quarta-feira, 9 de maio de 2018

Vingadores: Guerra do Infinito



Género: Ação
Data de estreia: 25/04/2018
Título Original: Avengers: Infinity War
Realizador: Anthony Russo e Joe Russo
Actores: Robert Downey Jr, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson
Distribuidora: NOS Audiovisuais
País: EUA
Ano: 2018
Duração (minutos): 155

Sinopse:
Após 10 anos de uma viagem cinematográfica sem precedentes e que abrange todo o universo cinematográfico Marvel, "Vingadores: Guerra do Infinito" traz ao grande ecrã o maior confronto de todos os tempos. Os Vingadores e os seus aliados Super-Heróis devem estar dispostos a sacrificar tudo para tentarem derrotar o poderoso Thanos antes que o seu ataque de devastação e ruína acabe com o universo.

Vingadores: Guerra do Infinito (Avengers: Infinity War) // Trailer II legendado

terça-feira, 1 de maio de 2018

Daryl Hannah

Teve uma carreira de grande sucesso nos anos 80 mas acabou por ficar quinze anos desaparecida. Já foi eleita a mulher mais bonita do mundo e esteve em alguns dos maiores sucessos da década de oitenta. Mas se não fosse por Tarantino, talvez ainda estivesse no esquecimento...

Daryl Christine Hannah nasceu a 3 de Dezembro de 1960 em Chicago. Quando era muito jovem foi-lhe diagonesticada uma doença muito semelhante ao autismo, mas felizmente a doença não se desenvolveu. Na escola era a estrela da equipa de futebol e mais tarde teve romances como a estrela rock Jackson Browne e com John Kennedy Jnr. Mas a sua grande paixão foi sempre a representação.
Estreou-se com 18 anos no cinema no filme The Fury mas foi em 1981 que deu nas vistas em Hard Country. O seu grande papel chegaria no ano seguinte no épico futurista de Ridley Scott, Blade Runner, onde encarnou um androide de forma espantosa. Hollywood estava rendida ao seu talento e em 1984 novo sucesso de bilheteira com Splash, filme onde viveu a mais sedutora sereia da história do cinema.
Os anos 80 foram realmente a sua era dourada. Os seus desempenhos em Roxanne, Wall Street e Steel Magnolias confirmaram-na como uma das melhores actrizes da sua geração. A sua beleza e o seu talento eram uma combinação fatal.


Curiosamente, de um momento para o outro, a sua carreira pareceu estatelar-se no chão. Os grandes papeis não apareciam e Hannah dividia-se em comédias como Grumpy Old Men e pequenos papeis em filmes dramáticos como Memories of the Invisible Men.
Uma carreira que vivia agora mais da sua beleza - ela que foi uma das mais bem sucedidas playmates da década - do que dos seus talentos como actriz.
Acabaria por ser Quentin Tarantino - mestre em revitalizadores de carreiras - a recuperá-la para o cinema em Kill Bill v2, papel pelo qual iria conquistar a critica acabando mesmo por vencer o Lumiere para Melhor Actriz Secundária.
Resta saber se este filme irá trazer, na ternura dos 40, o melhor de Hannah que foi sucessivamente desaproveitado durante os últimos quinze anos.

domingo, 29 de abril de 2018

Alyson Hannigan

Para uns, ela será sempre Willow, a fiel ajudante de Buffy na serie de culto para muitos jovens. Para outros ela é a eterna Michelle, sempre atrevida e com uma boa história para contar como acontecia invariavelmente em American Pie. Resta saber se o futuro será tão positivo para a jovem actriz como se espera que venha a ser...

Apesar de já contar com trinta e um anos de idade, Hannigan tem apenas sete filmes no seu curriculo. Parece pouco mas a verdade é que hoje são poucos os mais atentos cinéfilos que não a conhecem.

