domingo, 15 de outubro de 2017

Tara Reid




Tara Reid pode ser para muitos mais uma loira sensual a tentar vingar em Hollywood. De facto a sua trajectoria aponta baterias nessa direcção. Mas apesar de tudo a sua experiência pode ser um trunfo. Afinal são poucas as actrizes que triunfam em Hollywood mas por vezes aqueles que cortam a meta como vencedoras são outsiders. E isso é o que ela parece ser...

A jovem natural de Wyckoff, New Jersey nasceu a 8 de Novembro de 1975. A sua carreira de interpretação começou bem cedo, logo aos 6 anos na serie para crianças Child´s Play. 


Depois do sucesso inicial deste seu primeiro passo na representação, a pequena Tara passou a ser modelo de anuncios, surgindo em comerciais da McDonalds, Crayola entre outras empresas.
O seu salto para a fama acabaria por chegar em 1993, quando com 18 anos foi escolhida para integrar o elenco da popular serie televisiva Saved By The Bell - The New Class, uma sequela de uma popular serie da década de 80.
O sucesso da serie tornou a jovem Tara igualmente uma actriz requisitada no universo televisivo. Não estranhou por isso que em 1995 integra-se o elenco de Days of Our Lives.


O salto para o cinema não se podia ter feito da melhor forma. Estavamos em 1998 e o filme era o notável The Big Lebowski, provavelmente o melhor de todos os Coen. No filme ela interpretava a sensual Bunny Lebowski e este acabou de ser o passaporte para uma carreira cinematográfica promissora.
O ano de 1998 acabou por ser proveitoso. Para além do filme dos Coen, a jovem Tara Reid entraria ainda em Girl, I Woke Up Early the Day I Died e em Urban Legend.


No ano seguinte a sua carreira consolidou-se definitavamente junto do público mais jovem. Para além de ter sido mais uma das muitas beldades de American Pie (ao lado de Shannon Elizabeth, Mena Suvari e Alisson Hannigan), a actriz ainda foi vista em Cruel Intentions, o tal Valmont para jovens, e ainda Body Shots e Around the Fire, onde pela primeira vez quebrou as regras da menina bonita ao surgir nua.
No mesmo ano Tara ainda ainda teria tempo de voltar à televisão para fazer What We Did That Night.


A partir de 2000 a sua carreira viveu momentos conturbados. A separação litigiosa com o DJ da MTV Carson Daily acabou por levar Tara Reid a entrar num periodo de anorexia nervosa, seguindo-se depois uma viciação em cocaina e alcool que fizeram dela uma das actrizes mais badaladas, pela negativa, de Hollywood.
Como tal a carreira da actriz ressentiu-se e até 2002, alturas em que começou a mostrar melhoras, foram poucos os filmes em que entrou. Para além de Dr T and The Woman Just Visiting, houve também o "curto" regresso à saga American Pie e ainda a passagem pelo sucesso Van Wilder. Pelo meio esteve ainda durante um curto periodo de tempo na serie televisiva Scrubs, agora em exibição na SIC Radical. Tara Reid acabaria por nunca recuperar o pulo inicial da sua carreira mas aos poucos os males foram compensados. Primeiro em 2003 com o seu desempenho em Devil´s Pond e depois, no ano seguinte, na comédia My Boss´s Daughter, comédia que fez com o namorado de então, o actor Ashton Kutcher, que mais tarde a trocaria por Demi Moore. Ainda em 2004 Tara surgiu no pouco baladado Knots.


O futuro parece ainda um pouco conturbado para a jovem actriz de 28 anos. Para além de ter sido excluida, tal como Mena Suvari e Shannon Elizabeth, do terceiro filme de American Pie, foram poucos os projectos que se apresentaram como promissores para um futuro próximo. Wicked Prayer será provavelmente aquele que se destaca mais, ao lado de Edward Furlong e David Boreanaz. Outros projectos futuros são ainda Alone in the Dark e Land of Canaan.
A fama que hoje Tara tem em Hollywood não é a melhor - foi recentemente acusada e ainda ser viciada em cocaina (algo que não será inédito na Cidade dos Anjos certamente) e de ter feito uma operação plástica para aumentar os seios - e ficamos na expectativa para saber se a pequena actriz consegue, ou não, dar a volta por cima!

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Spencer Tracy


Foi um dos nomes mais populares dos anos 30, conseguindo um feito que demoraria cinquenta e cinco anos a ser quebrado. A sua carreira ficou ainda marcada pela relação extra-matrimonial que teve com Katharine Hepburn, ele que era um ferveroso católico, mas que encontrou nela a sua alma gémea. 

A sua estreia no cinema surgiu aos 30 anos com uma serie de pequenos papeis em produções dos inicios dos anos 30. Em Up the River começa a fazer o seu nome brilhar mas é em 1936 que se confirma como um actor de excelência em Fury de Fritz Lang. 

Nesse mesmo ano é nomeado ao óscar pelo seu papel em San Francisco. Os dois anos seguintes seriam os melhores da sua carreira. Venceria dois óscares consecutivos - algo que só Tom Hanks conseguiu igualar em 1994 - por Captain Courageus e Boy´s Town - e conheceu Katharine Hepburn, sua companheira até à morte. Em 1940 trabalha com King Vidor em Northwest Passage, um filme violentissimo onde todo o seu talento vem ao de cima, e os anos 40 ficam marcados pela dupla Spencer-Hepburn em Woman of the Year, Pat and Mike, mas acima de tudo, em Adam´s Rib. 

No ano seguinte nova nomeação por Father of the Bride, e os anos 50 mostraram-se altamente benéficos para a sua carreira com mais duas nomeações, pelos desempenhos em Bad Day at the Black Rock e The Old Man and the Sea. Longe das grandes produções, Tracy fazia do mais pequeno filme uma verdadeira obra imperdivel. É o que acontece em 1960 com Inherit the Wind. Nomeado por The Judgement of Nuremberga, os anos 60 são já de despedida. 

Velho, cansado, bastante doente, Tracy tem apenas forças para mais uma aventura ao lado de Hepburn e Sidney Poitier. Guess Who´s Coming to Dinner ajudou a quebrar tabus e valeu-lhe a nona nomeação. Mas Tracy não chegou a ver o filme. Morreu nas vesperas de acabarem as rodagens do filmem, vitima de mesma doença que o vinha atormentado à anos, a diabetes.

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Mandy Moore




Nasceu para cantar e é isso que tem feito desde que se lembra. Agora despertou também para o cinema tendo provado que pode ser mestre em duas áreas distintas. Resta agora saber se o seu sucesso musical não condicionará a sua evolução na arte de bem representar. Para Mandy Moore o futuro parece risonho...

Mandy Moore nasceu Amanda Moore a 10 de Abril de 1984 em Hanshua, uma localidade no estado de New Hampshire.
A vida do pai, um piloto de aviação, levou-a a viver na solarenga Orlando, na Flórida. Foi aí que aos 5 anos viu o musical Oklahoma e decidiu que queria ser cantora. A partir daí tornou-se a voz de muitos dos eventos da cidade, principalmente cantando o hino nacional, o que lhe valeu a alcunha de "National Anthem Girl".


