segunda-feira, 13 de março de 2017

Marido de Cotillard condena rumores "estúpidos"


O marido de Marion Cotillard, Guillaume Canet, reagiu aos rumores de que a sua mulher se teria envolvido com Brad Pitt. Condenou a "fúria dos tabloides" e as "acusações estúpidas e sem fundamento".

Dias depois de Marion Cotillard ter desfeito rumores de um romance com Brad Pitt, o seu marido, Guillaume Canet, sentiu a mesma necessidade de se pronunciar sobre o assunto. "Eu não costumo falar da minha vida privada, que até agora protegi com cuidado... Mas a fúria dos tablóides, a estupidez de pessoas que gostam de se chamar jornalistas e os 'haters' que se sentem mais corajosos atrás de um teclado, levam-me a falar", começa por explicar o ator e realizador francês, numa publicação no Instagram.

Junto de uma imagem de um sinal de perigo, Canet defende "o orgulho, amor, respeito e admiração" que sente por Marion, assegurando que continuam "fortes perante todas estas acusações estúpidas e sem fundamento".

Dirigindo-se diretamente à comunicação social, o cineasta de 43 anos invocou ainda as palavras da sua mulher, que desejou "rápidas melhoras" a quem a tem julgado. "Tal como a Marion disse e bem, espero que melhorem e que aspirem a algo mais na vossa vida para além de escreverem constantemente m...".

A intervenção de Canet surge dias depois de Cotillard, também no Instagram, ter quebrado o silêncio, aproveitando para se declarar ao parceiro de há oito anos e anunciar que está à espera de um segundo filho seu.

Recorde-se que, esta semana, Angelina Jolie pediu o divórcio a Brad Pitt, alegando "diferenças irreconciliáveis". De entre os motivos apresentados pela imprensa internacional para justificar a rutura destacam-se ainda divergências no que diz respeito à educação dos filhos. Pitt foi, entretanto, acusado por alegada violência "verbal abusiva" e "física" para com uma das crianças e poderá ser alvo de uma investigação do FBI.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 8 de março de 2017

Alfred Hitchcock

O mestre do suspense é um nome incontornável na história do cinema. Nos EUA sempre o viram como mais um excêntrico inglês, mas foi na Europa que o seu valor como um dos mais notáveis cineastas de todos os tempos, foi consagrado. Alfred Hitchcock fez-nos ver o que era de facto o medo!

Estava o século XIX a dar os últimos suspiros quando pela primeira vez respirou aquele que viria a ser o maior génio do cinema britânico. Alfred Hitchcock nasceu em Leytonstone, um bairro na cidade de Londres.
Teve uma educação segundos os principios vitorianos da época e sempre esteve destinado a seguir uma profissão popular, como o seu pai que era merceeiro.
No entanto, nos anos 20 Alfred descobriu o cinema e nunca mais o largou.
Nesse ano foi contratado como desenhador de titulos, uma profissão que desempenhou durante dois anos. Em 1923 o realizador do estúdio ficou gravemente doente e o director mandou Hitchcock acabar as filmagens. O filme era Always Tell Your Wife e o seu desempenho como realizador impressionou de tal forma os responsáveis que a partir desse momento Alfred Hitchcock se tornou oficialmente realizador do estúdio. Só que no mês seguinte o estúdio abriu falência e o jovem de 24 anos teve de ir trabalhar como assistente de direcção para Michael Balcon.


Foi preciso esperar até 1925 para que na Gainsborough Pictures lhe dessem finalmente a oportunidade de realizar um filme. The Pleasure Garden foi o título que o acabaria por lançar para a ribalta do cinema britânico. 
Em 1927 chega o seu primeiro grande sucesso, The Lodger. O filme seria também o primeiro de uma série infindável em que o próprio realizador fazia um pequeno "cameo" no início. Tornar-se-ia uma das suas imagens de marca.
Outra seria revelada a François Truffaut numa entrevista concedida nos anos 60. O realizador chamou-lhes "MacGuffins", ou seja o engodo para a narrativa. Todos os filmes do realizador se passaram a distinguir dos demais filmes de suspense exactamente devido aos MacGuffins.
Com Blackmail em 1929, The Man Who Knew To Much em 1934, The 39 Steps em 1935 e Sabotage em 1936, Hitchcock tornou-se no mais reputado realizador inglês. Não surpreendeu ninguém que em 1940 tentasse uma aventura em Hollywood. A principio todos os estudios o rejeitaram dizendo que seria incapaz de fazer um filme à maneira de Hollywood. Até que David Selznick lhe ofereceu um contrato para realizar Titanic. O filme não se fez e em vez disso Hitchcock realizou Rebeca. O seu primeiro filme americano seria coroado de sucesso e seria mesmo o vencedor do óscar de Melhor Filme. O que era para ser uma aventura, acabou por se tornar um mito.