Nascida a 24 de Março de 1974 na capital dos Estados Unidos, Washington D.C., foi em Atlanta que cresceu, resultado do precoce divórcio dos seus pais. Foi na capital da Geórgia que começou a sua carreira no mundo do espectáculo com apenas 4 anos, a fazer spots publicitários para marcas tão distintas como a Oreos ou a Coca Cola.
Foi preciso esperar até 1988 para entrar a sério na arte de representação. Primeiro como convidada em algumas séries, caso da popular Rosanne, e depois como uma das personagens em Free Spirit, uma serie sobre jovens bruxas. Antes disso tinha tido pequenos papeis em dois filmes de baixissimo orçamento, Impure Thoughts e My Stepmother is an Alien. Este último acabou por se tornar num dos grandes sucessos do ano, ajudando o nome de Hannigan a entrar pela primeira vez nos ouvidos do público, e mais importante, dos responsáveis pelos estúdios.


Em 1991 fez o seu primeiro telefilme, Switch at Birth, e só quatro anos depois - após ter terminado os estudos secundários - voltou a representar, curiosamente num outro telefilme de nome The Stranger Besides Me. No ano seguinte fez dois novos filmes. A Case for Life no cinema e um telefilme sobre abusos sexuais de nome For My Daughter Honour. Até esse momento a sua carreira era igual à de muitos jovens. Mas foi então, já estavamos em 1997, que chegou o convite para integrar o jovem elenco da serie televisiva Buffy the Vampire Slayer. O seu papel de ajudante rapidamente ganhou destaque e a sua popularidade cresceu, primeiros entre os seguidores da serie e depois junto do público mais jovem em geral. Era o primeiro passo para a fama.


Enquanto fazia Buffy, a jovem Alyson Hannigan teve ainda tempo para fazer dois filmes. Nenhum deles - tanto Dead Men on Campus como Star Wayley Wagner - teve sucesso mas isso não beliscou a sua carreira. Isto porque em 1999 fez-se de novo magia. Depois de vários castings para o papel, Alyson Hannigan conseguiu convencer os produtores de American Pie a deixarem-na viver a divertida e sexualmente precoce Michelle, hoje famosa entre os jovens pela frase "one time on band camp". O filme foi o sucesso que se conhece e Hannigan capitalizou-o ao máximo. De personagem secundaria no primeiro filme, foi ganhando destaque no segundo episódio, acabando por "casar" no terceiro. Era ela a rainha da serie, e o seu nome estava já escrito a letras douradas. Depois do sucesso de Buffy, este triplo box-office hit provou que havia ali qualquer coisa pronta a ser explorada. Por isso agora Hannigan espera, por outros papeis, pelo bilhete que a leve até bem alto.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Bridget Moynahan

Começou nas passerelles mas já encanta milhões com as suas performances seguras e sensuais. Uma actriz com um futuro incrivel, pelo menos a avaliar pelo que podemos ver até agora.

Nascida a 21 de Setembro de 1979 na pequena localidade de Binghonton no estado de Nova Iorque, a sua formação nunca foi a de actriz. Pelo contrário. Começou por ser modelo profissional e durante a década de 90 fez diversos trabalhos para alguns dos estilistas mais reputados do meio. Só quando chegou o novo milénio é que apareceu o cinema na vida da jovem Bridget.
Row Your Boat, filme de promoção para Jon Bon Jovi, foi o seu primeiro passo no cinenam com um papel secundarissimo. Nesse aliás a actriz fez cinco filmes. Houve ainda tempo para papeis em Trifting With Fade, In the Weeds e Whiped. E no final do ano estreou Coyote Ugly que catapultou-a para a ribalta.



Coyote Ugly foi um dos grandes sucessos do ano e aproveitou para lançar uma serie de jovens e belas actrizes. Bridget foi uma delas. O seu papel de Rachel ajudou-a a ser considerada uma das 100 actrizes mais sexys do mundo.
No ano seguinte houve mais dois filmes que foram um sucesso de bilheteira e que ajudaram a fazer a sua carreira levantar voo. Primeiro foi Serependity com John Cusack e Kate Beckinsale. E depois foi o seu pequeno papel em Sum of All Fears com Ben Affleck.


Com The Recruit e I, Robot, ficou provado o seu talento em representar e seduzir, tanto os colegas de cena como o grande público. O seu nome começou a ser cada vez mais falado junto dos estúdios e não é novidade para ninguém que ela é hoje um dos nomes mais pensados para uma serie de papeis. O único que está confirmado é o de Lord of War, onde vai estar lado a lado com Nicholas Cage e Ethan Hawke.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Cameron Diaz

Quando deu os seus primeiros passos num filme deixou Jim Carrey de lingua para fora. Mas apostamos que não foi só o actor de Mask. A partir desse momento foi sempre a subir para a jovem Cameron Diaz. Resta saber como se vai resolver a incógnita que é o seu futuro...