A jovem continuou a tentar a sua sorte no mundo da música e foi num golpe feliz que conseguiu publicar o primeiro album. Foi aos 14 anos, quando um jovem empregado da Fed-Ex, que tinha contactos na Sony, a ouviu cantar. Num espaço de poucos meses Mandy Moore assinou contracto com a Sony e lançou o seu primeiro trabalho musical, So Real, partindo para uma tour com os Backstreet Boys, outros miudos de Orlando.
A sua carreira entrou em rampa de lançamento no início de 2001. Por essa altura já Mandy Moore tinha trocado a rigida escola episcopal onde estudava, por ensino de correspondência, e começava a mostrar que não pretendia ser uma pop star normal. Criticou duramente Britney Spears e Christina Aguillera por usarem roupa demasiado reveladora, mostrando bem a sua educaão religiosa rigida, enquanto que, por outro lado, era vista várias vezes na mansão Osbourn, um local pouco convencional para uma jovem estrela pop.


O salto para o cinema só agora começou a tomar forma. Mandy Moore nunca escondeu que ser cantora está em primeiro lugar, mas o fascínio do cinema fez com que fosse atraida para o glamour de Hollywood.
O seu primeiro filme, A Walk To Remember, valeu-lhe de imediato um prémio MTV. Estávamos em 2002.
Nesse mesmo ano estrelou ainda Try Seventeen, um filme que estreou apenas este Verão em Portugal, e onde também está Elijah Wood.


No ano seguinte Mandy Moore entraria apenas no filme How to Deal, mas por outro lado o ano de 2004 foi de enorme sucesso para a cantora que quis ser actriz.
Em Saved!, ao lado da promissora Jena Malone, Mandy Moore dá a vida a uma jovem conservadora, educada numa escola religiosa que condena uma amiga de 17 apenas por essa ter engravidado. Um papel curioso porque a formação da personagem era a mesma da actriz, e ambas pensam da mesma forma sobre a polémica da alta taxa de gravidez entre as adolescentes. O papel, apesar de originalmente satirico, ganhou eco nas casas conservadoras, que passaram a ter em Moore um exemplo a seguir.
Ainda em 2004 Moore fez de filha rebelde do Presidente dos EUA (um modelo que está em moda) no filme Chasing Liberty e ainda prepara-se para apresentar Romance & Cigarrets, mais uma comédia ligeira.


Ao contrário de outras actrizes adolescentes como Hillay Duff ou Lindsay Lohan, que apostam tudo na sua imagem e nos seus filmes, a jovem Mandy Moore destaca-se por representar quase em part-time. Apesar dos seus discos não serem vendidos ainda a um nível muito elevado, é já presença assidua nas tabelas de vendas. E esse é o seu objectivo primordial. A interpretação vem depois, por acréscimo.
Talvez por isso Moore esteja mais solta na escolha de papeis para o futuro, prevendo-se que de todas as jovens actrizes que estão a despontar, seja aquela que mais facilmente irá conseguir a transição para papeis ditos mais sérios. Aliás como prova o titulo de um dos próximos filmes em que entrará, Safety Glass, um drama passado no século XIX.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Al Pacino




É um dos maiores actores vivos. Tem uma carreira de mais de quarenta anos recheada de grandes filmes e notáveis interpretações. Ao lado de nomes como Jack Nicholson, Robert Redford e Dustin Hoffman ajudou a consolidar toda uma nova geração de talentosos actores. Foi tanto policia como ladrão, mas acabaria por ser no sub-mundo da mafia italo-americana que se celebrizaria para todo o sempre...

Nascido a 25 de Abril de 1940 no bairro do Bronx em Nova Iorque, Alfredo James Pacino tornou-se num dos maiores icones do cinema mundial. No entanto toda a sua vida foi pautada por altos e baixos.

Filho de pais divorciados, o jovem Alfredo cresceu viciado no cinema noir e de gangsters que enchia as salas de cinema do sul do Bronx. Péssimo aluno, Pacino confessaria mais tarde que a única coisa que lhe dava verdadeiro prazer na escola eram as peças de teatro que de vez em quando eram organizadas. Aí destacava-se dos demais pelo seu empenho e dedicação. No final da adolescência Pacino entrou em várias depressões e viveu durante alguns anos sem posses nenhumas, tendo de pedir dinheiro emprestado para pagar os bilhetes de autocarro até às audições. Foi em 1966 que deu o primeiro salto na sua carreira ao entrar na prestigiada Actor´s Studio School of Drama and Representation. Tendo aulas com Lee Strasberg, o jovem Pacino desenvolveu a sua arte dramática a tal ponto que em dois anos seria distinguido com um Obie e um Tony, prémios de representação teatral. A sua estreia no cinema chegou em 1969 no filme Me, Nataly, seguindo-se em 1971 um curto desempenho em The Panic in Needle Park. O ano seguinte marcaria para sempre o cinema e a vida do jovem Al Pacino.


No inicio de 1972 foi ao casting do filme The Godfather. Para o papel de Michael Corleone concorreu aquela que viria a ser a nata da representação dos anos seguintes: Jack Nicholson, Robert Redford, Warren Beatty, Robert de Niro e...Al Pacino. O realizador do filme Francis Ford Copolla apaixonou-se pela frieza e garra do jovem italo-americano que não hesitou em oferecer-lhe o papel. Contra a vontade do estúdio e dos produtores que queriam um nome forte para contracenar com o mito Marlon Brando. Só que quando o filme estreou as criticas desapareceram. Pacino foi notável, subtil e chegou mesmo a ofuscar Brando em algumas cenas. E se Marlon Brando acabaria por ganhar o seu segundo óscar, já Al Pacino ganharia a sua primeira nomeação para os óscares, como melhor actor secundário, um prémio justo, apesar de muitos pensarem que ele deveria ter sido nomeado mas como principal.


Os anos a seguir a The Godfaher seriam os mais dourados da sua carreira. Em 1973 protagonizou Serpico, um poderoso drama que lhe valeu a primeira nomeação para melhor actor nos óscares. Nomeação que repetiria nos dois anos seguintes. Primeiro em 1974 pelo seu notável desempenho como Michael Corleone na sequela de The Godfather. Apesar de muitos terem previsto uma vitória fácil, Pacino seria batido por Art Carney. Mesmo assim foi um desempenho de uma vida, algo notável para quem contava apenas com 34 anos. Em 1975 mais um grande desempenho e uma nomeação sem triunfo por Dog Day Afternoon. Al Pacino era agora um dos nomes mais fortes da interpretação norte-americana.


Depois de dois anos menos conseguidos, o grande Al Pacino voltou a surgir em 1979 no filme And Justice For All onde começa a dar sinais de uma maturidade extremamente precoce. Pelo filme conquistou a sua quinta nomeação ao óscar, quinta sem vencer. Começava já a falar-se abertamente em injustiça. 
Os anos 80 não seriam parecidos, nem de longe nem de perto, com o que Pacino conseguiu na década de 70. Filmes como Cruising e Author! Author! foram fracassos tal como Revolution, filme sobre a revolução americana. Nesse filme Pacino ficaria gravemente doente e demoraria algum tempo a recuperar. Desse periodo salva-se Scarface, o remake de Brian de Palma do sucesso de Howard Hawks. O facto da critica ter considerado Revolution um dos piores filmes de sempre acabou por contribuir para um afastamento de Pacino em relação a Hollywood. A actor voltou ao teatro e aí se manteve até ao seu regresso em 1989, dando inicio a uma terceira fase da sua carreira.