Apesar de Rebeca ter sido o grande vencedor da noite dos óscares, o realizador nunca ganhou nenhum. Algo imperdoável para muitos, incluindo para o próprio que, quando em 1980 recebeu um óscar honorário, sarcasticamente agradeceu com um simples "thank you".
Mas a verdade foi que é a partir de Rebeca que o mito do mestre do suspense inicia.
Em 1941, Suspicion é de novo um sucesso o mesmo se passando com o notável Shadow of a Doubt no ano seguinte. Em 1945 Spellbound voltou a ser um exito imenso tal como Notorious em 1946. Mesmo os seus filmes menos célebres se tornavam clássicos, como o próprio chegou a dizer.
Em 1948 com o filme Rope, inicia uma relação de grande cumplicidade com James Stewart que se vai estender durante a década de 50 em mais três filmes: o remake de The Man Who Knew To Much (1956) , Rear Window (1954) e a sua obra-prima, Vertigo (1958).
Também Cary Grant cedo se tornou um dos seus actores fetiches. Depois de entrar em Suspicion e Notorious, foi a estrela de To Catch a Thief (1955) e North By Northwest (1959) .


Mas quem conhece Hitchock sabe que nos seus filmes o papel principal cabe às mulheres. Mulheres sempre misteriosas com algo a esconder mas profundamente sensuais. Normalmente loiras, foram várias as que fizeram parte da vida e filmografia do realizador. Desde Madaleine Carrol a Tipi Hedren, passando pelas inevitáveis Ingrid Bergman, Grace Kelly, Kim Novak ou Janet Leigh. As mulheres eram a sua perdição e a dos seus personagens principais, mas eram também um objecto com que o realizador jogava habilmente. Como chegou a dizer, para ele o interessante nas mulheres era que se podiam "comportar como senhoras, mas depois serem umas verdadeiras putas quando a porta se fechava". O próprio Hitchcock chegou a dizer que actrizes como Marilyn Monroe ou Brigitt Bardot não lhe interessavam porque tinham o "sexo na cara".


Ao entrar na década de 60, chegaram as suas últimas grandes obras. Em 1960 o mitico Psico, em 1963 The Birds, Marnie em 1964 e Torn Curtain em 1966. 
No entanto, depois destes poucos foram os projectos que o realizador acabou por levar até ao fim. A doença começava-o a atingir gravemente e, cada vez mais debilitado, o realizador acabou por sucumbir finalmente em 1980.
Mesmo na hora da morte o seu humor caústico esteve presente na inscrição que queria colocar na lápide "É isto que acontece a meninos que se portam mal"!.


A perda de Alfred Hitchcock foi uma das maiores perdas que o cinema já teve de suportar. Nunca nenhum realizador conseguiu fazer o público sofrer tanto, e de uma forma quase masoquista, porque é raro encontramos um filme dele que não tenha sido coroado de sucesso, quer económico quer cinematográfico. 
O mestre do suspense deixou-nos, mas o seu fantasma ecoará para sempre nas salas de cinema, onde soube ser criar uma atmosfera única!