Se houvesse alguma actriz para definir o que é o melting pot norte-americano, ela seria a escolha certa. Mistura de sangue alemão, irlandês, cubano e americano, Diaz é a prova viva de que a mistura tem os seus resultados positivos.
Nascida a 30 de Agosto de 1972 em San Diego, a sua carreira começou nas passerelles - como muitas actrizes de hoje - mas acabou por se afirmar no cinema no final dos anos 90.
Aos 16 anos saiu de casa e viveu em locais remotos que vão do Japão a Marrocos. Quando voltou, aos 21 anos, decidiu ser actriz. Os dias de modelo já tinham passado. A sua figura esbelta de loira com olhos azuis convenceu os produtores do filme The Mask que a contrataram para viver a partneire de Jim Carrey. O filme foi um sucesso retumbante e Diaz saltou de imediato para as capas de revista um pouco por todos os Estados Unidos.
Nos anos seguintes apareceria em algumas divertidas comédias como The Last Supper, Feeling Minessota e Key´s To Tulsa, antes de se defrontar com Julia Roberts no grande sucesso My Best Friends Weeding.


Sempre tentando mostrar a sua versatilidade - fez casting para filmes como Mortal Kombat e Wakening the Dead - foi nas comédias que a actriz teve maior sucesso. Em 1998 conseguiu o seu maior êxito na divertida comédia dos irmãos Farrely, Theres Something About Marry. Por esse papel tornou-se uma estrela mundial e lutou até ao fim pelo óscar, que viria a perder para Gwyneth Paltrow. A partir daí a sua carreira ficou definitivamente lançada. No ano seguinte entrou no primeiro filme escrito por Charlie Kauffman, Being John Malkovich e ainda no último sucesso de Oliver Stone, Any Given Sunday. A sua carreira estava a passar pelo ponto mais alto quando decidiu aceitar o convite de Drew Barrymore para entrar em Charlies Angels. Depois disso houve ainda tempo para ser a voz de Fiona no primeiro Shrek e de entrar na adaptação de Abre los Ojos ao lado de Penelope Cruz e Tom Cruise, no filme Vanilla Sky.


Estavamos em 2002 quando atingiu o seu ponto mais alto como actriz dramática. Foi no flop de Martin Scorsese Gang´s of New York. A partir daí tudo seria diferente. Os estúdios não gostaram da forma como deu vida à anti-heroina de Gangs e voltaram a enviar-lhe papeis de comédia, como os que lhe tinham moldado a carreira nos anos 90. Diaz passou a ser mais selectiva, deixando de fazer três a quatro filmes por ano. Tornou-se na segunda actriz mais bem paga do mundo quando fez Charlies Angels II - The Full Throttle, e voltou a Shrek mais uma vez. Para este ano há grande expectativa para ver como se safa nas mãos de Curtis Hanson em In Her Shoes e para o futuro estão já agendados mais dois Shrek´s e ainda WASP, um filme que tmbém produz.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Cate Blanchett

É uma das mais talentosas actrizes da sua geração. Venceu este ano o seu primeiro óscar que poderia ter sido já o segundo o que diz muito do seu talento como actriz. Muitos não têm pejo em afirmar que ela é a grande actriz do futuro.