Sea of Love, filme de 1989, marcou o seu regresso ao cinema e a papeis mais duros mas ao mesmo tempo mais dramáticos do que o público estava habituado a ver. Ao mesmo tempo Al Pacino voltava a viver, pela terceira e última vez, a personagem que o tornou famoso, Michael Corleone, no último capitulo da saga The Godfather. O filme ajudou a recolocar Pacino em alta, e a comédia Dick Tracy, que rodou no ano seguinte, confirmou que o grande actor tinha voltado diferente do seu curto interregno. O seu desempenho valeu-lhe mais uma nomeação, a sua sexta.
Em 1991 Pacino mostraria a sua face mais romantica no tocante Frankie and Johnny, mas seria 1992 o grande ano da sua carreira. Para além de ter protagonizado Glengarry Glenn Rose, filme escrito e dirigido por David Mamet, o já veterano Al Pacino venceu finalmente o óscar para melhor actor. Foi à setima nomeação. O filme, Scent of a Woman abriu-lhe a oportunidade para dar um dos seus melhores desempenhos de sempre como veterano do exército, cego, e com vontade de viver o seu último fim de semana à grande, isto antes de se suicidar. A quimica que criou com o jovem Chris O´Donnell e a sua garra e força convenceram finalmente os seus pares a premiá-lo. Isso num ano em que tinha sido nomeado também como secundário pelo seu desempenho no filme de Mamet, um feito que até hoje só 7 actores conseguiram.


A partir daí Al Pacino deixou de surgir em grandes filmes, por opção pessoal - ele que já tinha dito que não a filmes como Kramer vs Kramer, Star Wars, Apocalipse Now ou Bourne on the Fourth of July - concentrando-se em pequenas produções com grande potencial. Foi assim com Carlito´s Way, Heat, City Hall, Donnie Brasco e The Devil´s Advocate. Os seus desempenhos em The Insider e Any Given Sunday em 1999 provaram que Al Pacino estava bem vivo e em grande estilo. Depois de dois anos quase fora do activo, em 2002 os seus desempenhos em Insomnia, Simone e The Recruit voltaram a traze-lo para a ribalta. 
Hoje Al Pacino é uma das estrelas da aclamada serie Angels in America, pela qual ganhou um Emmy, enquanto vai piscando o olho a Hollywood. Tem quatro projectos para os próximos dois anos já anunciados, incluindo The Merchant of Venice, uma adaptação de William Shakespeare, um dos modelos de inspiração favoritos do actor.


Aclamado actor de teatro - protagonizou a notável peça de Brecht The Resistable Rise of Arturo Ui - espantoso actor de cinema e um dos poucos actores de Hollywood que nunca chegou a casar, apesar de ter uma filha e de ter tido um longo romance com Diane Keaton, com quem surgia em The Godfather, Al Pacino é hoje um icone eterno da 7º Arte. É dos poucos actores no mundo a ter a Tripla Coroa (Óscar, Emmy e Tony) e isso prova que para além de ser dos melhores actores do mundo, é também um dos mais versateis. Uma verdadeira lenda viva.

sábado, 7 de outubro de 2017

Lindsay Lohan




Parece ridiculo mas a curta carreira desta actriz tem-se pautado por polémicas deste género. Quando não são os polémicos seios de Lohan, é a sua guerra com Hillary Duff, ou então o seu mau génio.
A verdade é que o titulo de "teen queen" parece ser seu, mas será isso o mais importante numa carreira de uma actriz que até hoje ainda não conseguiu um único papel de destaque? 
Parece que sim...

Lindsay Lohan. Quem é? Como é que num curtissimo espaço de tempo saltou para a ribalta? E mais. Como é que uma jovem de 17 anos já causou tantos problemas e sobressaltos por Beverly Hills e zonas em redor? Para uns é um verdadeiro mistério. Para outros a explicação é bem fácil. Mas vamos por partes.

Lohan nasceu a 2 de Julho de 1986 em Nova Iorque. Tal como Kirsten Dunst, com quem se cruzou num anúncio, aos 3 anos tornou-se numa modelo de anúncios da Ford. E assim foi nos seus primeiros anos de vida. Só em 1994, com 8 anos, é que conseguiu estrear-se como actriz num telefilme de nome Another World.
A Disney propôs-lhe um contracto de três anos que a jovem aceitou de imediato que lhe valeu dar a vida a duas gémeas na divertida comédia Parent Trap. O filme foi um enorme sucesso e a jovem venceu vários prémios. Terá sido aqui, comentam alguns, que a fama começou a subir à cabeça da jovem. Ainda estávamos em 1998.


No ano seguinte recusou entrar em The Inspector Gadget mas apostou então em tele-filmes. Por essa altura Lohan tinha trocado a representação pela música, à qual se dedicou quase por inteiro até 2002, sem grande sucesso no entanto. Com 16 anos, em 2002, voltou a atacar a interpretação. O seu desejo era suplantar em fama Britney Spears, da qual era fã, mas para isso era preciso fazer filmes rentáveis e que chegassem a um público jovem.
Curiosamente foi nesta altura que começou a guerra civil entre ela e Hillary Duff. O motivo? Aaron Carter, o cantor pop, que namorava com Lohan mas que preferiu Duff, à altura uma estrela em emergência, um ano mais nova que a namorada
A guerra entre ambas nunca mais parou chegando mesmo a momentos com troca de insultos gratuitos! 


Em 2003 a Disney deu-lhe o papel de destaque em Freaky Friday, um remake de um clássico da companhia ao lado da estrela Jamie Lee Curtis. Lohan esteve muito bem, venceu alguns prémios pelo seu desempenho e mostrou que tinha voltado para ficar. No ano seguinte mais um filme Disney, Confessions of a Teanage Drama Queen e de novo sucesso a todos os niveis. Por esta altura Lohan começou a declarar-se "teen queen" e de facto a sua legião de fãs atingiu numeros inesperados. Mas a guerra entre ela e Duff alastrou-se ao grupo de fãs e a polémica estalou. Numa festa em Los Angeles, no início do ano, Lohan foi apanhada em fotografias com uma diferença brutal ao que se lhe conhecia: o tamanho dos seios. 


As fãs de Duff colocaram logo a hipótese de operação, algo que Lohan desesperadamente quereria fazer para ultrapassar as dimensões da rival. Por sua vez as defensoras de Lohan clamaram por justiça, apontando as imagens (são mais do que uma) como montagens e declarando pura e simplesmente que com 17 anos uma rapariga ainda cresce fisicamente.
A verdade é que a própria Duff confessou não precisar de fazer operações, numa súbtil provocação, enquanto que médicos especialistas dizem não haver dúvidas. Lohan não terá mesmo resistido ao tamanho, que afinal nas mulheres também parece contar.


Contudo a festa aparentemente não terminou por aqui. Irritada com tudo isso, na apresentação dos Teenage Movie Awards, Lohan foi confundida por um fã com Duff, e quando comparada com o facto quase que agrediu o jovem. Vieram então à baila as suas mudanças de humor, desde a rasgar roupas quando chateada, a insultar colegas e membros da equipa de produção nos filmes, até ao celebre caso em que se foi "oferecer" a Colin Farrel que recusou (rumores dizem que Farrell não recusou, apesar dos mais de 10 anos de diferença de idades, mas que a abandonou logo depois de terem estado juntos levando-a ao desespero). Como resultado não terá saído da sua roullete durante dois dias inteiros. Para gáudio dos seus detractores, imagens de uma Lohan enrugada e a mostrar os seios operados num foto de paparazzi - algo que a sua rival Duff nunca faria, dizem os fãs - terão arruinado ainda mais a sua reputação.

Foi Mean Girls, o filme da Disney para 2004 que colocou um pouco a balança equilibrada de novo. Lohan tinha passado uns meses dificies em termos de publicidade negativa - se é que a há - mas as criticas e os resultados da bilheteira do filme pareceram não se terem ressentido do que se passava na sua esfera privada. Como aliás deve acontecer!
O ano de 2004 parece continuar a correr-lhe bem. Foi a mais jovem apresentadora de uma entrega de prémios da MTV, tendo sido a primeira apresentadora a vencer.