terça-feira, 7 de março de 2017

Abel Gance

Cineasta, poeta e dramaturgo francês nascido em Paris, lançador da tela panorâmica e do som estereofónico, tornando-se um dos mais ilustres cineastas do período situado entre as duas guerras mundiais. Começou no cinema como ator em Molière, de Leonce Perret (1909), foi roteirista de Paganini e fundou uma produtora, para a qual dirigiu La Digue (1911), Le Nègre blanc (1912) e La Folie du docteur Tube (1915). O sucesso veio com Mater Dolorosa (1917) e La Dixième Symphonie (1918). Sua obra-prima e um dos clássicos do cinema foi Napoléon (1926), que levou quatro anos para ser rodado. Parou de dirigir filmes (1963) e morreu em Paris. Em sua longa filmografia citam-se La Digue (1911), Le Nègre blanc-le Masque d'horreur (1912), Un Drame au château d'Acre (1914), La Folie du Docteur Tube (1915), Le Fou de la falaise (1916), Le Droit à la vie (1917), La Dixième Symphonie (1918), La Roue (1923), Napoléon (1927), Marines et Cristaux (1928), La Fin du monde (1930), Mater Dolorosa (1932), Le Maître des forges (1933), Poliche (1934), Le Roman D'Un Jeune Homme Pauvre (1935), Lucrezia Borgia (1935), The Queen And The Cardinal (1935), Un Grand amour de Beethoven (1936), Le Voleur De Femmes (1936), Louise - Paradis perdu (1938), J'Accuse (1939), Louise (1939), Four Flights To Love (1940), La Venus Aveugle (1941), Le Capitaine Fracasse (1942), La Captaine Fracasse (1943), La Tour de Nesle (1954), La Tour De Nesles (1955), Magirama (1956), Austerlitz (1959) e Cyrano Et D'Artagnan (1963).

Biografia retirada de NetSaber

segunda-feira, 6 de março de 2017

Leni Riefenstahl


Actriz, bailarina, fotógrafa e realizadora de cinema alemã, foi a mais controversa realizadora do século XX, por ter sido escolhida por Hitler para filmar os Jogos Olímpicos de 1936, com o título "Olympia", uma obra-prima onde usou vários tipos de máquinas. Foi duramente criticada, em 1945, no fim da Guerra e esteve presa por isso, mas a sua longevidade deu-lhe oportunidade de mostrar o seu inegável talento. 

Os seus filmes a preto e branco são hoje já memoráveis. Extremamente bonita começou como bailarina e entrou em filmes nos anos 30, passando pouco depois a realizadora cinematográfica. Na segunda metade da década de 70 dedicou-se a produzir livros sobre uma tribo africana, bem como a filmar, com perto de oitenta anos, as profundezas dos oceanos. 

Deixou uma obra assinalável e muito se tem escrito sobre ela. Se filmou a propaganda nazi, também é certo que nunca foi do partido e asseverou que nunca tinha tido um romance com o ditador. Alguém disse que "o seu talento foi a sua tragédia", por ser escolhida pelo ditador para realizadora oficial da propaganda do regime nazi. Acabou os seus dias bem com a sua consciência. Deixou o seu nome escrito na 7ª Arte.

Informação retirada daqui

domingo, 5 de março de 2017

Biografia de Fritz Lang

Realizador de origem austríaca, naturalizado americano.
Nasceu em Viena de Áustria, em 5 de Dezembro de 1890, e morreu em Beverly Hills, California, nos Estados Unidos da América, em 2 de Agosto de 1976.

Filho de um arquitecto, Lang estudou muito brevemente arquitectura na Universidade Técnica de Viena, e depois de ter viajado um pouco por todo o Mundo de 1910 a 1914, estabeleceu-se em Paris, por algum tempo, sobrevivendo como pintor.

Participou na Primeira Guerra Mundial, enquanto oficial do exército austro-húngaro, tendo sido gravemente ferido em Junho de 1916. Durante a convalescença começou a escrever guiões para filmes, sobretudo de suspense e de horror, que o fizeram ir para Berlim após o fim do conflito para trabalhar com o produtor alemão Erich Pommer. Parte do guião do Gabinete do Dr, Caligari (1919), de Robert Wiene foi escrito por Fritz Lang.

Fritz Lang é um dos expoentes do Expressionismo, um estilo que tentava descrever emoções subjectivas e as reacções que os objectos e os acontecimentos provocam, e não a realidade objectiva, e que se caracterizou na Alemanha por ter um estilo duro, arrojado e visualmente muito intenso. O primeiro filme de sucesso que realizou foi Der müde Tod (1921), mas a série de filmes que realizou em 1919-1920 com o título Die Spinnen, já o tinham tornado conhecido enquanto realizador. O filme seguinte, Dr. Mabuse, der Spieler (1922) estuda um criminoso de génio; Die Nibelungen (1924), baseado no romance medieval alemão redescoberto em 1755 e celebrizado por Wagner, conta a história de uma vingança auto-destrutiva; Metropolis (1926) possivelmente o mais importante filme de ficção científica alguma vez realizado, é uma visão expressionista do futuro, baseado no livro da sua mulher Thea von Harbou, com quem se casou em 1922, e que tinha conhecido quando ambos escreveram o guião de Der müde Todt (1921); e M (1931), o seu filme alemão mais famoso, e o seu primeiro filme sonoro, mostra um assassino de crianças que confessa o seu comportamento criminosos compulsivo.