Nascida a 14 de Maio de 1969 em Melbourne na longinqua Austrália, Cate Blanchett é um dos grandes valores que têm chegado do outro lado do mundo directamente para o grande ecrãn. Há dez anos que brilha intensamente diante dos inumeros fãs que foi coleccionando com o passar dos anos e agora, com trinta e cinco anos, dela espera-se sempre o melhor.
Foi em 1992 que Blanchett acabou o seu curso em Artes Dramáticas. Desde pequena que tinha sonhado em ser actriz e agora tinha um diploma a comprovar que esse sonho estava a caminho de se tornar realidade. Mas antes do cinema veio o teatro e logo no seu primeiro ano brilhou de tal forma que ganhou o prémio de revelação do ano do teatro australiano. E nesse mesmo anoseria eleita a melhor actriz, o que acontecia pela primeira vez na história do teatro australiano. Foi nesse ano também que se estreou numa serie televisiva, Heartland, pelo qual a critica também se apaixonou. Até 1997 dividir-se-ia entre series australianas e norte-americanas. Mas nesse ano chegou o cinema. O seu filme de estreia, Paradise Road não foi um grande sucesso mas o seu nome ficou. Aliás nesse ano o seu desempenho em Oscar and Lucinda foi tido como um dos melhores e mais sub-valorizados.


Mas o seu melhor desempenho até hoje chegou em 1998. Cate Blanchett foi Elizabeth, numa performance absolutamente notável que quase lhe valeu o primeiro óscar. O que seria inteiramente justo porque foi sem dúvida nenhuma a grande actriz do ano. As diversas vitórias nas associações de criticos e na categoria de Globo de Ouro Drama assim o provavam.
O ano seguinte foi extremamente prolifero, com cinco diferentes performances incluindo uma de destaque no filme The Talented Mr. Ripley. O primeiro ano do novo milénio não foi tão bem sucedido em termos profissionais, mas o nascimento do seu primeiro filho deu-lhe novo animo. E em 2001 houve não só The Shipping News e Charlotte Grey mas principalmente Lord of the Rings, a trilogia que transformou Blanchett no elfo Galadriel. Assim seria nos dois anos seguintes, tendo dado a Blanchett a oportunidade de participar na maior saga da história do cinema.


Em 2003 o ano foi positivo em termos de desempenhos com Veronica Guerin e The Missing a ser êxitos da critica, havendo mesmo quem tivesse colocado a hipótese de uma segunda nomeação ao óscar. O que não aconteceu senão este ano com o seu desempenho como Katherine Hepburn em The Aviator. Aplaudida pela critica, Blanchett venceu a grande parte dos prémios da critica, e acabou mesmo por ver o seu ano coroado por uma doce vitória nos óscares, a única importante do filme de Scorsese. Isto num ano onde houve também o seu desempenho em The Life Aquatic of Steve Zissou, filme ainda por estrear em Portugal.
Para 2005 esá prevista a sua presença em Little Fish, e no ano seguinte fala-se de uma eventual continuação de Elizabeth de seu nome Golden Age. A prova de que a carreira de Blanchett, que já foi coroada a ouro, ainda está a começar. Venha o futuro!

sábado, 21 de abril de 2018

Catherine Zeta-Jones

Começou como actriz de telenovelas e quis ser cantora. Acabou por tornar-se numa estrela de cinema. Conhecida mundialmente pelo seu talento, pela sua beleza e pelo milionário casamento, ela é hoje uma das bandeiras do Pais de Gales.

Nasceu em 1969, a 25 de Setembro na cidade portuária de Swansea em Gales. Filha de operários, foi na moda e na música que primeiro se destacou. Chegou a ter um single no programa Top of the Pops e fez várias passagens de modelos antes de embarcar na sua primeira aparição no cinema. O papel não podia ser mais sujestivo. Foi o de Sherezade, pelo qual deu logo a notar os seus atributos fisicos, literalmente expostos, mas também algum talento. A seguir a este filme cujo nome fica para a história como Les Mille et Une Nuits, chegou a sua estreia na televisão. A serie era The Darling Buds of May e fez dela uma cara conhecida no Reino Unido. Em 1993 entraria em The Adventures of Young Indiana Jones, antes de fazer de entrar em Cristopher Colombus: The Discovery.
Até meados dos anos noventa os seus papeis seriam maioritariamente secundários e nenhum ligado a grandes produções. O salto aconteceu já em 1998 no aplaudido filme The Mask of Zorro.