Para o futuro Lohan parece querer apostar ainda no filão das comédias para adolescentes. Afinal é uma área onde se sente bem à vontade, e é também o campo de batalha da sua guerra pessoal. 
A Lohan é acreditado algum talento, até mesmo pela critica mais dura de Nova Iorque! Só que com uma vida privada destas, com tanto escândalo em apenas dois anos (a actriz ainda não fez 18 anos), é preciso muito talento para conseguir sair por cima. Resta à mesma e aos seus fãs acreditar que ela pode ser uma nova Elizabeth Taylor em vez de acabar como, por exemplo, Drew Barrymore.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Kirsten Dunst




É reconhecidamente uma das actrizes jovens que mais impacto teve em Hollywood na última década. É igualmente uma das jovens mais belas que povoam o imaginário cinematográfico norte-americano. Só que é também uma actriz que salta de produções onde se mostra ao mais alto nivel para filmes onde simplesmente tudo parece falhar...

Do seu estrondoso desempenho em Interview With the Vampire até a Spiderman 2 foram quase 10 anos de carreira para Kirsten Dunst. E o mais curioso é que o seu desempenho inicial consegue, ainda hoje, superar muitos dos desempenhos em filmes mais recentes. Porquê? Ninguém parece saber.

O que se sabe é que a jovem actriz nasceu a de 30 de Abril de 1982 em Point Pleasent no estado de New Jersey. Desde cedo a sua carinha laroca foi um trunfo para entrar no show-bussines. Dos três aos 7 anos fez mais de 70 anúncios comerciais que a tornaram conhecida - embora o grande público não se lembra da maioria dels - dos lares da América.
Com 7 anos estreou-se num filme do Woody Allen, New York Stories mas nem sequer viu o seu nome aparecer no grande ecrãn. Não pareceu ser problema e a familia de Kirsten Dunst viu nela uma actriz em potência e mudou-se para Los Angeles, a "meca do cinema".
O seu trabalho seguinte acabou por ser a voz de um filme animado, Majo no takkyubin, e Kirsten Dunst só voltou a dar a cara num filme em The Bonfire of Vanittes.

Depois de ter feito alguns trabalhos para a televisão, Kirsten Dunst teve em 1994, com 12 anos, o seu primeiro grande ano.
Primeiro fez Greedy e High Strunk, duas comédias ligeiras. Depois entrou em dois dos mais aclamados filmes do ano.
Em Little Women, o clássico de Mary Allcot, foi a mais jovem da familia, mas encantou tudo e todos na re-adaptação de um clássico de longa data. Em Interview with the Vampire, foi a ternurenta mas também maquievélica pequena vampira que tentou matar Tom Cruise, enquanto se apaixonava por Brad Pitt. Curiosamente mais tarde a actriz brincou com o facto de nesse filme ter interpretado uma personagem que odiava não poder crescer fisicamente, quando na verdade Kirsten Dunst cresceu até se transformar numa mulher com tudo no sitio, e em grande escala.

A carreira da jovem actriz continuou o bom caminho no ano seguinte quando a jovem entrou no filme Jumanji, um dos grandes êxitos desse ano. Seguiram-se anos de menor actividade, que até deram para uma passagem na serie televisiva ER e no notável filme Wag the Dog.
Depois de uma adolescência sem problemas, e coroada com a graduação aos 20 anos, Kirsten Dunst estava de novo preparada para se dedicar ao máximo ao cinema. Depois de ter recusado o papel de Angela em American Beauty por não querer beijar e aparecer nua diante de Kevin Spacey, a jovem actriz lançou as suas cartas ao lado da estreante Sofia Copolla em The Virgin Suicides.
O seu papel como Lux Lisbon foi comovente e valeu-lhe várias nomeações e prémios, bem como o passaporte para a fama.

Depois do sucesso de The Virgins Suicides, Dunst dedicou-se de novo às comédias, tendo-se destacado principalmente em Bring it On. Faltava-lhe um não sei o quê para se projectar definitivamente, e essa hipótese surgiu em 2002. Já tinha perdido o papel principal em Almoust Famous para Kate Hudson e soube bem desforrar-se ao conseguir ser escolhida como Mary Jane no blockbuster Spiderman. O filme foi um retumbante sucesso, a cena do beijo à chuva tornou-a num icone para os jovens um pouco por todo o mundo, e a sua carreira consolidou-se definitivamente.

Infelizmente foi também a partir daqui que a sua carreira começou a descer. Não em dinheiro feito ou papeis, mas essencialmente no valor das suas interpretações. Mona Lisa Smile foi para esquecer, como também mostrou ser o elo mais fraco de Eternal Sunshine of the Spotless Mind. Para salvar o ano, lá veio de novo Spiderman. Mas estar preso a uma personagem secundária num blockbuster não é motivo de orgulho para nenhum actor que queira ser alguém, e Kirsten sabe-o.
Por isso prepara já novos projectos, entre os quais Wimbledon e Elizabethtown. O primeiro, como o nome indica, passa-se no mundo do ténis. Vejam-na como uma nova Kournikova e estão a entrar no espirito do filme. Já Elizabethtown, pelo elenco e argumento, é um dos titulos mais esperados dos próximos anos, e talvez seja o momento ideal para voltar aos bons momentos.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Keira Knightley




Começou a representar a partir do momento em que soube como caminhar e falar. É uma actriz nata e com 18 anos já tem um portfolio impressionante. Os sucessos recentes deram-lhe uma base para o futuro, mas a jovem britânica tem de ir ainda mais além. Afinal não é todos os dias que se é a mais talentosa jovem actriz britânica do momento...

Nasceu em terras de sua majestade, mais precisamente em Teddington no condado do Midlessex a 26 de Março de 1985. É filha do actor Will Knightley e da encenadora Sharman McDonald. Não estranhou por isso que acabasse por entrar no mundo da representação ainda muito cedo.
Desde os três anos que já tinha um agente, que a levou por várias vezes a entrar em anuncios publicitários. Aos 9 anos teve o seu primeiro papel profissional em A Village Affair, um filme de Moira Amstrong. 

Durante os anos seguintes a jovem Keira iria limitar-se a pequenos papeis. A idade não ajudava, já que em Inglaterra não é dado tanto destaque a actores infantis como nos EUA. Mesmo assim ainda teve alguns trabalhos nas mãos, especialmente para a televisão. Só em 1999 é que Keira deu o salto para a fama. Só que, curiosamente, poucos sabem disso. É que a Fox fez um esforço enorme para que todos pensassem que Natalie Portman tinha interpretado tanto a Princesa Amidala, como a sua substituta no trono. Na verdade essa outra actriz era Keira Knightley, que era de tal forma parecida com Natalie Portman que as próprias mães as confundiam por vezes no set.

De qualquer forma ter trabalhado num projecto com as dimensões de Star Wars deu-lhe motivação extra e outro estatuto. Abandonou definitivamente Londres e passou para Hollywood onde o trabalho estava à mão de semear. Foi assim que entrou em The Hole, um filme que a lançou para a polémica por ter surgido nua apenas com 16 anos de idade. Keira nunca mostrou problemas com isso mas os estúdios norte-americanos torceram o nariz. Não era comum actrizes tão jovens serem tão expostas ao público. Por isso os seus trabalhos seguintes acabaram por fazer-se em produtoras menores. Entrou em Deflation e New Years Eve.