O filme Das Testament des Dr. Mabuse (1932), onde um louco descreve a filosofia nazi, foi proibido em Março de 1933 pelo chefe da propaganda nazi Joseph Goebbels, dois meses depois do partido nacional-socialista ter tomado o poder, mas o que não o impediu de convidar Lang a supervisionar a indústria cinematográfica alemã, e a realizar filmes de propaganda. Lang abandonou Berlim nesse mesmo dia, indo viver para Paris, onde realizou um filme com Charles Boyer, tendo-se mais tarde estabelecido nos Estados Unidos, de que se tornou cidadão em 1935. Entretanto a mulher pediu o divórcio e aderiu ao Nazismo.

O seu primeiro filme americano, Fury (1936), estudo de uma multidão que realiza um linchamento, é considerado o seu melhor da fase americana. Outros se lhe seguiram de 1937, em que realizou You Only Live Once até 1956 data do seu último filme Beyond a Reasonable Doubt.

Em 1956 Lang, farto de produtores metediços e controladores, abandonou a América indo viver para a Alemanha. Em 1959 realizou, em alemão, dois filmes na Índia, e em 1960 realizou na Alemanha o seu último filme Die Tausend Augen des Dr. Mabuse. Em 1964, quase cego, presidiu ao Festival de Cannes.


Fontes: 
Enciclopédia Britânica

Biografia retirada daqui

sábado, 4 de março de 2017

Biografia de Luchino Visconti

Realizador de cinema italiano do século XX.
Nasceu em Milão em 2 de Novembro de 1906;
morreu em Roma em 17 de Março de 1976.

Luchino Visconti di Morone nasceu em 2 de Novembro de 1906 em Milão, «quando a cortina subiu no Scala», como ele próprio dizia. Filho de Giuseppe Visconti, duque de Modrone, e de Carla Erba, herdeira de uma ffortuna feita na indústria química, sendo um dos sete filhos do casamento, que durou até 1924, tendo tido uma infância bastante privilegiada. 

Durante sua juventude contactou com importantes intelectuais e artistas, como o maestro Toscanini, o compositor Puccini e o escritor D'Annunzio. Como é natural, interressou-se desde cedo pela música e pelo teatro, mas também pelos cavalos, que se tornaram uma paixão. Tendo feito o seu serviço militar em 1926 na arma de cavalaria, passou a criar cavalos puro-sangue destinados às corridas de cavalos, logo que foi desmobilizado, de 1928 a 1936, não pensando em muito mais do que isso. Quando este interesse começou a  esmorecer, e depois de ter realizado uma viagem à Alemanha, foi viver para Paris tornando-se amigo de Coco Chanel. A costureira apresentou-o ao realizador Jean Renoir com quem trabalhou brevemente no filme Une Partie de campagne, realizado em 1936, experiência que fez com que se interessasse seriamente pelo cinema. Nesta época, em que a Frente Popular governou em França, Visconti, que tinha sido um apoiante do fascismo, aderiu ao comunismo. 

Em 1937, Visconti passou por Hollywood antes de regressar a Roma. Já Itália participou no filme de Renoir La Tosca, que terminou com o auxilio do assistente do realizador francês, devido ao regresso deste a França com o começo da Segunda Guerra Mundial. A partir de 1940 ligou-se ao grupo do  jornal Cinema. Para financiar o seu primeiro filme vendeu algumas jóias da família. Ossessione de 1942, uma adaptação não autorizada do livro de James M. Cain O carteiro toca sempre duas vezes, teve dificuldades com a censura fascista, mas o resultado foi um enorme sucesso em Itála. No fim da Segunda Guerra Mundial Visconti permitiu que seu palácio fosse utilizado como centro de comando secreto por membros da resistência comunista, e participou em acções armadas contra os ocupantes alemães. Estas actividades fizeram com que fosse preso pela Gestapo em 1944, durante um curto período de tempo. Vingou-se do tempo passado na prisão quando filmou a execução do chefe da policia política italiana Pietro Caruso, para o documentário realizado em 1945 - Giorni di gloria. 