Ao contracenar com Antonio Banderas e Antonhy Hopkins, a bela Zeta-Jones pode pela primeira vez mostrar todo o seu valor. E foi de tal forma convincente que no ano seguinte estava ao lado de outro peso pesado, Sean Connery, no thriller The Entrapment. A vida corria-lhe bem. Seguir-se-iam alguns papeis menores, incluindo uma aparição em High Fidelity e um poderoso desempenho em Traffic, ambos filmes de 2000. Por essa altura era o casamento milionário com Michael Douglas que atirava Catherine para as capas dos jornais e revistas. Depois de ter o seu primeiro filho, foi a vez de voltar ao ataque. O seu sonho era voltar a cantar e a dançar como no inicio da sua carreira. E como em Hollywood os sonhos tendem a tornar-se realidade houve magia.


O filme era Chicago, a música All That Jazz. O resultado final foi um sucesso junto do público, o aplauso da critica pelo seu talento multi-facetado, e o óscar da Academia de Hollywood. Quem diria que em tão pouco tempo a actriz galesa iria impor-se de forma tão concludente.
Na ressaca pós-óscar houve alguns desempenhos secundários interessantes, mas nenhum dele ao nivel dos anteriores. Dois deles, Intorable Cruelty e Ocean´s Twelve, foram ao lado de George Clooney. Um outro, The Terminal, foi acompanhado por Tom Hanks.
Afirmando-se definitivamente como uma das grandes, os próximos anos estão preenchidos ao máximo. Este ano há a estreia da sequela de The Mask of Zorro, o filme que a catapultou para a glória. Para 2006 está já em andamento a sua primeira produção, Coming Out. E outros projectos são aguardados. Afinal, a bela galesa é hoje uma das actrizes mais requisitadas do meio.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Denise Richards

Uma das mais sedutoras e desejadas actrizes da sua geração, a sua passagem por filmes de acção tem marcado a sua carreira de forma muito positiva. Resta saber se algum dia se aventurará em águas mais profundas.

Denise Lee Richards nasceu a 17 de Fevereiro de 1972 em Downers Grove, no estado do Illinois.
Desde pequena que se preparou para ser actriz. Estudou artes dramáticas em Nova Iorque. O seu primeiro papel chegou, mas sim na televisão na serie Life Goes On. Depois apareceu num conjunto de series de grande sucesso como Melrose Place, Married with Children e Seindfeld como convidada especial. A estreia no cinema chegou em 1993 no filme National Lampoon's Loaded Weapon 1. Depois haveria ainda um conjunto de papeis em filmes de acção de pequeno orçamento. A sua carreira daria um salto apenas em 1997 no filme Starship Troopers. Ao lado de Casper van Dien, a bela Richards ajudou a transformar este filme de ficção cientifica num verdadeiro filme de culto que chegou mesmo a ter direito a sequela. Era o seu primeiro papel de destaque.


O seu papel mais popular chegaria no ano seguinte no filme Wild Thing. Ao lado da actriz Neve Campbell, a jovem actriz brilhou num thriller erótico em que surpreendeu tudo e todos por ter cenas de sexo lésbico com Campbell. Algo que depois lhe pediriam para repetir com insistência, e que chegou a fazer de uma forma mais soft na serie televisiva Spin City.
Em 1999 seria bond-girl em The World is Not Enough. Apesar de ter sido eleita a 3º mais sexy bond girl de sempre, com razões para isso, acabou por vencer o Razzie para pior actriz secundária do ano, o que abalou um pouco a sua emergente carreira.


Por essa altura já tinha casado com o actor Charlie Sheen e estava a dedicar-se mais a series televisivas. Mesmo assim ainda entrou ao lado de Kirsten Dunst em Drop Dead Gorgeus, fazendo Valentine no ano seguinte.
Nos últimos anos o seu nome tem vindo a desaparecer lentamente do hall of fame. Apesar de um pequeno papel em Love Actually e outro em Scary Movie 3, não houve qualquer filme de registo nos últimos quatro anos. Algo que a actriz espera inverter nos próximos anos, agora que se separou de Charlie Sheen apostando tudo por tudo em revitalizar a sua carreira. Ainda muito nova, haverá certamente muitas hipóteses de Richards brilhar ao mais alto nivel.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Elisabeth Hurley

Celebre pela sua beleza, pelo seu badalado casamento mas também pelo seu talento, a carreira de Liz Hurley tem sido marcada de altos e baixos. De icone sexual da década de noventa ao esquecimento foi um passo. Haverá reviravolta para o futuro?