O grande público ficou definitavemente apaixonado por esta jovem britânica em 2002, quando esta surgiu no popular filme anglo-indiano Bend it Like Beckham. A jovem tinha voltado a casa e como o futebol era uma das suas paixões não foi dificil integrar o elenco do filme liderado por Gurindhir Chada. O filme foi um enorme sucesso, mostrou que a comunidade indiana existe para além de Bollywood, e confirmou definitivamente o talento de Keira.
Apesar de 2002 ter sido um ano proveitoso, nenhum dos filmes onde trabalhou foi tão importante como o trabalho em Bend it Like Beckham. Foi graças a isso que em 2003 voltou para os EUA. Mas desta vez era um regresso em estilo.

Jerry Bruckheimer estava à procura de uma cara bonita para o seu blockbuster de Verão. Já tinha o talento de Johnny Depp e a sensualidade de Orlando Bloom mas faltava o correspondente feminino. Foi aí que surgiu Keira. Ficou de imediato com o papel e obteve o sucesso esperado. O filme foi um êxito, com proporções inimagináveis para os seus produtores, e o nome da actriz passou a ser escrito a letras de ouro em Hollywood. Nesse mesmo ano voltou a Inglaterra para entrar no sucesso de Natal Love Actually, onde também mostrou todo o seu talento e beleza. Enfim, foi um ano de sucesso para a jovem de apenas 18 anos.

Para agora Keira Knightley parece ter o futuro assegurado. Neste ano será a rainha Guineverre em King Arthur, e entrará também em The Jacket e Pride and Prejudice, os seus projectos para o próximo ano. Voltará igualmente nas sequelas de Pirates of the Caribbean. Mas a verdade é que ninguém sabe dizer muito bem qual o limite que Keira tem. Para ela parece não haver limites.

domingo, 1 de outubro de 2017

Julia Stiles



Quer seja dançando ao som da música ou declamando poesia shakesperiana, Julia Stiles é cada vez mais um nome incontornável na nova geração de actrizes norte-americanas.
A idade não parece ser obstáculo para os sonhos da jovem actriz que depois de um início de carreira fulgurante, só pode aspirar em chegar ao céu...

Julia Stiles nasceu na "Big Apple" a 28 de Março de 1981.
Começou a sua carreira no mundo do teatro, onde era uma das meninas prodigios dos teatros de Greenwich Village, na zona mais "in" de Nova Iorque.
O seu primeiro papel no cinema foi em I Love You, I Love You Not, mas foi no ano seguinte, 1997, que deu o primeiro grande passo rumo a uma carreira de sucesso.
Foi a sua origem irlandesa, e o seu sotaque de então, que acabou por ser predominante aquando da sua escolha para entrar no elenco de The Devil´s One. O filme era um drama poderoso com Harrison Ford e Brad Pitt, mas a jovem actriz soube mostrar o seu valor no meio de dois "Monstros sagrados" de então.

Nesse mesmo ano deu os primeiros passos na TV na serie Before Woman Had Wings. A experiência não a seduziu muito e - tirando uma presença na serie The 60´s em 1999 - Julia Stiles nunca mais voltou ao pequeno ecrãn. Hoje, quando quer fazer uma pausa do mundo de Hollywood, opta sempre por voltar aos palcos, o berço da maior parte dos actores. 
1998 foi um ano de transição. A actriz entrou em dois filmes curiosos, Wicked e Wide Awake e confirmou que era capaz de se desdobrar em diferentes personagens.

1999 foi o seu grande ano, o ano que definitivamente consolidou o seu nome na praça. A grande alavanca para esta aclamação foi o seu excelente desempenho no filme para jovens 10 Things I Hate About You. O filme era uma adaptação da peça de Shakesperare "A Fera Amansada", e ao lado dos jovens Heath Ledger, o seu namorado de então Joseph Gordon-Levitt e Larisa Oleynik, conseguiu criar uma empatia com o público como poucas jovens actrizes tinham conseguido nesta década. O prémio foi ter sido eleita uma das mais desejadas jovens com menos de 21 anos nos EUA - tinha 18 - e de ter sido convidada por várias revistas para posar na capa. O seu nome tinha finalmente sido memorizado por todos.

Depois de 10 Things About You, a jovem Julia Stiles voltou a William Shakespeare como Ophelia no filme Hamlet ao lado de Ethan Hawke. De novo um sucesso - a sua escola teatral permitiu adaptar-se depressa à personagem - e o seu nome começava a ser cada vez mais cobiçado. 
Em 2001 acabou por ser escolhida para o elenco do filme Save the Last Dance. Antes desse filme ainda rodou o interessante State and Main, mas se "10 Things" tinha sido importante para projectar o seu nome, Save the Last Dance - um filme com rótulo MTV - foi decisivo para consolidá-lo definitivamente. Julia Stiles venceu vários prémios pelo seu desempenho e voltou a ser eleita uma das 50 mulheres mais belas do mundo. 

Enquanto que nessa ano voltaria a Shakespeare no filme O - inspirado na peça Othelo onde desempenha a infortunada Desdemona - 2002 consolidou-a nas produções de vulto de Hollywood, ao ser escolhida para surgir ao lado de Matt Damon no filme The Bourne Identity. O filme não foi o sucesso esperado e curiosamente a partir daí a sua carreira abandou um pouco.
No ano seguinte entrou na comédia A Guy Thing, seguindo-se prestações em Caroline e no filme-veiculo para Julia Roberts, Mona Lisa Smile, onde não passou despercebida por completo.

De qualquer forma, se os últimos dois anos têm sido menos proliferos, os próximos prometem uma desforra para Julia Stiles que regressará na sequela de Bourne Identity e estará também na comédia The Prince and Me, uma tentativa de recuperar a sua imagem de menina-perfeita.
Julia Stiles é um nome a ter em conta, e todos parecem sabe-lo. Resta ver agora o desenrolar da sua carreira. Apesar de ter começado num registo dramático cedo se habituou às comédias de adolescentes. A pergunta é se saberá voltar ao início.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Katie Holmes




É provavelmente uma das mulheres mais belas de mundo e uma actriz de talento infindável.
O seu nome já nos soa a familiar, o que é natural devido a uma carreira que, apesar de curta, já mostra provas do seu talento. Mas é no futuro que temos de estar de olhos postos. Por aqui está uma das futuras divas de Hollywood...

Katie Holmes é de facto uma das menina prodigio da representação. Começou no teatro, deu o salto para a televisão, onde se consagrou na série Dawson´s Creek, e hoje é um valor seguro no cinema. O prodigio de hoje é a estrela de amanhã, mas vamos por partes.

Nasceu de parto prematuro a 18 de Dezembro de 1978 em Toledo, no Ohio. A tipica menina do Midwest cresceu a sonhar com os palcos. Foi no liceu local que começou a desenvolver as suas capacidades de actriz, que foi aperfeiçoando em teatros locais. Ao mesmo tempo a sua enorme beleza levava a ter uma carreira paralela nas passerelles onde venceu alguns prémios como jovem modelo.
Um dia, um produtor de cinema viu-a e encorajou-a a tentar a sua sorte em Los Angeles.

Ao chegar a LA a sorte grande bateu-lhe à porta. Em vez de esperar meses, como a maior parte dos actores recém-chegados, o seu primeiro papel surgiu logo na sua segunda audição. Foi no filme Ice Storm de Ang Lee que a jovem deu os primeiros passos no grande ecrãn.
Entusiasmada com o seu sucesso inicial, Katie começou a enviar a todas as produtoras, cassetes com as suas audições. Por sorte o produtor Kevin Williamson gostou tanto da sua interpretação que a convidou de imediato a tentar o papel principal na serie Dawson´s Creek.