O partido comunista italiano encarregou-o de produzir uma série de três filmes sobre pescadores, mineiros, e camponeses da Sicília, mas só o La Terra Trema - Episodio del mare foi realizado, em 1948. Este filme, juntamente com Rocco e i suoi fratelli, de 1960, que documentam as dificuldades das classes trabalhadoras, foram censorados pelos sucessivos governos de direita que dirigiram a Itália no pós-guerra. Mas, a partir dos anos sessenta, os filmes de Visconti tornaram-se mais pessoais. Talvez os seus trabalhos mais importantes sejam Il Gattopardo [O Leopardo], de 1963, e a Morte a Venezia [Morte em Veneza], de 1971. A adaptação exuberante do romance de Giuseppe di Lampedusa, saído em 1958, que retrata o declínio da aristocracia siciliana durante o Risorgimento, era um assunto que lhe estava próximo devido à história da sua família. 

Não sendo o mais fácil dos diretores (a actriz Clara Calamai afirmou que era «um senhor medieval com chicote»), Visconti granjeou mesmo assim o respeito dos seus actores. Apesar de ser  conhecida a maneira como tratou Burt Lancaster durante a rodagem do Leopardo, este actor afirmou que Visconti era «o melhor director com quem trabalhei até agora ... um sonho para um actor". 

Luchino Visconti encenou diversas peças de teatro, incluindo obras de Jean Cocteau e Tennessee Williams. Era tão famoso como director de ópera como o era como realizador de cinema, sendo reconhecido o seu trabalho com Maria Callas, que afirmou que fora Visconti que a ensinara a representar. 

Abertamente bisexual, como o seu pai, os filmes de Visconti têm poucas personagens explicitamente homosexuais, embora haja frequentemente nos seus filmes um erotismo encapotado de teor homosexual. Favoreceu sempre actores principais atraentes, tais como Alain Delon, e a sua  obsessão no fim da vida foi pelo actor austríaco Helmut Berger que dirigiu no filme La caduta degli dei  [A queda dos deuses] (1969), Ludwig (1972) e Grupo di famiglia in un interno (1974). 

O seu hábito de fumar (até 120 cigarros por dia) provocou-lhe um ataque de coração, que lhe debilitou bastante a saúde, mas recuperou o suficiente para fazer L'Innocente antes de morrer em Roma em 1976. O funeral de Luchino Visconti teve a presença do presidente italiano Giovanni Leone e do actor Burt Lancaster. Houve quem ridicularizasse o estilo de vida de Visconti - opulento é o mínimo que se pode dizer -, já que era reconhecidamente marxista. Salvador Dali afirmou sarcásticamente que o realizador «era um comunista que só gostava do luxo». Visconti explicou a um repórter americano em 1961, que «eu acredito na vida, isso é o essencial ... e acredito numa sociedade organizada. E penso que tem hipóteses».

Fonte:Enciclopédia Portuguesa e Brasileira de Cultura;Encyclopedia Britannica

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Emma Watson lança vídeo pela igualdade de género


A atriz Emma Watson, embaixadora da Boa Vontade das Nações Unidas, divulgou um pequeno filme de apoio à campanha Global Goals, que apela à luta pela igualdade de género.

Temporariamente afastada da representação, Emma Watson tem-se dedicado, de corpo e alma, ao seu papel de embaixadora da Boa Vontade das Nações Unidas. Alguns dias depois de ter discursado na Assembleia-Geral da ONU, a estrela da saga cinematográfica "Harry Potter" divulgou um pequeno filme de apoio à campanha Global Goals, que apela à luta pela igualdade de género.

O vídeo de dois minutos é narrado pela atriz de 26 anos, com a música "Chandelier", de Sia, como pano de fundo. Dele fazem parte imagens de arquivo da corrida feminina de barreiras nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 1964, servindo de metáfora aos obstáculos que as mulheres continuam a enfrentar, hoje em dia, para terem os mesmo direitos que os homens.

Informação retirada daqui

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Dakota Johnson conquistou Taylor Swift


A atriz Dakota Johnson, estrela da saga "50 Sombras de Grey", juntou-se ao grupo de amigas de Taylor Swift, que inclui Lena Dunham, Selena Gomez, Lorde ou Cara Delevingne.