Nascida a 10 de Julho de 1965 em Basingstoke, uma localidade em Inglaterra, Elizabeth Hurley é mais um caso de uma jovem que desde sempre sonhou em ser actriz. Aos 12 anos ainda tentou seguir uma carreira no ballet mas desistiu. A representação era a sua verdadeira vocação. Depois da sua formação ter sido feita nessa área, no final dos anos 80 dedicou-se ao teatro. A sua estreia no cinema seria feita em 1987 ao lado de Hugh Grant em Aria. Curiosamente, anos mais tarde, Hurley e Grant dariam o nó formando um dos mais emblemáticos casais do cinema britânico da década. Um casamento que acabou da forma mais surreal possivel quando Grant foi preso em Los Angeles no seu carro, com uma prostituta.
Mas nessa altura nada disso passava pela cabeça de Liz Hurley que se preparava para saltar para o seu segundo papel no mesmo ano em Rowing in the Wind. Depois de alguns papeis em series britânicas e em filmes europeus, Hurley faria a sua estreia no cinema de Hollywood em 1992. O filme era Passanger 57 e tinha Wesley Snipes como cabeça de cartaz. Hurley impressionou pela sua beleza e rapidamente passou a cabeça de cartaz do departamento de publicidade de Estée Lauder. A sua carreira estava lançada.


Em Hollywood a sua carreira começou a crescer. Papeis em filmes como Beyond Bedlam, Mad Dogs and Englishmen e Dangerous Ground tornaram-na uma actriz relativamente conhecida no meio. Mas mesmo assim seria a sua performance sensual em Austin Powers : International Man of Mistery que a tornou verdadeiramente um icone sexual da sua geração. Nessa altura, estavamos em 1997, e Hurley dividia-se entre o cinema e as passerelles onde espalhava a sua beleza. A fórmula de actriz bela e sensual foi repetida nos seus papeis seguintes em EdTv e especialmente em Bedazzled, filme onde encarnou o diabo mais apetecivel da história do cinema. Por essa altura já tinha voltado a Austin Powers e já se consumara o divórcio com Grant.


Infelizmente desde esse filme que a sua carreira desapareceu por completo. Os papeis interessantes não chegavam e Hurley foi-se tornando num fantasma do que tinha sido alguns anos atrás. Serving Sara foi o seu último filme com algum êxito e The Method, o seu último trabalho, foi vaiado pela critica e acabou por se revelar um fracasso de bilheteira.
Com actrizes mais novas a ocupar o lugar de jovens sedutoras, resta a Liz Hurley, agora com 40 anos, procurar voltar ao seu melhor tentando outro tipo de papeis. Resta saber se o conseguirá!

domingo, 15 de abril de 2018

Emmanuelle Beárt

Cotada como uma das mulheres mais sedutoras do mundo, esta actriz francesa tem tido uma carreira notável com direito a passagens fugazes por Hollywood. Um nome que ajuda a mostrar o porquê da França ser visto como um dos países mais cativantes do mundo...

Com uma beleza de traços tipicamente europeus, ela pertence a uma geração de enormes talentos do cinema francês. Nasceu a 14 de Agosto de 1965 em Saint Tropez, um dos paraisos balneares do Mediterrâneo. Filha de um dos maiores nomes da música francesa de então, Guy Béart, a jovem Emmanuelle cresceu numa quinta da Provence, longe do glamour que o pai vivia em Paris. Desde jovem que tinha decidido ser actriz e viveu 3 anos em Montreal para estudar inglês. Foi nessa altura que esteve perto de se estrear no cinema, num filme do realizador Robert Altman que acabou por nunca ser feito. De regresso a Paris inscreveu-se em escolas de representação para se preparar para os desafios seguintes. A sua estreia aconteceria na televisão, na serie Raison Perdue em 1984. Tinha 19 anos.


No ano seguinte estreou-se no cinema pela mão do fotógrafo David Hamilton no filme erótico Premiers Desirs. No ano seguinte entraria em L´Amour en Douce, e seria aí que conheceria aquele que viria a ser o seu marido, o actor Daniel Auteil. A fama chegou em 1986 no filme Manon de Sources onde dançava nua nos campos francesas. O seu corpo atractivo e ar sedutor tornaram-na numa das actrizes mais populares da sua geração. A vitória nos Cesares confirmaram que ali estava uma estrela em ascensão.