Dawson´s Creek foi o confirmar deste enorme talento que acabava de despontar. 
A partir de 1998, Katie Holmes tornou-se no icone da serie e aos olhos do grande público ela era a filha que todos os pais queriam ter, a amiga que todas as amigas sonhavam e a namorada porque todos os rapazes ansiavam. A personagem de Joey Potter acentava-lhe que nem uma luva e o passaporte para o sucesso estava garantido.
Ainda a trabalhar na serie, Katie Holmes teve tempo para se dedicar ao cinema. Apesar de ter perdido o papel de Wicked para Julia Stiles, de ter tido que recusar o papel em 40 Days and 40 Nights, e de ter sido suplantada por Sarah Michelle Gellar como Buffy, The Vampire Slayer, por ser demasiado jovem, o facto é que a sua carreira no cinema não teve problemas em arrancar.
Fez Disturbing Behaviour em 1999 e Go no mesmo ano, vencendo vários prémios como "rookie" do ano. No ano seguinte esteve no filme Wonderboys, a tentar seduzir Michael Douglas. Com esse filme as suas personagens tornaram-se ainda mais maduras.

Com 22 anos Katie Holmes entrou no seu primeiro papel dramático no filme The Gift, onde protagoniza cenas escaldantes com o protagonista Giovani Ribisi. As suas cenas de nus neste filme de Sam Raimi despertaram a atenção do público masculino. Surgiram vários convites de revistas para que a jovem posasse nua, e as imagens das cenas do filme espalharam-se pela internet. Afinal, a menina bonita de Dawson´s Creek era mais mulher do que muitos pensavam.

Depois de um 2001 dedicado à serie, foi no ano seguinte que a carreira de Katie Holmes se instalou definitivamente no cinema. Protagonizou o filme Abandon, a primeira vez que tal sucedeu na sua ainda curta carreira. Nesse mesmo ano esteve no notável Phone Booth e continuou a chamar à atenção pela sua beleza estonteante e o seu talento cada vez mais latente. 
Com o final da serie em 2003, o cinema tornou-se na prioridade de Holmes. Assim não admirou ninguém que no primeiro ano sem comprissos televisivos, a jovem desse um recital de interpretação em Pieces of April - pelo qual chegou a vencer alguns prémios independentes - e ainda em The Singing Detective.

Hoje o futuro desta actriz está marcado a ouro. A jovem que está de casamento marcado com Chris Klein (American Pie) está neste momento a rodar Batman Begins, a sua primeira participação num filme de grande orçamento. Ao mesmo tempo estará ao lado de Michael Keaton, como filha do Presidente dos EUA em First Daughter.
Talentosa como poucas, bela como quase ninguém, Katie Holmes é hoje uma estrela a seguir na constelação imensa de Hollywood. Apesar de não ser uma estrela cadente, quando entra em cena quase que dá vontade de lhe pedir um desejo. Sussurrado ao ouvido.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Jessica Biel



Desde sempre que as pessoas viam nela a filha perfeita. Quando chegou a altura de dar o salto, rompeu por completo com a sua imagem e mostrou que poderia ser a rapariga mais despudorada do Mundo.
A sociedade puritana dos EUA ainda não aceita bem este tipo de pessoas mas Jessica Biel já mostrou que não tem medo de nada...

Jessica Biel nasceu a 3 de Março de 1982 no Minesotta, mas cresceu no estado do Colorado. Começou a sua carreira ainda jovem, não como actriz mas sim como modelo fotográfica. 
Só aos 13 anos decidiu entrar no mundo da representação, ao ser escolhida para um dos papeis de destaque na serie televisiva 7th Heaven.
A serie deu-lhe destaque junto da comunidade jovem e durante alguns anos tornou-se uma das verdadeiras "wannabes" da juventude norte-americana.

O salto para o cinema deu-se com apenas 14 anos no aclamado Ulee´s Gold que valeu uma nomeação ao óscar de Peter Fonda.
A sua fidelidade à serie 7th Heaven, impediu-a de fazer carreira no cinema como outras colegas jovens, tendo tido apenas uma passagem pelo filme I'll Be Home for Christmas, em 1998.
Apesar do sucesso e exposição que a serie lhe deu, Jessica Biel esteve para abandoná-la, quando perdeu o papel de filha de Kevin Spacey em American Beauty para Thora Birch. Os produtores não queriam uma actriz que tivesse fama de "menina boazinha" e por isso recusaram a sua candidatura ao lugar. Isso enfureceu a actriz, que desde então se tem tentado libertar do epiteto de menina-bonita.

O primeiro passo aconteceu mal fez 18 anos. Pronta a criar o escândalo junto da comunidade de admiradores, mas também de produtores de cinema, aceitou posar nua para a revista Gear Magazine.
A polémica à volta das fotos levaram-na a rescindir o contracto com a serie, partindo assim para a carreira no cinema que tanto ambicionava.
Em 2001, já solta de compromissos, entrou no filme Summer Catch, que não foi um sucesso, nem da critica, nem da bilheteira. Só no ano seguinte teria um novo papel, em The Rules of Atraction, mas a sua carreira teimava em não descolar.
Curioamente, teve de voltar várias vezes à série que antes deixara como convidada especial para manter-se activa.
Em 2003 finalmente um papel digno de destaque no filme The Texas Chainsaw Massacre. O publico gostou e a critica reconheceu-lhe finalmente o valor que havia negada desde o polémico incidente das fotos nua, altura em que foi acusada de tentar vender o seu corpo à frente do seu talento.

Em 2004 vai protagonizar o filme It´s a Digital World, estando também já com vários projectos para o final do ano.
Será uma das actrizes do ansiado Cellular, ao lado de Kim Basinger e William H. Macy, por um lado, e por outro vamos vê-la no igualmente esperado Blade Trinity.
No entanto 2005 também promete ser um ano de fartura com presenças já garantidas em dois titulos, Stealth e o prolifero Elizabethtown, onde vai surgir ao lado de estrelas como Orlando Bloom e Susan Sarandon.

Actriz versátil, Jessica Biel tem feito da necessidade de mudar de estilo de representação uma cruzada pessoal. Da menina bonita de 7th Heaven, já pouco parece restar. Hoje Jessica é uma mulher madura, sem qualquer pudor e pronta a aventurar-se em áreas onde os seus primeiros fãs nunca imaginariam vê-la. Por vezes a qualidade de um actor vê-se na sua capacidade de correr riscos. Se for assim, temos aqui um valor seguro para o futuro.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Jessica Alba

Californiana de nascimento, cidadã do mundo por origem. Tem sangue latino, indiano, dinamarquês e britânico nas veias, uma verdadeira mistura do melhor que o mundo tem para oferecer.
Já tem dez anos de carreira, divididos entre o cinema e a televisão, mas não parecem haver dúvidas que ali está um nome que vamos ouvir durante muito tempo...

É assim Jessica Alba, a jovem que nasceu a 28 de Abril de 1981 em Paloma, uma pequena localidade da Califórnia.
Desde os cinco anos apaixonou-se pela representação e aos 12 começou a ter aulas de representação. Não durou muito para ser escolhida pela primeira vez para entrar num filme. Estavamos em 1993 e o filme era Camp Nowhere. Curiosamente a jovem actriz era apenas uma figurante, mas quando a actriz principal desistiu, teve a oportunidade que tanto ambicionava. E tudo isso apenas porque a sua cor de cabelo era igual à da anterior protagonista.