É colecionadora de prémios, a celebridade mais em paga à escala global - com ganhos de 151 milhões de euros nos últimos 12 meses, diz a "Forbes" -, uma das pessoas mais influentes do mundo e também uma das mais solidárias (em dois anos doou 220 mil euros). Mas, além disso, Taylor Swift é também uma feminista assumida, que gosta de se rodear de outras mulheres, igualmente famosas e igualmente belas.

A sua "entourage" inclui a atriz Lena Dunham, as cantoras Selena Gomez, Zendaya e Lorde e as manequins Lily Aldridge e Cara Delevingne. Amigas próximas que abraçam agora um novo elemento: a atriz Dakota Johnson. A estrela da saga "50 Sombras de Grey" juntou-se ao clã de amigas de Swift, como mostra uma imagem partilhada nas redes sociais por Delevingne, na qual esta e Dakota conversam com Taylor Swift através de videochamada.

Recorde-se, no entanto, que enquanto a cantora de 26 anos fez uma nova amiga, também perdeu outra. Demi Lovato censurou Swift por ter escrito a música "Bad Blood", de 2014, com base num conflito com Katy Perry e criticou-a por, no respetivo videoclipe, ter promovido uma "falsa imagem corporal". "Acho que ter uma canção e um teledisco para humilhar Katy Perry não é uma forma de feminismo", lamentou Lovato.

Informação retirada daqui

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Jodie Foster ouviu cantar o fado em Alfama


A atriz norte-americana Jodie Foster passeou-se pelas ruas de Lisboa e visitou lojas locais.

Jodie Foster está em Portugal para participar na inauguração da exposição da mulher, a fotógrafa Alexandra Hedison. O casal tem aproveitado para passear pelas ruas de Lisboa e também de Cascais, onde a mostra se inaugura esta sexta-feira à tarde, no Centro Cultural da vila, e onde estará patente até 8 de janeiro do próximo ano.

Depois de terem assistido ao espetáculo que o brasileiro Ney Matogrosso deu na terça-feira, dia 4, no Casino Estoril, Foster e Hedison renderam-se aos encantos da Lisboa antiga. Passaram, entre outras, pela casa de fados Parreirinha de Alfama, por onde já se ouviram vozes como Amália Rodrigues, Lucília do Carmo, Alfredo Marceneiro, Berta Cardoso, Tristão da Silva, Celeste Rodrigues, Maria da Fé e Beatriz da Conceição. "Hoje, na Parreirinha de Alfama, tivemos a visita da atriz Jodie Foster", lê-se na página oficial do estabelecimento, que publicou uma imagem da intérprete de filmes como "Taxi Driver", "O Silêncio dos Inocentes" ou "Contacto".

Jodie Foster junta-se ao grupo de celebridades que têm o nosso país como um dos seus destinos de eleição. Recorde-se que no início de julho foi a vez de Harrison Ford e a mulher, Calista Flockhart, visitarem Portugal. Já em maio o ator Eddie Redmayne, vencedor de um Óscar pelo seu desempenho em "A Teoria de Tudo", passou pela nossa capital.

Informação retirada daqui

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Amal e George Clooney compram apartamento em edifício mítico



George Clooney e a mulher Amal adquiriram um apartamento no One Hundred East Fifty Third Street.

O ator e a advogada vão mudar-se para um dos edifícios modernos mais luxuosos do bairro de Manhattan, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. O edifício, projetado pelo arquiteto Norman Foster e em construção desde 2008 e estará pronto para ser habitado no próximo ano.

De acordo com o "New York Post" (NYP), o casal comprou um apartamento no 49º andar, com tetos de 3,35 metros de altura e piso em carvalho branco americano. Estes arranha-céus revestido a vidro é composto por uma torre de 63 andares, com 216 metros de altura, e uma base com nove andares.