Em 1987 chegava a vez de Hollywood conhecer Beart. O filme seria Date With an Angel. Não foi o sucesso esperado e foi preciso passarem 9 anos para a actriz voltar a fazer um filme americano.
Entretanto o cinema francês idolatrava-a. Ao lado de nomes como Isabelle Adjani ou Sophie Marceau, ela era o icone da juventude gaulesa e um dos nomes mais reverenciados pela critica. Filmes como Les Enfants du Desórdre, La Belle Noiseuse, Rupture e Une Femme Française ajudaram a confirmar o seu estatuto. E em 1996 o regresso a Hollywood para fazer Mission Impossible com Tom Cruise. Um papel muitissimo bem interpretado e cheio de sensualidade que lhe valeu aplausos de ambos os lados do continente. Entretanto Beart tinha-se separado de Auteill e voltava ao cinema francês onde conseguiria novas performances de sucesso como em La Buche.


O final dos anos 90 voltaram a trazer Beárt em grande forma. Já instalada na casa dos 30, os seus papeis em 8 Femmes, Lés Egares e Natalhie confirmaram todo o seu talento mas também toda a sua sensualidade. Eleita por diversas vezes como uma das mais desejadas mulheres do mundo, Beart tem vários projectos nas mãos e tudo indica que durante os próximos anos continuará a mostrar todo o seu talento aos amantes do cinema. Ela que é um dos icones de beleza do continente europeu, resistindo á competição das jovens lobas que vão surgindo em cena. Uma verdadeira madame française!

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Eva Mendes

De total desconhecida a icone da comunidade latina foi um pequeno salto para Eva Mendes. Dona de um corpo escultural e uma capacidade tremenda para dar uma sensualidade muito feminina aos seus papeis, ela é hoje uma das actrizes mais faladas em Hollywood...

Nascida a 5 de Março de 1974 no estado do Texas, e tem origem cubana. Desde os dois anos que dividiu a sua vida entre Miami e Los Angeles nas comunidades cubanas da cidade, ficando assim bastante ligada ás suas raizes.
Nunca estudo para ser actriz apesar de ser uma das suas paixões desde pequena. A verdade é que esteve perto de se formar em marketing mas acabou por desistir do curso para seguir a sua paixão de criança. Foi com 23 anos que finalmente se estreou após diversas tentativas. A Night at the Roxbury era o titulo do filme. Seria o primeiro de 13 titulos até agora em que participou. No ano seguinte teria uma participação num filme de pouquissima projecção, My Brother is a Pig, e no ano seguinte entraria em dois filmes também eles com pouco destaque.


O salto chegaria através de um pequeno papel mas extremamente sensual. Em Training Day viveu a amante de Alonzo Harris, o agente interpretado magistralmente por Denzel Washington, e saltou para as primeiras páginas. Não pela performance sub-entenda-se mas pelo seu corpo a transbordar sexualidade. A partir daí a actriz teria muito mais facilidade em conseguir papeis. Claro que eram papeis mais pensados para o seu corpo do que para o seu talento, mas Eva Mendes sempre tentou contornar essa situação. A primeira tentativa de entrar em estilo num filme de grande sucesso chegou com Two Fast Two Furious. E foi uma aposta que resultou bem confirmando o estatuto de sex-bom que a actriz tinha vindo a granjear em Hollywood. No ano seguinte em Once Upon a Time in Mexico repetiu a fórmula também com excelentes resultados.


Ainda em 2003 voltaria a contracenar com Denzel Washington no divertido Out of Time, e nesse ano seria uma das beldades de Stuck on You. A comunidade hispânica tinha assim a sua diva no cinema. Já este ano Eva Mendes esteve em destaque no filme Hitch tendo acabado de estrear um outro titulo, The Wendell Baker Story. E apesar de continuar muito presa aos seus papeis, já se nota uma ligeira evolução no cariz das suas personagens. Resta saber se o tempo confirmará essa tendência ou se Eva Mendes será sempre vista como a bomba sexual latina em Hollywood.