Depressa foi escolhida para participar em vários anuncios e estreou-se na televisão em 1994 na serie da Nickleodeon The Secret World of Alex Mack. Voltou ao cinema no ano seguinte ao entrar no filme de sucesso Fliper. O filme foi um sucesso e originou uma serie televisiva que a manteve ocupada durante todo o ano de 1995. O sucesso da serie fez com que a sua participação se extendesse até 1997. Em 1998 ainda na televisão fez, ao lado de Randy Quaid, P.U.N.K.S. e apareceu em Brooklyn Souht, chegando mesmo a aparecer em episódios de The Love Boat e Beverly Hills 90210.


Em 1999 surgiu ao lado de Drew Barrymore em Never Been Kissed e no mesmo ano fez ainda Idle Hands. No ano seguinte estreou-se na serie de James Cameron, Dark Angel que a tornou extremamente popular nos Estados Unidos. A sua popularidade fez com que surgisse no 1º lugar da lista das 100 raparigas mais sexys para a Maxim, isto com apenas 20 anos de idade.
Enquanto a sua popularidade aumentava, sendo eleita por várias revistas e sites como a jovem mais bela do universo hispânico, Jessica Alba rejeitava as suas origens latinas, definindo-se como "norte-americana".
Quando a serie Dark Angel foi cancelada pela Fox, após duas temporadas, a jovem Jessica preparou para voltar em grande ao cinema no filme Honey. O sucesso comercial e a publicidade à volta do mesmo pelo canal MTV reforçou ainda mais o seu papel de destaque junto da comunidade jovem.


A sua carreira já tem muito que se lhe diga mas para Jessica Alba o céu parece não ter limites.
Para 2004 tem já vários projectos em mão. Será uma das estrelas de The Fantastic Four bem como de Sin City, o filme de Robert Rodriguez. Além disso vamos poder vê-la em Into The Blue.
De facto, com uma ficha técnica admirável, Jessica Alba é já vista como uma das mais promissoras actrizes norte-americanas. Fala-se dela para Spiderman 3, mas a verdade é que devem haver poucos produtores em Hollywood que não queiram contar com os seus serviços.

sábado, 23 de setembro de 2017

Januray Jones

É uma das actrizes secundárias mais promissoras da nova vaga. Tem como imagem de marca a sua beleza mas já nos surpreendeu pelo talento que, aos poucos, vai conseguindo mostrar. Só falta mesmo darem-lhe uma oportunidade...

Nascida a 5 de Janeiro de 1978 no sul dos Estados Unidos, a jovem January Jones tem vindo progressivamente a mostrar-se ao mundo.
Ainda não a vimos num grande papel é certo, mas os pequenos momentos que lhe concedem em filmes - habitualmente comédias românticas - são já suficentes para mostrar que é uma jovem com verdadeiro talento.


Começou a sua carreira em 1999, aparencendo no filme All the Rage. No ano seguinte passou para a televisão onde trabalhou na serie Sorority. Em 2001 estaria em destaque ao entrar em dois filmes, The Glass House e ainda Bandits. Por essa altura no entanto era já capa de revistas, não pelas suas prestações, mas pela relação com o actor Aschton Kutcher. Relação muito falada mas que acabaria depressa quando o jovem actor de Dude Where´s My Car, a decidiu trocar por Demi Moore. Chegou mesmo a ser considerada uma das jovens mais sexys do EUA, sendo convidada para posar para a Playboy e a Maxim. Só aceitou o segundo convite.
Foi nessa altura que a sua carreira começou a dar o salto.


O ano seguinte viria a confirmar a tendência de 2001 e Januray Jones surgiria em destaque no filme Full Frontal. No ano seguinte deu finalmente o salto. Entraria em Love Actually, juntamente com uma vasta serie de belas actrizes, e também em American Wedding e Anger Management, duas das comédias mais rentáveis do ano.
Este ano começou bem para Januray Jones. Recuperou da crise amorosa em que se instalara e para gáudio das revistas, tem uma relação aparentemente saudável com o músico Josh Groban. Ao mesmo tempo já teve um desempenho interessante em Dirty Dancing 2 enquanto se prepara para estrear na televisão a serie Love´s Enduring Promise.
Januray Jones é uma daquelas actrizes que tem talento, mas que peca por ser menos aproveitada do que de certo devia. Provavelmente se algum realizador lhe der uma oportunidade como elemento principal, as nossas suspeitas de que ali há talento se confirmem.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Amanda Bynes

O trono de rainha de teen-queens tem sido alvo de grande luta no último ano e meio. Amanda Bynes é uma das mais fortes candidatas. A pequena actriz de What a Girl Wants, é hoje uma das mais promissoras actrizes de Hollywood. 
Tem a vantagem de se apresentar como uma rapariga normal, sem vicios e com uma enorme vontade de trabalhar. É a miss maturidade que vem do outro lado do Atlântico...

Californiana de gema, Amanda Bynes veio ao mundo a 3 de Abril de 1986 em Thousand Oak, uma localidade não muito longe de Hollywood, onde hoje brilha a grande altura.
Ao contrário de muitas das meninas-prodigios que abundam na "meca do cinema", Amanda começou na televisão e não no teatro, quando com 7 anos rodou um anúncio para a marca Nestlé. Mas, de facto, representar estava na sua natureza. Cedo entrou em várias peças de teatro locais, sendo por várias vezes elogiada pela crítica, especialmente aquando da sua representação do clássico To Kill a Mockingbird. Com apenas 9 anos foi convidada a entrar no elenco de All That, uma serie de TV de bastante sucesso. Ainda hoje a jovem Amanda diz que as pessoas têm dificuldade em assumir que ela cresceu, mas quem olha para a Amanda de hoje nunca teria essa dúvida!


O grande salto deu-se quando a jovem Amanda tinha apenas 13 anos. Foi aí que lhe deram a oportunidade de ter o seu próprio show de TV, o "The Amanda Show". A sua personagem tinha tido tanto sucesso na serie de TV que o estúdio achou que um show só dela seria bom para as audiências. Foi de facto bom para o estúdio, mas essencialmente para Bynes. 
No entanto, ao contrário de algumas potenciais "rivais" na corrida ao trono de modelo da juventude feminina norte-americana, Amanda era o mesmo fora e dentro do ecrãn. Aluna de 20´s, terminou o liceu com facilidade e sempre assumiu que preferia seguir o modelo que os pais lhe tinham ensinado, a deixar-se corremper pela vida de luxo de Hollywood.


Em 2002 deu o salto para o cinema no filme Big Fat Liar, onde entra ao lado de Frankie Muniz, outra estrela ascendente na cidade. O filme foi um sucesso e rapidamente choveram convites para novas comédias ligeiras. Foi aí que surgiu a hipótese de Amanda ser a estrela de What a Girl Wants, o filme que a catapultou definitivamente para o estrelato. Nesse filme, em que ela protagoniza, tendo como "pai" o actor Colin Firth, a jovem representa a all-american jovem que descobre que o pai é um politico inglês que está a concorrer a umas eleições. Surge o dilema de encontrá-lo, destruindo assim a sua candidatura, ou esperar a altura certa. O filme foi um grande sucesso e Amanda Bynes foi nomeada para vários prémios.