George e Amal desembolsaram 13,3 milhões de euros (14,75 milhões de dólares) pelo apartamento. Uma quantia modesta perto dos 58,9 milhões de euros (65 milhões de dólares) que teriam de pagar se quisessem viver na penthouse de dois andares. Um restaurante e um supermercado "gourmet" comandados pelo "chef" francês Joël Robuchon, piscina, sauna, sala de ioga, sala de Pilates, biblioteca, um elevador "supersónico" e um gerente de "lifestyle" são algumas dos serviços encontrados no One Hundred East Fifty Third Street

Fonte próxima do casal explicou ao NYP que a escolha deste edifício teve não só que ver com a qualidade da sua construção e com o seu "design" mas também com o facto de se situar a apenas dois quilómetros da sede das Nações Unidas, onde Amal Clooney desenvolve o seu trabalho de advogada.

Informação retirada daqui

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Atriz vítima de assédio sexual: "A sociedade permite-o"



A atriz britânica Minnie Driver falou pela primeira vez sobre o crime de que foi vítima durante umas férias na Grécia. Tinha 17 anos.

Uns dias de férias na Grécia transformaram-se numa experiência traumática para Minnie Driver. A atriz britânica tinha 17 anos quando um rapaz a agarrou "pelo cotovelo" e lhe disse: "Vais dançar comigo". "Respondi-lhe que não e afastei-me dele. Ele puxou-me pelo cabelo, eu tentei libertar-me e ele esmurrou-me", contou em entrevista ao programa "StandUP! With Pete Dominick" da estação de rádio norte-americana Sirius XM.

A atriz e cantora, hoje com 46 anos, quis apresentar queixa junto das autoridades gregas, mas não foi bem-sucedida, já que foi a si que atribuíram a culpa. "A forma como a polícia colocou os acontecimentos foi a seguinte: "Este rapaz estava apenas a divertir-se e se você tivesse concordado com ele tudo teria corrido bem. Se tivesse apenas dançado com ele não estaria na situação em que se encontra agora", contou.

Minnie Driver acredita que são casos como o que experienciou, em que o dedo é apontado às vítimas, que fazem com que muitas mulheres que sofrem de assédio sexual se remetam ao silêncio. E acusou a sociedade de não culpabilizar os homens quando estes "chegam junto das jovens e lhes tocam, e lhes colocam as mãos no fundo das costas".

"É algo que temos de suportar", desabafou a britânica. "As mulheres podem ser molestadas e tocadas. Quando uma jovem diz alguma coisa sobre isso, é desprezada", criticou.

A intérprete de "Good Will Hunting" referiu que é por isso que não conhece "uma única mulher que não tenha sido sexualmente assediada em algum momento da sua vida". "Conheço até demasiadas mulheres que passaram por isso".

Informação retirada daqui

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

"Sexo e a Cidade" acabou com o casamento de Kim Cattrall


Kim Cattrall, a eterna Samantha Jones, contou que, na altura em que gravava a série, "trabalhava entre 18 e 19 horas por dia".

Casada com Mark Levinson entre 1988 e 2004, Kim Cattrall admitiu, de forma emocionada, que a causa da sua separação foi a série televisiva "Sexo e a Cidade", que protagonizou ao lado de Sarah Jessica Parker, Kristin Davis e Cynthia Nixon e que esteve no ar entre 1998 e 2004.

""Sexo e a Cidade" acabou com o meu casamento", disse a atriz, de 60 anos, ao "site" australiano News.com.au. "Nunca estava em casa e o meu marido ficou solitário, chateado e competitivo. Foi muito difícil, foi realmente duro", acrescentou.

A eterna Samantha Jones contou que, na altura em que gravava a série, baseada num livro com o mesmo nome de Candace Bushnell, Scott B. Smith e Michael Crichton e diversas vezes premiada, "trabalhava entre 18 e 19 horas por dia" e passava mais tempo com a sua "família do "Sexo e a Cidade" do que com a família real".

Cattrall explicou que fez este tipo de concessões "por querer ser uma atriz profissional" e, apesar de esse período lhe ter custado o casamento com Levinson, o balanço final foi "magnífico".

Além da televisão, "Sexo e a Cidade", produzida pela HBO, teve duas sequelas no cinema, em 2008 e 2010 - com uma receita de bilheteiras conjunta superior a 200 milhões de euros. Esta semana, Sarah Jessica Parker, uma das protagonistas da história, admitiu um regresso da trama, com uma terceira sequela, ao grande ecrã.

Em declarações ao programa "Sunday Morning", do canal CBS, a eterna Carrie Bradshaw admitiu que uma terceira longa-metragem "está em banho-maria". "Não está em cima da mesa, mas está razoavelmente perto disso", contou.

