica foi nesse mesmo ano, quando se despiu pela primeira vez num filme: Mojave Moon. Criticada por alguns sectores mais conservadores de Hollywood, habituados a ver nela a filha de Jon Voight, a jovem mostrou que gosta de escandalizar e repetiu a dose em Foxfire. Depois de ter casado nesse mesmo ano com Johnny Lee Miller, Jolie teve de ouvir de novo a crítica, mas desta vez teve resposta à altura.
Acusada por muitos de querer impor-se primeiro pelos seus dotes fisicos e só depois pela interpretação, Angelina deu vida a um excelente papel no tele-filme George Wallace. Estavamos esclarecidos: ali havia actriz.


Em 1998 voltou a ser alvo de polémica ao reprsentar a modelo lésbica Gia Carangi, que tinha morrido pouco antes vitima de SIDA. Não só o seu papel foi exuberante, como também serviu de aviso à indústria. Era preciso começar a alertar as pessoas para o perigo da doença. No entanto, mais uma vez, foram as suas cenas de nus que despertaram a polémica. Ainda em 1998, Jolie entraria no filme Playing By the Heart. O ano seguinte seria atribulado. Divorciaria-se de Miller e entraria em três filmes, que, de uma forma ou outra, acabaram por moldar a sua vida nos anos seguintes. Em The Bone Collector trabalhou ao lado de Denzel Washington e deu pela primeira vez vida ao seu estilo de personagem favorita: uma agente policial com um gosto pelo extravagente. Nesse mesmo ano faria Pushing Tin, onde era apenas um nome do elenco, atrás da dupla Jonh Cusack e Billy Bob Thornton. O filme acabou por ser o ponto de partida para a relação entre ela e Thornton, que ficaria consumada no casamento do ano seguinte. Finalmente, esse foi também o ano de Girl Interrupted. Apesar de no inicio ter passado ligeiramente despercebido, foi aplaudido pela critica e não surpreendeu muita gente que em Março de 2000 ela fosse ao palco do Shrine Auditorium para receber o seu óscar de melhor actriz secundária. Emocionada pelo sucesso súbito, lembrou que era o primeiro óscar em que tocava pois o pai nunca lhe deixara mexer no seu (ganho em 1978 por Coming Home).
Este acabaria por ser o ponto de mudança na carreira de Angelina Jolie.

Em Gone in 60 Seconds, foi uma Angelina Jolie loira a deixar louco Nicholas Cage bem como a audiência, que desconhecia essa sua faceta mais sexy. Repetiu ao dose ao lado de Antonio Banderas em Original Sin e entraria para a história como a actriz que daria vida à mais legendária personagem feminina de video-jogos: Lara Croft.
Depois da polémica à volta de um eventual implante de silicone que ela sempre negou, exigido pelos estúdios para poder representar a personagem, Angelina Jolie encantou os fãs da serie no primeiro filme, voltando dois anos depois a recuperar o papel, em The Cradle of Life. Além de dar vida a Lara, também era ela que fazia todas as cenas de duplos, ganhando assim - tal como Tom Cruise em MI: 2 - um cada vez maior respeito dentro da comunidade cinematográfica.
Entretanto foi também nomeada embaixadora da Boa Vontade pela ONU, tendo mesmo adoptado um pequeno vietnamita que baptizou de Maddox. A sua vida pessoal deu uma volta de 180º quando se decidiu separar de Billy Bob Thornton pondo assim fim a uma das mais carismáticas relações de Hollywood.

Para além do notável desempenho em Taking Lives, Angelina Jolie estará ainda presente em mais dois titulos a ver. Em Sky Captain and The World of Tomorrow ela dará vida a uma comandante de um esquadrão feminino, enquanto que em Alexander ela será Olimpia, a mãe do imperador macedónio. Por fim também contamos vê-la em Mr and Mrs Smith, um thriller a lembrar Prizzis Honour, e a dar a voz a Lola no filme animado da Dreamworks, Shark Tale.

Angelina Jolie não precisa de facto, de introduções. Eleita vezes sem conta como a mais sexy ou a mais bela mulher do Mundo, ela é hoje um simbolo da beleza feminina. Não deixou no entanto de lado a sua vertente mais extravagante que está bem visivel nas inumeras tatuagens que povoam o seu corpo, ou nas suas atitudes de menina-rebelde.
Aos 29 anos de idade esta actriz ainda tem muito para dar ao cinema. Esperemos todos que ela continue a seguir em frente, sem olhar a medos, para que nos acompanhe ao longo da nossa vida com um estilo ao qual só ela consegue dar vida.
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