Hoje a sua carreira avança a passos largos. Não só entra na serie What I Like About You, como se prepara para entrar em dois projectos aliciantes. Em Robots, um filme animado, dá a voz a uma das personagens principais, enquanto que em Lovewrecked, é de nova a estrela de uma comédia romântica com o habitual happy-end.
A sua vida pessoal, tal como a sua carreira, tem sido muito bem gerida. Longe de entrar em escândalos, que já destruiram algumas carreiras promissoras de jovens da sua idade, Amanda mantem um low-profile admirável. Até há bem pouco tempo abriu uma excepção ao divulgar publicamente um namoro relampago com o colega de serie, Nick Zano, mas passado poucas semanas já tudo tinha terminado.
O seu low-profile tem-lhe custado, segundo muitos, pontos na corrida contra nomes como Lindsay Lohan ou Hillary Duff, mas a jovem não parece querer voltar atrás na sua decisão: ser uma actriz madura e nada mais!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Alison Lohman

Apesar de parecer ainda uma jovem, Alison Lohman leva na bagagem alguns anos de experiência e muitas provas dadas do seu talento. A sua beleza quase angelical e a sua capacidade de se desmultiplicar em personagens de diferentes idades, fazem dela uma das mais requisitadas actrizes do momento. E qual sereia, aqueles que ela capta com aquele olhar de anjo perdem-se para todo o sempre...

Quem diria que Alison Lohman nasceu em Setembro de 1979 e tem portanto 25 anos de idade? Pelo menos não aqueles que a viram como a filha de 14 anos de Nicholas Cage em Matchstick Men. Nem os restantes. Alison Lohman não aparenta, nem de longe nem de perto, a sua verdadeira idade. Para aqueles que ainda a vêm como a adolescente com cara de anjo, informa-se que Lohman tem já uma carreira bem lançada, tendo entrado, para além no filme de Ridley Scott, no fenómeno de Tim Burton que foi Big Fish. Mas vamos por partes.


Lohman nasceu em Palm Springs na Califórnia. Começou a representar aos 9 anos de idade, e venceu o primeiro prémio de representação quando tinha apenas 11 anos. No entanto a jovem também sabia cantar e dançar, o que lhe abriu diversas portas no mundo do espectáculo. Recebeu vários prémios ainda quando andava no secundário, ganhando mesmo uma bolsa de excelência que recusou, por preferir uma aventura no mundo do cinema, em Hollywood. A sua experiência como cantora ajudou-a a pertencer a coros que acompanharam nomes como Frank Sinatra ou Bob Hope nos últimos albums.


Estreou-se no cinema em 1998, com 17 anos no filme Kraa! The Sea Monster. Foi rapidamente descoberta pelos caça-talentos e o ano seguinte foi em cheio para a jovem californiana que entrou em 3 diferentes peliculas. Em The Thrirteen Floor, The Auteur Theory e Planet Patrol. Apesar de nenhum destes filmes ser um titulo facilmente reconhecível aos espectadores, foi essa experiência de base que lhe deu um estatuto importante.
O ano seguinte foi igualmente de muito trabalho, tendo entrado na sua primeira serie de TV, Tucker. Além do mais entrou em The Million Dollar Kid, o seu filme mais importante do ano. O ano seguinte foi em tudo igual a 2000, com a participação na serie Pasadena a valer-lhe um casting para o filme de Kevin Costner Dragonfly. No filme Lohman fez de uma jovem com cancro e teve de rapar o seu longo cabelo loiro. No final as cenas acabaram por não entrar no filme mas obrigaram-na a usar uma peruca no seu projecto seguinte, o primeiro grande sucesso que teve: White Oleander.


Nesse poderoso drama, Alison Lohman pode trabalhar pela primeira vez com nomes consagrados como Michelle Pfeifer e René Zellweger. O seu papel foi largamente elogiado pela critica e acabou por ser decisivo na escola de Ridley Scott, que procurava uma rapariga que pudesse passar por 14 anos, embora nãos os tendo. Alison tinha 22 mas de facto não parecia e o realizador não teve pejo em dar-lhe o papel de Angela, a filha do vigarista representado por Nicholas Cage. O filme foi um sucesso e no final todos os que o viram sairam da sala com a bela Alison na cabeça. 


A sua carreira tinha finalmente começado. Ainda os espectadores a lembravam pelo filme de Scott e já ela surgia de novo, agora no poético papel de Sandra, a paixão de Ewan McGregor no filme Big Fish. Apesar de isso não ser muito comum na filmografia de Burton, a verdade é que a luz que irradiava do olhar de Lohman tornou-se um dos pontos altos do filme. A jovem actriz recebeu o merecido aplauso da crítica e prepara-se agora para continuar a sua evolução ao lado de um outro talento em potência, Gabriel Garcia Bernal e Sam Shepard em The King.

domingo, 17 de setembro de 2017

Hilary Duff

Acusada de viver eternamente no universo dos filmes para jovens adolescentes, Hilary Duff levou a extremos a imagem de teen-queen. A maior parte dos cinéfilos concorda que a sua carreira ficará eternamente presa às personagens que a actriz cultiva constantemente, mas alguns avisam que quando Hilary Duff der o salto, se tornará numa actriz muito interessante...

É jovem, muito jovem, mas soube gerir até agora a sua carreira de tal forma que já é uma das actrizes mais ricas de Hollywood. A vida tem corrido de facto muito bem para Hilary Duff.
Com 17 anos, nasceu a 28 de Setembro de 1987 no estado do Texas. Começou a carreira com 6 anos no mundo do teatro infantil, mostrando desde cedo capacidade não só para representar, mas igualmente para dançar e cantar, o que a tornou numa jovem bastante versátil. Surgiu pela primeira vez junto do grande público em 1997 na serie True Women, mas só em series como Casper Meets Wendy e The Soul Colector, no ano seguinte, é que conseguiu alguma notoriedade.


O grande salto foi dado quando venceu o casting para apresentar um programa no canal Disney. O programa era The Lizzie Maguire Show e foi um sucesso imenso, tornando-se num dos programas mais vistos nos canais por cabo em todos os estados norte-americanos. Rapidamente Hilary Duff colou-se à personagem Lizzie Maguire, indo agora na terceire serie de episódios. Para reforçar ainda esta associação protagonizou as aventuras da jovem adolescente no cinema, num filme, The Lizzie Maguire Movie, que estreou no último Verão, tendo curiosamente sido um dos grandes exitos da estação quente, contra todas as expectativas.


No entanto, apesar do sucesso da sua personagem,Hilary Duff entrou também em várias outras comédias para adolescentes - há quem diga mesmo para pré-adolescentes - como Agent Cody Banks, Cadet Kelly e Cheaper By the Dozen. 
Já neste ano protagoniza mais um dos sucessos de Verão, em The Cinderella Story e prepara-se para apresentar também Raise Your Voice, The Perfect Men e Outward Blonde.


No entanto nem só da representação vive a jovem Hilary que em 2002 lançou o seu primeiro album, Methamorphosis que saltou de imediato para o top de vendas com o êxito So Yeasterday a dominar nas tabelas de singles. A versatilidade de Hilary Duff tem compensado, já que criou uma verdadeira gama de produtos à sua volta, consumidos furiosamente pelos mais jovens adolescentes da América. Um modelo para as jovens americanas, que vêm nela a amiga e sincera Lizzie Maguire, e uma das mulheres mais desejadas para os jovens americanos, que destacam mais depressa as evoluidas curvas do seu corpo - há quem fale em operações plásticas para o aumento dos seios da jovem actriz/cantora - em detrimento do seu talento.


Mas a polémica estala quando se fala no que é de facto Hilary Duff. Os mais criticos rotulam-na apenas como um produto de marketing, criado à volta da marca Disney, tal e qual como aconteceu com Britney Spears. Os criticos dizem que será incapaz de dar o salto para personagens maturas, e ficará eternamente colada em papeis de menina adolescente.
Os seus apoiantes indefectiveis dizem apenas que com 17 anos ela tem tempo. Para já deve preocupar-se em fazer o que gosta e quando surgir a oportunidade de saltar para um outro nível, ela não desiludirá.
A verdade só virá com o tempo.