Alguns fãs e órgãos de comunicação social especulam que um terceiro filme seja preparado para 2018, de forma a coincidir com os 20 anos da estreia da primeira temporada da série e uma década desde o primeiro filme.

"Sexo e a Cidade" ajudou a mudar a forma como as personagens femininas são tratadas na TV, mostrando sem preconceitos e pudores a relação de quatro mulheres com o amor, a amizade e o sexo. Foi eleita pela "Time" como uma das 100 melhores séries de sempre.

Informação retirada daqui

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Meryl Streep ajudou a filha a preparar-se para papel de ativista


Grace Gummer contou com o apoio da mãe para interpretar uma ativista pela igualdade de género. Meryl Streep, que conheceu a mulher que inspirou a personagem da filha, aconselhou Grace.

Depois de interpretar Dominique "Dom" DiPierro, uma agente de FBI na série "Mr. Robot", Grace Gummer tem em mãos um novo e importante desafio e nada melhor do que a mãe, Meryl Streep, para a aconselhar neste novo papel em "Good Girls Revolt", a nova série da Amazon que se estreou na semana passada.

Baseado no livro escrito por Lynn Povich "The Good Girls Revolt: How the Women of Newsweek Sued their Bosses and Changed the Workplace" -, a série retrata um caso verídico ocorrido no início dos anos 1970 e que envolveu um grupo de mulheres que processou a publicação "Newsweek" por discriminação de género.

Naquele período conturbado, a hierarquia da revista norte-americana era clara: os homens eram repórteres, as mulheres faziam as investigações, mas não eram autorizadas a escrever e publicar os artigos em nome próprio. Em vez disso, eram incumbidas de servir cafés aos seus superiores e com alguma sorte podiam sugerir os títulos de alguns textos jornalísticos.

É neste contexto que surge a personagem de Grace Gummer, Nora Ephron, uma jornalista da publicação fictícia "News of the Week", que integra o grupo de mulheres prestes a desencadear um autêntico tumulto na luta para serem tratadas de forma justa no seu local de trabalho.

Para a construção da sua personagem, Gummer contou com o apoio da mãe, a veterana atriz Meryl Streep, que conheceu Nora Ephron na vida real. "A minha mãe conhecia-a. Eram próximas. Deu-me algumas dicas sobre Nora e de como era a sua personalidade, mas fui eu que fiz grande parte da pesquisa", disse à revista "Instyle".

Uma preparação que Grace não encarou de ânimo leve. "Li muito do seu trabalho e vi muitas das suas entrevistas. Visionei várias vezes um discurso que ela fez na universidade de Wellesley nos anos 90", explicou a atriz, que admite ser "difícil" interpretar uma pessoa "que é tão amada [pelo público]", confidenciou à mesma publicação.

Informação retirada daqui

domingo, 22 de janeiro de 2017

Fotos raras de Marilyn Monroe são expostas em galeria de Londres
















McConaughey dá boleia a alunos para chegarem a casa em segurança


Matthew McConaughey surpreendeu estudantes da Universidade do Texas, EUA, ao oferecer-lhes boleia para casa num carro de golfe. O ator apoia uma iniciativa que visa a segurança dos jovens durante a noite.

Podem já ter-se passado 23 anos desde que Matthew McConaughey se formou na Universidade do Texas, EUA, mas a sua preocupação com o bem-estar dos estudantes desse estabelecimento permanece intacta.

O ator oscarizado surpreendeu um grupo de jovens desse "campus", esta semana, ao oferecer-lhe boleia para casa num carro de golfe, como forma de apoiar a iniciativa "The Sure Walk", que pretende assegurar que os alunos regressem a casa de forma segura durante o período noturno.

As reações dos jovens, no momento em que repararam quem era o "motorista", foram capturadas num vídeo que a universidade publicou na sua página do Facebook. McConaughey, divertido com a experiência, aceitou ainda posar para várias "selfies".

O projeto "The Sure Walk" oferece aos estudantes dessa instituição universitária, localizada na cidade de Austin, "companhia durante o percurso de regresso a casa" entre as 19 horas e as 02 horas, todos os dias da semana. É nessa mesma cidade que vive o ator de 47 anos, premiado com um Óscar pelo seu desempenho no filme "O Clube de Dallas" (2013).

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